<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:g-custom="http://base.google.com/cns/1.0" xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" version="2.0">
  <channel>
    <title>fredijon</title>
    <link>https://www.serenataecia.com.br</link>
    <description />
    <atom:link href="https://www.serenataecia.com.br/feed/rss2" type="application/rss+xml" rel="self" />
    <item>
      <title>A Era da Pressa e da Distração Permanente</title>
      <link>https://www.serenataecia.com.br/a-era-da-pressa-e-da-distracao-permanente</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           A Geração que não para, mas também não chega
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/d64739b6/dms3rep/multi/48923a6d-5a45-4a18-8f65-3ac5a406cca9.png"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Tenho pensado muito nisso no caminho das serenatas. Vejo pessoas que parecem não ter tempo a perder, mas também não sabem exatamente o que estão buscando. Uma pressa silenciosa tomou conta de tudo. As músicas são ouvidas pela metade, os filmes assistidos com o celular na mão, as conversas interrompidas antes de criarem raiz. Vivemos correndo, mas sem direção clara.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Não é impressão pessoal. A Organização Mundial da Saúde e a Associação Americana de Psicologia vêm alertando para o aumento expressivo dos quadros de ansiedade entre jovens, algo que já supera índices de adultos em diversos países. Essa ansiedade não nasce do nada. Ela é filha de um mundo hiperestimulado, que cobra resultados rápidos, respostas imediatas e presença constante, mas oferece pouco espaço para silêncio, escuta e profundidade.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Isso está mudando até a forma como filmes e séries são feitos. Pesquisas da Microsoft Research mostram que a capacidade média de atenção sustentada vem diminuindo ao longo dos anos. Os criadores sabem disso. Por isso, as narrativas são cada vez mais explicadas, mais rápidas, menos sutis. A obra já nasce preparada para um espectador distraído, que assiste enquanto responde mensagens ou navega em outra tela. Não é falta de talento — é adaptação à distração coletiva.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Relatórios da Common Sense Media revelam que crianças e jovens consomem múltiplas telas ao mesmo tempo, inclusive durante conteúdos que exigiriam atenção plena. E isso não atinge só os mais novos. Estudos do Pew Research Center mostram que pessoas mais velhas também passaram a adotar hábitos fragmentados de consumo, algo impensável em outras épocas. A dispersão virou regra, não exceção.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O paradoxo me inquieta: nunca tivemos tanto acesso à informação, e nunca foi tão difícil aprofundar-se em algo. Tudo é entendido rápido, mas quase nada é vivido de verdade. Há compreensão, mas falta experiência. Movimento sem sentido. Pressa sem propósito.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Talvez o maior desafio do nosso tempo não seja produzir mais, nem correr mais rápido, mas reaprender a permanecer. Ouvir uma música até o fim. Estar inteiro em uma história. Sustentar um silêncio sem fugir dele. Porque quando perdemos a capacidade de atenção, não perdemos apenas foco — perdemos a chance de nos encontrar.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/d64739b6/dms3rep/multi/9-11+2.jpg" length="112611" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Thu, 08 Jan 2026 16:24:21 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.serenataecia.com.br/a-era-da-pressa-e-da-distracao-permanente</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/d64739b6/dms3rep/multi/9-11+2.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/d64739b6/dms3rep/multi/9-11+2.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Entre Pontes, Mundos e Serenatas</title>
      <link>https://www.serenataecia.com.br/entre-pontes-mundos-e-serenatas</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Crônicas, poemas e serenatas sobre o tempo, as pessoas e o que fica
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/d64739b6/dms3rep/multi/capa.jpg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Há trajetórias que não se explicam por datas, mas por camadas de sentido. A de
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Fredi Jon
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            começa oficialmente em 1985, quando participa pela primeira vez de uma antologia poética pela Livraria Scortecci. Mas, se formos honestos com a verdade dos fatos, ela começa antes — no incômodo silencioso de quem percebe cedo demais que o mundo não cabe em explicações simples.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Em 1986, ainda jovem, lança
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           As diversas faces dos diferentes mundos
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . O título já denunciava: não se tratava de um livro apressado, mas de uma tentativa corajosa de organizar o caos. Natureza, mulher, alimento, armas, viagem — temas que muitos tratariam como compartimentos, Fredi enxergava como espelhos. Tudo era mundo. Tudo era rosto. Tudo era pergunta. Ainda no terceiro colegial, ele junta a galera da escola para o lançamento do livro. Um gesto aparentemente simples, mas revelador: a poesia, para ele, nunca foi um ato solitário; sempre precisou de testemunhas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em 1991, retorna às antologias, novamente pela Scortecci. Aqui, algo muda. A escrita já não busca apenas revelar como ele vê o mundo, mas entender como o mundo o atravessa. É o início de uma ampliação de escuta — algo que se tornaria marca central de sua vida artística.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O salto seguinte demora quase três décadas. Em 2020, pela Amazon, lança
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Serenata – uma ponte entre os mundos
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . Não é coincidência o uso da palavra “ponte”. O livro costura passado, presente e futuro a partir da memória afetiva, da crítica social e, sobretudo, da defesa da serenata como gesto humano, político e sensível. Aqui, Fredi não escreve apenas como poeta: escreve como quem viveu o que narra. A poesia deixa de ser apenas linguagem e passa a ser experiência compartilhada.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A partir de
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           2022
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            , essa experiência começa a se expandir para além do livro.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Fredi Jon passa a escrever regularmente para mais de vinte espaços diferentes, entre jornais e plataformas digitais
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , onde publica histórias de serenata, crônicas do cotidiano e observações sensíveis — e muitas vezes incômodas — sobre a vida, o mundo e a sociedade. Não escreve para ocupar espaço, mas para criar pausa. Seus textos funcionam como pequenas serenatas impressas: chegam sem alarde, mas ficam.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Entre 2024 e 2025, participa das antologias
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Além Mares III
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ,
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Amizade Poética II
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            e
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           III
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , ampliando geografias e diálogos. Há algo importante nisso que talvez passe despercebido: não é a constância da publicação que impressiona, mas a coerência do percurso. Fredi não corre atrás de holofotes; ele aprofunda trincheiras afetivas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            E então chegamos a 2026. O novo livro,
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           FREDI JON – O Cantador de Histórias
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            , pela Editora Chá da Vida Brasil, de Jones Pinheiro, não surge como ruptura, mas como consequência. Depois de 25 anos de trajetória com a trupe da
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Serenata &amp;amp; Cia
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , o poeta entende que algumas histórias pedem menos metáfora e mais carne. Histórias divertidas, emocionantes, absurdas e profundamente humanas — vividas na porta das casas, nos hospitais, nas reconciliações, nas despedidas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Se no início a missão era revelar sua forma poética de ver o mundo, agora o desafio é maior: mostrar como o mundo respondeu a esse olhar. Há maturidade nisso, mas também risco. Transformar vivência em narrativa exige coragem para não romantizar demais nem endurecer demais. É aqui que Fredi aposta tudo o que construiu.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Talvez a grande pergunta que atravessa sua obra seja simples e incômoda:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           o que fazemos com aquilo que sentimos?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Ele escolheu cantar, escrever e lembrar. Poderia ter ficado apenas na poesia intimista, mas preferiu o atrito da rua, o improviso da serenata, o erro, o riso, o choro alheio.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           E é justamente por isso que sua história não é apenas literária. É ética. É uma escolha contínua de permanecer sensível num mundo que recompensa o contrário. Quem lê Fredi Jon não encontra respostas fáceis — encontra pontes. E atravessar pontes, como se sabe, exige coragem dos dois lados.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/d64739b6/dms3rep/multi/capa.jpg" length="127156" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Sat, 20 Dec 2025 12:33:36 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.serenataecia.com.br/entre-pontes-mundos-e-serenatas</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/d64739b6/dms3rep/multi/capa.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/d64739b6/dms3rep/multi/capa.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Dia do Músico em tempos de IA: A voz que ainda vem da alma</title>
      <link>https://www.serenataecia.com.br/dia-do-musico-em-tempos-de-ia-a-voz-que-ainda-vem-da-alma</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/d64739b6/dms3rep/multi/a380232c-2342-4184-a974-e95c2c49aafc-a3f0555f.png"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           The body content of your post goes here. To edit this text, click on it and delete this default text and start typing your own or paste your own from a different source.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/d64739b6/dms3rep/multi/--1.jpg" length="128847" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Mon, 03 Nov 2025 00:34:02 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.serenataecia.com.br/dia-do-musico-em-tempos-de-ia-a-voz-que-ainda-vem-da-alma</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/d64739b6/dms3rep/multi/--1.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/d64739b6/dms3rep/multi/--1.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>A Serenata de Fredi Jon</title>
      <link>https://www.serenataecia.com.br/a-serenata-de-fredi-jon-um-grito-de-esperanca-num-mundo-digital</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Um grito de esperança num mundo digital
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/d64739b6/dms3rep/multi/TIME+0.jpg"/&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/d64739b6/dms3rep/multi/MERCAD%C3%83O+1.jpg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O músico e seresteiro Fredi Jon, conhecido por sua capacidade de transitar entre a melancolia da saudade e a celebração da vida, tem se tornado uma voz reflexiva sobre o papel da arte em um mundo cada vez mais automatizado. Em tempos onde a inteligência artificial e as máquinas ganham espaços cada vez maiores nas interações humanas, Fredi percebe que a verdadeira celebração da vida reside na experiência genuína e na presença emocional, algo que as máquinas ainda não conseguem replicar.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No Dia de Finados, Fredi Jon vai além das tradições de lamento. Para ele, a data não é apenas uma lembrança dos que partiram, mas uma oportunidade de nos reconectarmos com os momentos que ainda estão ao nosso alcance. Ele enxerga sua música como uma resistência à robotização da vida cotidiana, um lembrete de que, embora a tecnologia avance, a essência humana se preserva nos gestos, nas emoções e, principalmente, na música feita por mãos e corações vivos. A serenata, em seu entendimento, é um ato de resistência não apenas contra a morte, mas contra a frieza das interações artificiais que se espalham por todos os lados.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em um mundo saturado de algoritmos, Fredi vê sua serenata como um grito de autenticidade. Enquanto as máquinas podem criar sons e até mesmo imitar vozes humanas, nada pode substituir o calor e a emoção de uma melodia tocada por alguém que sente a dor, a alegria e a beleza da vida. Sua música é um convite a todos para viverem de maneira mais intensa e genuína, valorizando o que é real, o que está presente. Na arte de viver, Fredi Jon acredita que está a verdadeira resistência ao vazio, à desumanização e à mecanização do nosso tempo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           serenataecia.com.br / 11 99821-5788
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/d64739b6/dms3rep/multi/TIME+0.jpg" length="38921" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Sat, 01 Nov 2025 21:54:30 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.serenataecia.com.br/a-serenata-de-fredi-jon-um-grito-de-esperanca-num-mundo-digital</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/d64739b6/dms3rep/multi/TIME+0.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/d64739b6/dms3rep/multi/TIME+0.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>"A Música no Trabalho: Humanização, Resistência e Bem-Estar em Ambientes Corporativos"</title>
      <link>https://www.serenataecia.com.br/a-musica-no-trabalho</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O Poder Transformador da Música na Humanização e Resiliência Corporativa
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/d64739b6/dms3rep/multi/20231211_120419.jpg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           1. Psicologia Organizacional e o Efeito do Ambiente de Trabalho no Bem-Estar
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Estudos em psicologia organizacional mostram que ambientes de trabalho humanizados — com liderança empática, estímulo à expressão e respeito — promovem maior engajamento, produtividade e bem-estar emocional dos funcionários. Já ambientes controladores, com lideranças rígidas e práticas que desvalorizam os colaboradores, tendem a gerar maior estresse, desmotivação e rotatividade.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por exemplo, pesquisas publicadas no Journal of Occupational and Organizational Psychology exploram como práticas de liderança positiva, que incluem o reconhecimento das emoções e necessidades dos funcionários, aumentam o engajamento e diminuem a exaustão. Essa linha de estudos ressalta como ambientes colaborativos e respeitosos criam um terreno fértil para o crescimento pessoal e a inovação.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           2. Psicologia da Música e Musicoterapia no Trabalho
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A psicologia da música e a musicoterapia investigam o efeito terapêutico e emocional da música, com muitas pesquisas documentando como ela pode reduzir o estresse, aumentar a concentração e melhorar o bem-estar. Na prática organizacional, essas descobertas têm sido aplicadas em programas que usam a música para promover um ambiente de trabalho mais agradável e produtivo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Um estudo de Haake (2011) publicado no Psychology of Music investigou os impactos de diferentes tipos de música no humor e na produtividade. Ele mostrou que a música de fundo adequada pode ajudar a criar um ambiente mais positivo e aumentar o foco em tarefas complexas. Em contextos de liderança humanizada, a música é usada para reforçar a cultura de bem-estar, promovendo a inclusão e diminuindo as barreiras hierárquicas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em outro exemplo, um estudo da American Music Therapy Association (AMTA) detalha como a música pode ser usada para melhorar o estado emocional e a saúde mental em ambientes desafiadores. A AMTA recomenda a música como ferramenta de intervenção para reduzir a ansiedade e reforçar a resiliência emocional em ambientes de alto estresse.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           3. A Música no Trabalho como Ferramenta de Bem-Estar e Produtividade
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Pesquisas sobre o uso da música no trabalho mostram que ela pode melhorar o humor e a performance dos colaboradores em ambientes de trabalho variados. Um estudo conduzido por Lesiuk (2005) publicado no Psychology of Music investigou como a música no trabalho afetava o desempenho e a qualidade das tarefas criativas. O estudo concluiu que a música pode ajudar a diminuir o estresse e elevar a qualidade do trabalho em tarefas que exigem inovação e solução de problemas, enquanto promove um ambiente mais inclusivo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Outro exemplo, do estudo de Oldham e Cummings (1996) na Academy of Management Journal, mostrou que o uso de música ambiente em tarefas repetitivas melhora o bem-estar dos funcionários, aumentando o rendimento e a satisfação. A pesquisa indicou que a música permite uma pausa emocional e pode reduzir a sensação de monotonia, ajudando as pessoas a enfrentarem melhor os desafios do dia a dia.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           4. Música como Ferramenta de Resistência e Apoio Emocional
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nos contextos de trabalho onde há um clima opressor, a música pode ser uma forma de resistência e apoio emocional. Um artigo no International Journal of Work Organisation and Emotion discute o uso da música como um refúgio emocional em ambientes estressantes. Colaboradores expostos a uma liderança rígida, muitas vezes, recorrem à música como uma maneira de “escapar” mentalmente e restaurar o equilíbrio emocional.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esses estudos sugerem que, em ambientes onde a liderança se distancia da humanização, a música pode representar uma forma de apoio não verbal, ajudando os trabalhadores a se manterem mais equilibrados emocionalmente e proporcionando um alívio psicológico em meio a práticas de liderança menos empáticas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Essas pesquisas fundamentam a ideia de que a música não só promove bem-estar, mas também contribui para a criação de ambientes de trabalho que valorizam o ser humano, tanto em cenários favoráveis quanto em ambientes mais desafiadores. A música atua como uma ferramenta de empatia, alívio emocional e conexão entre colegas, criando uma cultura de trabalho mais acolhedora e resiliente
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/d64739b6/dms3rep/multi/20231211_120617.jpg" length="748076" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Tue, 05 Nov 2024 23:54:48 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.serenataecia.com.br/a-musica-no-trabalho</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/d64739b6/dms3rep/multi/20231211_120617.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/d64739b6/dms3rep/multi/20231211_120617.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>"Poder e Preconceito: Quando o Trabalho Dignifica ou Destrói"</title>
      <link>https://www.serenataecia.com.br/poder-e-preconceito-quando-o-trabalho-dignifica-ou-destroi</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           "Dignidade ou Desumanização: O Papel do Poder nas Empresas"
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;a href="/"&gt;&#xD;
    &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/d64739b6/dms3rep/multi/20231211_120422.jpg"/&gt;&#xD;
  &lt;/a&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Essas críticas buscam evidenciar que o ambiente de trabalho pode ser um lugar de crescimento e dignificação ou um cenário de abuso e opressão, dependendo de como o poder e a liderança são exercidos. O verdadeiro líder é aquele que usa seu poder para incentivar e valorizar, promovendo um ambiente de respeito e realização, enquanto o líder autoritário e preconceituoso destrói o ambiente e, com isso, o potencial de crescimento de sua própria empresa.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           1. O Poder como Ferramenta de Crescimento vs. Ferramenta de Opressão
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No ambiente de trabalho, o poder pode ser utilizado para inspirar e elevar o potencial das pessoas ou para subjugar e controlar. Nas organizações que veem o poder como uma ferramenta para o crescimento coletivo, líderes procuram capacitar seus colaboradores, oferecendo oportunidades para que cada um explore suas habilidades e alcance novas realizações. Nesses locais, a liderança é vista como um guia que pavimenta o caminho do progresso, tornando o trabalho um meio de dignidade e desenvolvimento pessoal.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em contrapartida, existem aqueles que, detentores de posições de liderança, usam o poder para intimidar e subjugar, alimentando uma cultura de medo e controle. Essa tirania muitas vezes surge de inseguranças pessoais ou da busca por autoafirmação, mas seus efeitos são devastadores: colaboradores se sentem menosprezados, humilhados, e o ambiente de trabalho se torna um lugar onde o potencial humano é sufocado.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           2. Meritocracia vs. Preconceito Estrutural
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A meritocracia é frequentemente exaltada em discursos corporativos, mas na prática, muitas vezes serve para camuflar desigualdades e preconceitos estruturais. Enquanto algumas empresas tentam de fato recompensar o mérito e o desempenho, outras, apenas pregando meritocracia, na verdade perpetuam privilégios, dando oportunidades e avanços apenas a quem já pertence a determinados círculos de influência ou perfis.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nesses ambientes, preconceitos de gênero, raça e classe ainda são barreiras escondidas por discursos vazios de "igualdade de oportunidades". O preconceito estrutural não só limita o crescimento dos mais talentosos, mas também prejudica o progresso da própria empresa, que perde a chance de aproveitar a diversidade e a criatividade que advêm de backgrounds variados. Essas barreiras transformam o trabalho em um local onde pessoas muitas vezes se veem desvalorizadas por questões que não deveriam importar.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           3. Humanização vs. Desumanização
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Empresas verdadeiramente preocupadas com a humanização no trabalho criam ambientes em que os colaboradores sentem-se respeitados, ouvidos e valorizados. Esse respeito cria laços de confiança e motiva as pessoas a darem o melhor de si. A humanização no trabalho é vista em práticas como horários flexíveis, apoio à saúde mental e valorização da opinião dos trabalhadores.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Entretanto, empresas que ignoram a humanização transformam o ambiente de trabalho em uma experiência desgastante e, muitas vezes, desumana. Quando a busca por produtividade é cega, e a lógica é de extrair o máximo de cada trabalhador sem oferecer nada em troca, as pessoas são vistas apenas como engrenagens. Esse modelo, geralmente promovido por líderes tirânicos e inflexíveis, trata a força de trabalho como recurso descartável, e a saúde e dignidade dos trabalhadores ficam em segundo plano, quando não são completamente ignoradas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           4. Transparência e Ética vs. Manipulação e Abuso de Poder
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Empresas comprometidas com a transparência constroem relacionamentos de confiança com seus funcionários, comunicando com clareza suas políticas, decisões e expectativas. Esse tipo de conduta ética dignifica os trabalhadores, que se sentem valorizados e parte essencial do propósito da empresa.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por outro lado, em ambientes onde a manipulação e o abuso de poder dominam, o que se vê são chefes autoritários que escondem informações, manipulam dados e mudam as regras conforme suas conveniências. Esse tipo de abuso desmotiva e cria um ciclo de alienação e descrença, onde o trabalhador se sente um simples joguete. Nessas empresas, o clima é de constante tensão e insegurança, onde as pessoas precisam se proteger e se blindar da falta de ética e de transparência que permeia o sistema.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           5. Inclusão vs. Exclusão e Discriminação
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Empresas que promovem inclusão e diversidade fazem com que cada colaborador sinta que sua presença e contribuição são essenciais. Essa valorização da diversidade não apenas gera um ambiente mais justo e acolhedor, mas também promove inovação e crescimento sustentável.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Entretanto, há locais onde a discriminação é latente, seja ela sutil ou explícita. Nesses lugares, líderes autoritários deixam claro seu preconceito, criando ambientes tóxicos onde os colaboradores são julgados e excluídos por sua origem, orientação sexual, gênero ou outros fatores irrelevantes para o desempenho profissional. A exclusão e a discriminação não apenas ferem a dignidade dos trabalhadores, mas também destroem a própria cultura da empresa, enfraquecendo o senso de pertencimento e o espírito de colaboração.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/d64739b6/dms3rep/multi/20231211_120205.jpg" length="273682" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Tue, 05 Nov 2024 23:35:21 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.serenataecia.com.br/poder-e-preconceito-quando-o-trabalho-dignifica-ou-destroi</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/d64739b6/dms3rep/multi/20231211_120205.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/d64739b6/dms3rep/multi/20231211_120205.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Como a música influi na alta gastronomia</title>
      <link>https://www.serenataecia.com.br/como-a-musica-influi-na-alta-gastronomia</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Comidas, vinhos e canções
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/d64739b6/dms3rep/multi/bad393413f57ed4d920c3fe889038faf_65860dbed0743.jpg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           The body content of your post goes here. To edit this text, click on it and delete this default text and start typing your own or paste your own from a different source.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/d64739b6/dms3rep/multi/77d170325c62272a44371502c358b2d6_65860446389af.jpg" length="293229" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Thu, 31 Oct 2024 21:26:10 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.serenataecia.com.br/como-a-musica-influi-na-alta-gastronomia</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/d64739b6/dms3rep/multi/77d170325c62272a44371502c358b2d6_65860446389af.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/d64739b6/dms3rep/multi/77d170325c62272a44371502c358b2d6_65860446389af.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Como estimular a criatividade e a socialização nas empresas através da musica</title>
      <link>https://www.serenataecia.com.br/como-estimular-a-criatividade-e-a-socializacao-nas-empresas-atraves-da-musica</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    
          Título Novo
         &#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/d64739b6/dms3rep/multi/464575628_8728840690516425_7430665761482584663_n.jpg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Atividades musicais podem ser um ótimo recurso para motivar e engajar funcionários, promovendo um ambiente de trabalho mais colaborativo e estimulando a criatividade e o bem-estar. Aqui estão algumas ideias de atividades musicais que podem ser implementadas em empresas:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Oficinas de Ritmo e Percussão: Ensinar o uso de instrumentos de percussão para os funcionários cria um momento de interação onde a cooperação é fundamental para formar um ritmo conjunto, trabalhando a sincronia e o foco da equipe.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Coral Corporativo: A formação de um coral é uma atividade de equipe que desenvolve a escuta ativa, melhora a respiração e promove a socialização. Também pode envolver apresentações em eventos internos ou em datas comemorativas, o que aumenta a integração.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sessões de Musicoterapia: Com um musicoterapeuta guiando a sessão, os funcionários podem expressar emoções através de sons, aprender a relaxar e fortalecer sua autoconfiança. Essa prática pode ajudar a reduzir o estresse e melhorar a saúde mental.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Karaokê Interativo: Um dia de karaokê, onde os funcionários cantam suas músicas favoritas, é uma atividade descontraída que ajuda a quebrar a rotina e proporciona momentos de descontração, ampliando o relacionamento interpessoal e a comunicação.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Roda de Serenatas: Inspirada em serenatas, essa roda permite que os funcionários dediquem músicas uns aos outros, promovendo o respeito, a valorização pessoal e a conexão emocional. Essa atividade é personalizada e pode ser usada em momentos especiais, como aniversários.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Oficina de Composição de Jingles: Em uma atividade criativa, os colaboradores podem criar jingles que representem a missão e os valores da empresa. Isso incentiva o trabalho em equipe e a criatividade, além de fortalecer o vínculo com a cultura organizacional.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sessões de Relaxamento com Música ao Vivo: Trazer músicos ao vivo para momentos de pausa ou ao final do expediente é uma ótima maneira de relaxar, proporcionando uma pausa mental aos colaboradores.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Essas atividades não apenas elevam o moral, mas também ajudam na construção de equipes mais coesas e colaborativas. Além disso, incentivam habilidades como comunicação, resolução de problemas, criatividade e empatia, essenciais para um bom ambiente de trabalho.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/d64739b6/dms3rep/multi/IMG_20190522_154356410_HDR.jpg" length="446718" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Thu, 31 Oct 2024 21:14:57 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.serenataecia.com.br/como-estimular-a-criatividade-e-a-socializacao-nas-empresas-atraves-da-musica</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/d64739b6/dms3rep/multi/IMG_20190522_154356410_HDR.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/d64739b6/dms3rep/multi/IMG_20190522_154356410_HDR.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Os impactos da música para o cérebro</title>
      <link>https://www.serenataecia.com.br/os-impactos-da-musica-para-o-cerebro</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           This is a subtitle for your new post
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/d64739b6/dms3rep/multi/f560ce325f22734846799ee3688ef404.jpg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A música tem um impacto profundo no cérebro, ativando diversas regiões associadas às emoções, memória, criatividade e até à nossa resposta física. Aqui estão as principais áreas do cérebro que se beneficiam com a música e como elas respondem:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           1.     Córtex Auditivo: Localizado nos lobos temporais, o córtex auditivo é responsável por processar os sons, incluindo os elementos básicos da música, como ritmo, tom e melodia. Ele é o primeiro a ser ativado quando ouvimos música e ajuda a identificar as características do som.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           2.     Sistema Límbico (Amígdala e Hipocampo): Este sistema, especialmente a amígdala e o hipocampo, é o centro das emoções e da memória emocional. A música pode provocar respostas emocionais intensas, como alegria, tristeza ou nostalgia, e ajudar a consolidar memórias. Por exemplo, uma música que você ouviu durante um momento importante pode trazer essas lembranças com força quando ouvida novamente.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           3.     Núcleo Accumbens e Estriado Ventral: Associado à recompensa e ao prazer, o núcleo accumbens libera dopamina, um neurotransmissor que gera sensações de bem-estar e prazer, especialmente quando ouvimos músicas que gostamos. Esta região é a mesma que é ativada durante atividades prazerosas, como comer ou se socializar, reforçando o efeito positivo da música.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           4.     Córtex Pré-Frontal: Envolvido no processamento de decisões, controle emocional e foco, o córtex pré-frontal é ativado ao ouvir música, ajudando a regular nossas respostas emocionais. Ele também é fundamental no planejamento de atividades e na expressão da personalidade, tornando a música uma ferramenta útil para a criatividade e tomada de decisões.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           5.     Cerebelo: Localizado na parte de trás do cérebro, o cerebelo é responsável pelo movimento e pela coordenação. Quando ouvimos música com ritmo marcante, ele ativa o nosso sistema motor, o que nos faz querer dançar, bater o pé ou acompanhar o ritmo de alguma forma.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           6.     Córtex Motor e Córtex Sensorial: O córtex motor se envolve quando tocamos um instrumento ou mesmo ao acompanharmos a batida da música. O córtex sensorial, por outro lado, ajuda a processar a resposta física e os estímulos corporais à música, como o prazer de ouvir um som ou o toque de um instrumento.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           7.     Córtex Parietal: Este é ativado quando a música nos leva a imagens mentais ou ao processamento espacial. É por isso que a música pode evocar imagens visuais ou fazer-nos sentir como se estivéssemos "viajando" por cenários imaginários.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Benefícios Cognitivos e Emocionais
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A música estimula o cérebro de maneira integrada e, por isso, é usada terapeuticamente para melhorar o humor, aliviar o estresse e até auxiliar na recuperação de funções cognitivas em pessoas com problemas neurológicos. Além disso, o estímulo de várias áreas simultaneamente pode melhorar habilidades como criatividade, memória e até habilidades motoras em músicos, contribuindo para um cérebro mais saudável e ágil.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/d64739b6/dms3rep/multi/la-musique-aiderait-a-la-concentration-et.jpg" length="90133" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Thu, 31 Oct 2024 20:48:23 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.serenataecia.com.br/os-impactos-da-musica-para-o-cerebro</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/d64739b6/dms3rep/multi/la-musique-aiderait-a-la-concentration-et.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/d64739b6/dms3rep/multi/la-musique-aiderait-a-la-concentration-et.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>A música atuando no rendimento e nos comportamento</title>
      <link>https://www.serenataecia.com.br/a-musica-atuando-no-rendimento-e-nos-comportamento</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Serenata &amp;amp; Cia no dia dos professores
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/d64739b6/dms3rep/multi/Abrir.jpg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A PLoS ONE é uma renomada revista científica de acesso aberto publicada pela Public Library of Science (PLoS), uma organização sem fins lucrativos fundada nos Estados Unidos. A PLoS ONE publica pesquisas revisadas por pares em uma ampla gama de áreas científicas, incluindo psicologia, biologia, medicina, ciências sociais e muito mais. Ela é conhecida por sua política de acesso aberto, permitindo que pesquisas científicas sejam acessíveis a todos, o que facilita a disseminação do conhecimento e o avanço científico global.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O estudo da PLoS ONE, conduzido por pesquisadores da Universidade de Radboud na Holanda, investigou a influência da música no estímulo da criatividade e da resolução de problemas, com foco em como diferentes tipos de música podem ativar o pensamento criativo em tarefas do cotidiano, algo muito valorizado em ambientes corporativos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Principais Resultados
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os pesquisadores dividiram os participantes em grupos que ouviram diferentes estilos de música (feliz, triste, calma e estimulante) e também um grupo de controle, que trabalhou em silêncio. Eles analisaram duas formas de pensamento criativo:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ol&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Pensamento Divergente: Que é a capacidade de gerar várias ideias ou soluções criativas para um problema.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Pensamento Convergente: Que é a habilidade de chegar a uma solução específica e eficaz.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ol&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O estudo concluiu que:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Músicas felizes (com melodias alegres e ritmo rápido) melhoraram significativamente o pensamento divergente. Os participantes que ouviram músicas com esse estilo apresentaram ideias mais inovadoras e soluções mais diversificadas, o que é extremamente útil para tarefas que exigem novas perspectivas ou brainstorming.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Músicas calmas também tiveram um impacto positivo, ajudando no pensamento convergente e na solução de problemas analíticos. Elas favoreceram a concentração e um estado de calma mental, reduzindo distrações e ajudando os participantes a se concentrarem em tarefas complexas.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Aplicação Prática em Empresas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para as empresas, esse estudo mostra que a música pode ser usada de maneira estratégica para melhorar a criatividade e a produtividade. Por exemplo:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Em sessões de brainstorming: A música alegre pode incentivar a geração de ideias inovadoras.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Em tarefas analíticas: A música calma pode ajudar os colaboradores a se concentrarem em problemas complexos, reduzindo a pressão e favorecendo a concentração.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Relevância para a Humanização Corporativa
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Este estudo destaca como a música pode ser mais do que um pano de fundo; ela pode influenciar ativamente o desempenho dos colaboradores e contribuir para um ambiente mais estimulante e acolhedor. Isso reforça a humanização nas empresas ao criar um espaço que apoia o bem-estar e valoriza o potencial criativo de cada colaborador.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/d64739b6/dms3rep/multi/20241019_133310.jpg" length="280177" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Thu, 31 Oct 2024 20:32:59 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.serenataecia.com.br/a-musica-atuando-no-rendimento-e-nos-comportamento</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/d64739b6/dms3rep/multi/20241019_133310.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/d64739b6/dms3rep/multi/20241019_133310.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Os benefícios da música no local de trabalho</title>
      <link>https://www.serenataecia.com.br/os-beneficios-da-musica-no-local-de-trabalho</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    
          Título Novo
         &#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/d64739b6/dms3rep/multi/20241019_163429.jpg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Diversos estudos demonstram os impactos positivos da música no ambiente corporativo e no bem-estar dos colaboradores. Aqui estão alguns exemplos notáveis:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           1.     Estudo sobre Música e Estresse: Uma pesquisa publicada no Journal of Music Therapy mostrou que a música tem um efeito calmante que ajuda a reduzir os níveis de cortisol, o hormônio do estresse, em diferentes contextos, inclusive no ambiente de trabalho. A música promove relaxamento, diminui a pressão arterial e reduz o nível de estresse, melhorando o foco e o desempenho dos colaboradores.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           2.     Impacto na Produtividade e no Humor: A Universidade de Miami realizou um estudo mostrando que pessoas que trabalham enquanto escutam música produzem mais e apresentam maior precisão em suas tarefas. Esse efeito se dá pela influência positiva da música no humor, o que aumenta a motivação e cria um ambiente mais agradável para os colaboradores.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           3.     Socialização e Sentimento de Pertencimento: Pesquisas de psicologia social apontam que experiências coletivas envolvendo música, como participar de apresentações ou ouvir música em grupo, estimulam o sentimento de pertencimento e coesão social. Um estudo da Universidade de Oxford concluiu que a música aumenta o nível de endorfinas e cria uma sensação de vínculo entre os participantes, promovendo uma cultura de colaboração e empatia.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           4.     Criatividade e Resolução de Problemas: Um estudo da PLoS ONE, conduzido por pesquisadores da Universidade de Radboud na Holanda, descobriu que a música alegre pode estimular o pensamento criativo e a resolução de problemas. No ambiente corporativo, isso é especialmente valioso para equipes que dependem de inovação e ideias originais.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           5.     Humanização e Saúde Mental: Pesquisas feitas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Relatório Global Happiness and Well-being Policy sugerem que programas de bem-estar com música e arte em empresas têm efeitos positivos sobre a saúde mental dos colaboradores, reduzindo a ansiedade e aumentando a satisfação no trabalho.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esses estudos indicam que a música não apenas proporciona prazer e relaxamento, mas também fortalece laços interpessoais, incentiva a criatividade e contribui para o bem-estar geral, tornando-se uma ferramenta valiosa de humanização nas empresas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           1.     Música e Saúde Mental no Ambiente de Trabalho: Um estudo realizado pela American Psychological Association (APA) destacou que ambientes corporativos que adotam programas de música reportam uma diminuição nas taxas de ansiedade e burnout entre os colaboradores. A música é considerada uma intervenção terapêutica eficaz que contribui para o bem-estar mental, o que resulta em menor rotatividade e menor absenteísmo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           2.     Efeito da Música na Produtividade e Precisão: Um experimento conduzido pela Universidade de Windsor, no Canadá, concluiu que profissionais de TI que escutam música enquanto trabalham completam tarefas de maneira mais rápida e cometem menos erros, especialmente em tarefas repetitivas ou de média complexidade. Este estudo indica que a música pode contribuir diretamente para a produtividade ao promover um estado de fluxo mental e ao reduzir distrações.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           3.     Música e Clima Organizacional: Em um estudo realizado pela Universidade de Cornell, foi observado que ambientes corporativos que tocavam música durante o expediente reportaram níveis mais altos de satisfação entre os colaboradores. Os pesquisadores apontaram que a música influencia o clima organizacional ao criar um ambiente mais acolhedor e relaxante, o que impacta diretamente o humor e as relações interpessoais.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           4.     Música para Melhoria do Humor e Resiliência: Pesquisas da Universidade de Groningen, na Holanda, indicam que a música afeta significativamente o humor dos indivíduos, o que pode alterar suas percepções sobre o ambiente de trabalho. A pesquisa descobriu que colaboradores expostos a músicas alegres ou tranquilas reportaram uma maior disposição para colaborar, resolver conflitos e adotar uma postura mais resiliente diante de desafios.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           5.     Música e Redução da Fadiga Mental: Um estudo da International Journal of Nursing Studies avaliou o impacto da música na redução de fadiga mental entre profissionais da saúde, um grupo frequentemente exposto a altos níveis de estresse. Os resultados sugeriram que ouvir música relaxante durante o trabalho reduziu significativamente a fadiga e aumentou a concentração, um achado relevante também para ambientes corporativos exigentes.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           6.     Estímulo à Criatividade e Inovação: Pesquisas da Universidade de Stanford e da Academy of Management revelaram que a música pode estimular o pensamento criativo, especialmente em atividades que exigem inovação. A música moderada, em especial, foi apontada como indutora de novos pensamentos e associações, criando um ambiente que facilita a criação de ideias inovadoras.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           7.     Humanização e Saúde Emocional: Um estudo publicado no Arts in Psychotherapy Journal demonstrou que a música contribui para a humanização das relações de trabalho ao promover a saúde emocional e ao criar um ambiente de afeto e acolhimento. Empregadores que implementam ações musicais em seu espaço de trabalho notaram um fortalecimento dos laços entre equipes e um clima de empatia e respeito.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esses estudos mostram como a música pode desempenhar um papel multifacetado nas empresas: da redução do estresse e da fadiga à melhoria do humor e à promoção de inovação. Incorporar a música pode, portanto, ser uma estratégia poderosa para cultivar um ambiente de trabalho mais humano, saudável e produtivo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Aqui estão mais estudos aprofundados que mostram a importância e os efeitos da música em ambientes corporativos e no bem-estar dos colaboradores:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ol&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Música e Empatia no Trabalho: Um estudo da University of Helsinki, publicado no Frontiers in Psychology, mostrou que a música aumenta a empatia entre colaboradores. Exposições regulares à música em contextos de grupo criaram uma maior percepção das necessidades e emoções alheias, promovendo uma cultura de respeito e entendimento. Isso é particularmente relevante para a humanização, pois reforça o valor da conexão emocional no trabalho.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ol&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
             2. Impacto na Capacidade de Concentração e Realização de Tarefas: Uma pesquisa do Massachusetts Institute of Technology (MIT) demonstrou que a música de fundo pode melhorar o desempenho em tarefas que exigem alta concentração, especialmente para indivíduos que realizam tarefas analíticas ou repetitivas. O estudo destacou que a música instrumental pode ser particularmente eficaz, ajudando na criação de um ambiente de trabalho mais calmo e propício à concentração, e influenciando positivamente a produtividade.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           3. Música e Diminuição do Absenteísmo: Um estudo realizado pela Queen’s University no Canadá verificou que empresas que incorporam a música em atividades de bem-estar notam uma diminuição no absenteísmo. O estudo atribui isso à capacidade da música de melhorar o humor e reduzir a ansiedade, incentivando os colaboradores a se sentirem mais engajados e felizes no trabalho, o que, por sua vez, diminui as ausências.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           4. Aprimoramento do Processo de Socialização e Integração de Novos Colaboradores: Um estudo da Society for Human Resource Management (SHRM) apontou que ações musicais nas empresas ajudam a integrar novos colaboradores, facilitando o processo de socialização. A música proporciona um ambiente menos formal e ajuda a quebrar o gelo, tornando o ambiente mais acolhedor e reduzindo o tempo de adaptação dos novos integrantes.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           5. Aumento de Criatividade e Solução de Problemas Complexos: A Universidade de Birmingham conduziu uma pesquisa que explorou o papel da música no pensamento lateral, uma habilidade essencial para resolução de problemas complexos. O estudo concluiu que a música pode estimular um tipo de pensamento mais associativo, ajudando colaboradores a encontrarem soluções inovadoras para desafios. A pesquisa observou que músicas mais leves ou alegres são especialmente benéficas para atividades criativas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           6. Impacto da Música na Resiliência e Motivação: Um estudo da Harvard Business Review analisou como a música influencia a motivação dos colaboradores em empresas de alta pressão. A pesquisa mostrou que ações musicais planejadas ajudam a cultivar a resiliência emocional, essencial em cenários desafiadores. Os resultados indicam que ouvir música em momentos específicos (como pausas programadas) ajudou a recarregar a energia dos colaboradores e aumentou a motivação para retomar o trabalho com mais vigor.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           7. Música e Promoção do Bem-Estar em Ambientes de Alta Performance: Uma pesquisa publicada no International Journal of Workplace Health Management concluiu que a música no ambiente corporativo pode reduzir o impacto negativo do estresse em ambientes de alta performance, como o setor financeiro e jurídico. A exposição à música em determinados horários diminuiu a pressão e melhorou o bem-estar geral dos colaboradores, contribuindo para uma cultura organizacional mais equilibrada e humana.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           8. Música e Estabelecimento de Identidade Cultural nas Empresas: Um estudo da University of Southern California destacou que a escolha musical apropriada pode ajudar a construir uma identidade cultural única nas empresas. Organizações que incorporaram estilos musicais específicos, de acordo com seus valores e missões, viram uma maior identificação dos colaboradores com a empresa, fortalecendo o engajamento e o sentido de pertencimento.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esses estudos reforçam que a música pode ser mais do que um elemento de entretenimento: ela é uma ferramenta estratégica para a promoção de um ambiente de trabalho mais humano, que valoriza a empatia, reduz o estresse e incentiva a criatividade e a motivação, com impactos diretos no clima organizacional e no engajamento dos colaboradores.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/d64739b6/dms3rep/multi/IMG_20181122_165853010.jpg" length="326493" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Thu, 31 Oct 2024 20:27:30 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.serenataecia.com.br/os-beneficios-da-musica-no-local-de-trabalho</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/d64739b6/dms3rep/multi/IMG_20181122_165853010.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/d64739b6/dms3rep/multi/IMG_20181122_165853010.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>A música pode interferir no comportamento de todos no restaurante?</title>
      <link>https://www.serenataecia.com.br/a-musica-pode-interferir-no-comportamento-de-todos-no-restaurante</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A música é elemento importante a se considerar na gastronomia
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/d64739b6/dms3rep/multi/IMG-20230407-WA0020.jpg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Há diversos estudos que exploram a influência da música no comportamento de consumidores em restaurantes e outros ambientes comerciais. Vou citar alguns dos mais relevantes:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ol&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Estudo da Universidade de Leicester (Reino Unido): Este estudo analisou a relação entre o tipo de música tocada em um ambiente de consumo e o valor gasto pelos clientes. Foi constatado que a música clássica levou os clientes a gastarem mais em restaurantes de alta gastronomia, pois evoca uma atmosfera de sofisticação, aumentando o valor percebido dos pratos e vinhos.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Pesquisa da Cornell University sobre volume e ritmo musical: Conduzido pela Cornell, este estudo focou em como o volume e o ritmo da música afetam o comportamento de consumo. Ele observou que músicas de ritmo mais lento incentivam os clientes a passar mais tempo no restaurante, consumindo mais bebidas e itens do menu. Em contrapartida, músicas rápidas aumentaram a rotatividade dos clientes, ideal para restaurantes que priorizam o volume de atendimento.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Estudo publicado na Journal of Culinary Science &amp;amp; Technology: Este artigo analisou a influência da música sobre a percepção de sabor e prazer da refeição. Descobriu-se que músicas mais leves e instrumentais ajudam os clientes a focarem na experiência gastronômica, realçando os sabores e texturas dos pratos. Sons disruptivos ou muito altos, ao contrário, tendem a prejudicar essa percepção e causar distração, resultando em menor satisfação.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Pesquisa da Hospitality Research Journal sobre alinhamento da música com a identidade da marca: A pesquisa mostra que músicas alinhadas ao tema e conceito do restaurante – como jazz em um bar sofisticado ou música italiana em uma cantina – aumentam a percepção de autenticidade e reforçam a identidade da marca. A música correta também influencia a fidelidade dos clientes, que tendem a retornar ao local em função da experiência integrada.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Estudo da American Psychological Association (APA) sobre efeitos emocionais da música: A APA publicou uma pesquisa sobre o impacto da música no humor e no estresse. Músicas suaves e com ritmos harmônicos reduzem o estresse e criam um ambiente mais acolhedor e relaxante, influenciando positivamente o humor tanto dos clientes quanto da equipe de atendimento. Esse impacto emocional contribui para um melhor atendimento e aumenta a satisfação dos clientes.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ol&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esses estudos demonstram a importância de uma trilha sonora bem planejada para o sucesso dos restaurantes, reforçando que a música pode melhorar tanto a experiência dos clientes quanto o ambiente geral, impactando o comportamento de consumo e a fidelização.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/d64739b6/dms3rep/multi/20231217_130726.jpg" length="649473" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Wed, 30 Oct 2024 14:16:58 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.serenataecia.com.br/a-musica-pode-interferir-no-comportamento-de-todos-no-restaurante</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/d64739b6/dms3rep/multi/20231217_130726.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/d64739b6/dms3rep/multi/20231217_130726.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Como a música pode influir na alta gastronomia</title>
      <link>https://www.serenataecia.com.br/como-a-musica-pode-influir-na-alta-gastronomia</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Melhore sua experiência gastronômica escolhendo a playlist ideal
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/d64739b6/dms3rep/multi/20240923_215617.jpg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A influência da música no comportamento dos consumidores também é um tema relevante quando se trata de ambientes de alta gastronomia, conhecidos como "restaurantes gourmet" ou "alta cozinha". Em tais estabelecimentos, a escolha da música pode ter um impacto ainda mais significativo devido ao foco na experiência gastronômica e à expectativa de um serviço diferenciado. Aqui estão alguns estudos e observações que exploram esse tema:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Estudos e Observações sobre Música em Restaurantes de Alta Gastronomia
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;ol&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Estudo da Universidade de Birmingham: Este estudo investigou como a música afeta a percepção de qualidade em restaurantes de alta gastronomia. Os pesquisadores descobriram que a música clássica aumenta a percepção de sofisticação e qualidade dos pratos servidos. Os participantes relataram que, quando acompanhados de música clássica, estavam dispostos a pagar mais pela refeição.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Pesquisa da Cornell University sobre vinhos e música: Um estudo da Cornell University analisou como a música influencia a escolha do vinho em restaurantes. Os pesquisadores descobriram que a música clássica ou de jazz fazia com que os clientes escolhessem vinhos mais caros, aumentando o ticket médio. A atmosfera criada pela música ajudava a elevar a experiência geral de consumo.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Estudo publicado na Journal of Consumer Research: Este estudo abordou como a música pode alterar a percepção de sabor e prazer. Os resultados mostraram que a música suave e harmônica não só melhora a experiência sensorial da refeição, mas também aumenta a satisfação geral do cliente. Em ambientes de alta gastronomia, onde a apresentação e a experiência são fundamentais, a música desempenha um papel crucial.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Estudo da University of Southern California sobre ambiente e comportamento: Pesquisadores da USC exploraram como o ambiente (incluindo a música) afeta as decisões de compra em restaurantes gourmet. A música era um dos fatores-chave que influenciavam a percepção de qualidade e autenticidade. Quando a música estava alinhada ao tema do restaurante (como música francesa em um bistrô), os clientes se sentiam mais conectados à experiência e dispostos a gastar mais.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Observação da Harvard Business Review sobre experiências gastronômicas: Em um artigo da HBR, especialistas discutiram como restaurantes de alta gastronomia devem criar experiências sensoriais completas. A música é um elemento essencial, pois não apenas define a atmosfera, mas também impacta as emoções e a disposição dos clientes. A combinação de pratos elaborados com uma trilha sonora bem escolhida pode transformar uma refeição em um evento memorável.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ol&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Considerações Finais
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A música em restaurantes de alta gastronomia desempenha um papel fundamental na criação de uma experiência sofisticada e envolvente. Ela influencia as percepções de qualidade e satisfação dos clientes, aumentando a disposição para gastar mais e criando uma atmosfera que valoriza a arte culinária. A escolha cuidadosa da música não só realça a identidade do restaurante, mas também melhora a conexão emocional dos clientes com a experiência gastronômica.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/d64739b6/dms3rep/multi/20240923_215626.jpg" length="488086" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Wed, 30 Oct 2024 14:08:07 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.serenataecia.com.br/como-a-musica-pode-influir-na-alta-gastronomia</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/d64739b6/dms3rep/multi/20240923_215626.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/d64739b6/dms3rep/multi/20240923_215626.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>A música e seus efeitos para os autistas</title>
      <link>https://www.serenataecia.com.br/a-musica-e-seus-efeitos-para-os-autistas</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Saiba como a música auxilia em vários aspectos mentais e emocionais
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/d64739b6/dms3rep/multi/WhatsApp+Image+2021-07-08+at+17.08.52.jpeg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A música tem se mostrado uma ferramenta poderosa para beneficiar crianças e adultos com autismo, promovendo a comunicação, a socialização e a regulação emocional. A seguir, são apresentados os principais benefícios da música para pessoas autistas, juntamente com estudos que respaldam essas observações:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Benefícios da Música para Crianças e Adultos Autistas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;ol&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Melhora na Comunicação:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ol&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Estímulo à Linguagem: A música pode ajudar a desenvolver habilidades linguísticas, uma vez que melodias e rimas facilitam a memorização de palavras e frases. As canções podem incentivar a vocalização e a repetição, essencial para a prática da fala.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Estudo: Um estudo da University of Miami encontrou que a musicoterapia ajudou crianças com autismo a melhorar suas habilidades de comunicação verbal, tornando-as mais abertas à interação social.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;ol&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Regulação Emocional:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ol&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Redução da Ansiedade: A música pode ajudar a acalmar e a regular as emoções, proporcionando um ambiente seguro e previsível. O uso de música suave pode ser especialmente benéfico em momentos de estresse ou sobrecarga sensorial.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Estudo: Uma pesquisa publicada na Journal of Music Therapy demonstrou que a musicoterapia reduziu significativamente os níveis de ansiedade em crianças autistas durante sessões de terapia.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;ol&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Aprimoramento das Habilidades Sociais:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ol&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Interação Social: Atividades musicais em grupo, como cantar ou tocar instrumentos, promovem a interação social e ajudam as crianças a aprender sobre turnos e colaboração.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Estudo: Um estudo realizado na Universidade de Anglia do Leste mostrou que a participação em atividades musicais em grupo ajudou crianças autistas a desenvolver habilidades sociais, como a turn-taking (tomada de turnos) e a empatia.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;ol&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Aprimoramento Cognitivo e Motor:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ol&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Desenvolvimento Cognitivo: A música pode estimular áreas do cérebro relacionadas à atenção, memória e habilidades motoras. Aprender a tocar um instrumento, por exemplo, pode melhorar a coordenação motora fina e as habilidades cognitivas.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Estudo: Uma pesquisa publicada na Psychology of Music revelou que a aprendizagem musical está associada ao desenvolvimento de habilidades cognitivas e motoras em crianças autistas, resultando em melhorias na memória e no foco.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;ol&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Promoção da Expressão Criativa:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ol&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Expressão Emocional: A música permite que as crianças autistas expressem emoções de maneiras que podem ser mais difíceis através da fala. Isso pode incluir a improvisação musical ou a composição de canções, que servem como um outlet criativo.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Estudo: Um estudo de Geraldine P. H. Gunter na International Journal of Music Education indicou que a improvisação musical ajuda crianças autistas a se expressarem emocionalmente, permitindo uma comunicação que não depende apenas da linguagem verbal.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;ol&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Estímulo Sensorial:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ol&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Integração Sensorial: A música pode ajudar na integração sensorial, proporcionando estímulos auditivos que são agradáveis e que podem ajudar a criança a se acostumar com sons variados, melhorando a resposta a diferentes estímulos sensoriais.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Estudo: A pesquisa na Journal of Autism and Developmental Disorders demonstrou que atividades musicais que envolvem movimento e som podem ajudar crianças autistas a melhorar sua consciência corporal e a resposta a estímulos sensoriais.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Conclusão
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A música, portanto, não é apenas uma forma de entretenimento, mas uma ferramenta terapêutica eficaz para crianças e adultos autistas. Ela pode facilitar a comunicação, melhorar a regulação emocional, desenvolver habilidades sociais e promover a expressão criativa. Esses benefícios são suportados por uma variedade de estudos, que demonstram a eficácia da musicoterapia e de atividades musicais como intervenções valiosas para indivíduos no espectro autista.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/d64739b6/dms3rep/multi/WhatsApp+Image+2021-07-08+at+17.08.52.jpeg" length="152671" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Wed, 30 Oct 2024 13:56:56 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.serenataecia.com.br/a-musica-e-seus-efeitos-para-os-autistas</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/d64739b6/dms3rep/multi/WhatsApp+Image+2021-07-08+at+17.08.52.jpeg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/d64739b6/dms3rep/multi/WhatsApp+Image+2021-07-08+at+17.08.52.jpeg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>A ORIGEM DA SERESTA NO BRASIL</title>
      <link>https://www.serenataecia.com.br/a-origem-da-seresta-no-brasil</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Serenata &amp;amp; Cia no Aniversário de Santo Amaro no teatro Paulo Eiró
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/d64739b6/dms3rep/multi/434836765_932375072226123_7423429289922986855_n-10ac6809.jpg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            História da Seresta
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Seresta foi um nome surgido no século XX, no Brasil, para rebatizar a mais antiga tradição de cantoria popular das cidades: a serenata. Ato de cantar canções de caráter sentimental a noite, pelas ruas, com parada obrigatória diante das casas das namoradas, a serenata já apareceria descrita em 1505 em Portugal por Gil Vicente na farsa Quem tem farelos?. No Brasil, o costume das serenatas seria referido pelo viajante francês Le Gentil de la Barbinais, de passagem por Salvador em 1717, ao contar em seu livro Nouveau voyage autour du monde que “à noite só se ouviam os tristes acordes das violas”, tocadas por portugueses (espadas escondidas sob os camisolões) a passear “debaixo dos balcões de suas amadas” cantando, de instrumento em punho, com “voz ridiculamente terna”.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Mais compreensivo, outro francês, o estudioso de literatura luso-brasileira Ferdinand Denis, registraria em livro de 1826 que “gente simples, trabalhadores, percorrem as ruas à noite repetindo modinhas comoventes, que não se consegue ouvir sem emoção”. Com a transformação dessa modinha, a partir do Romantismo, em canção sentimental típica das cidades em todo o Brasil (alguns poetas românticos foram compositores, outros tiveram seus versos musicados), tal tipo de canto, transformado desde o séc. XVIII quase em canção de câmara, volta a popularizar-se com a voga das serenatas acompanhadas por músicos de choro, a base de flauta, víolao e cavaquinho. Influenciadas pelas valsas, as modinhas têm então realçado seu tom de lamento na voz dos boêmios e mestiços capadócios cantadores de serenatas, por isso chamados de serenatistas e serenateiros. Assim, quando no séc. XX a serenata passa por evolução semântica a seresta (para confundir agora sob esse nome, muitas vezes, o ato de cantar com o gênero cantado), os cantores com voz apropriada ao sentimentalismo de serenatas ou serestas transformam-se, finalmente, em seresteiros.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Origem do gênero
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Conforme nos lembra o flautista brasileiro Carlos Poyares - na apresentação de seu disco Brasil, Seresta -, no passado, grupos de músicos, saindo das festas, detinham-se às janelas de suas pretendidas, para tocar e cantar madrugada a dentro, constituindo um costume boêmio que nós herdamos, como tantos outros, da Península Ibérica. Passando a denominar-se seresta, serenata ou sereno, essas primeiras manifestações, no Brasil, fizeram-se muito antes do lampião de gás, à luz da lua.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           De fato, a origem desse costume - de se evocar alguém (especialmente a pessoa amada) através dos versos - vem de muitos séculos atrás. Conforme o testemunho de cronistas medievais, na Pesínsula Ibérica (Portugal e Espanha), desde a Idade Média os trovadores e menestréis já costumavam entoar as famosas Cantigas ou Cantares, que compõem um vasto repertório lírico e também satírico: as Cantigas nem sempre tinham tom de romantismo, pois havia as Cantigas de Amigo, de Amor, destinadas aos amigos ou à amada, mas também as Cantigas de Escárnio e Cantigas de Mal-dizer, nas quais enviavam-se recados indelicados a desafetos pessoais, inclinando para o tom humorístico.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           As cantigas líricas medievais constituíam inicialmente atividades palacianas, cantadas para as damas dos castelos e palácios. Por essa razão, eram encaradas como hábitos aristocráticos, entoadas ao som de instrumentos denominados guitarras (século XIII) ou vihuela (viola espanhola - séculos XIV e XV). Aos poucos, entretanto, foram extrapolando os muros dos palácios e mesclando-se com manifestações populares, entre as novas camadas sociais urbanas que se formavam. Em Portugal, no início do século XVI, o autor teatral Gil Vicente compôs peças que mostravam cenas do processo de popularização, como os autos Quem tem Farelos? e Auto de Inês Pereira.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Os instrumentos também foram se modificando, surgindo uma variante simplificada da viola, tão difundida popularmente que, por volta de 1650, “D. Francisco Manuel de Melo já podia acusar a perda de prestígio do instrumento junto às pessoas de melhor qualificação da cidade, tão baixo descera seu uso na escala social. (...) As novidades de uma música produzida pela gente do povo das cidades, para atender às expectativas do lazer urbano, estava nascendo em Portugal de Quinhentos. E, tal como mais tarde viria a confirmar-se no Brasil, essa música popular surgia como criação das camadas mais humildes dos negros e brancos pobres das cidades, talvez por isso mesmo chamados de patifes”. (Em: História Social da Música Popular Brasileira, de José R. Tinhorão)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Conservatória
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Conservatória é conhecida nacionalmente como “A Cidade das Serestas”. Nesta cidade musical temos dois Hotéis Fazenda com 3 milhões de metros quadrados de área verde para voce desfrutar, com lindos jardins muito bem cuidados e toda infra-estrutura necessária para o seu lazer.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           A Vila das ruas sonoras- em cada casa uma canção- plaquinhas com músicas do cancioneiro popular são afixadas em cada casa da Vila. Calçada com pé- de- moleque. Tem o "túnel que chora", escavado por escravos para dar passagem antigo trem da Rede Ferroviária Federal. Hoje, chora de saudades. A antiga máquina "206" permanece viva na praça da antiga estação.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A diferença entre seresta e serenata: a primeira refere-se ao canto em ambiente fechado, a segunda, ao canto sob o sereno, à luz das estrelas e do luar. É a serenata que diferencia Conservatória de qualquer outro lugar do país. No entanto, divulgações equivocadas, referem-se a Conservatória como "Cidade das Serestas" quando o mais correto seria "Cidade das Serestas e Serenatas", ou simplesmente "Capital da Serenata", no dizer do jornalista Gianni Carta, em publicação na Inglaterra.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            Obs. Quem vem do Rio de Janeiro, pode também optar por outro trajeto: Avenida Brasil, Presidente Dutra(RioxSão Paulo), Nova Iguaçú, Serra das Araras, Piraí, Barra do Piraí, Ipiabas, Conservatória.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Ou se preferir, também pode pegar a Linha Vermelha e sair já direto na RioxSão Paulo, Nova Iguaçú, Serra das Araras, entrada para Piraí, Barra do Piraí, Ipiabas e finalmente Conservatória, num percurso de mais ou menos 160km. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/d64739b6/dms3rep/multi/20231211_120328.jpg" length="257948" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 25 Oct 2024 21:36:51 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.serenataecia.com.br/a-origem-da-seresta-no-brasil</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/d64739b6/dms3rep/multi/20231211_120328.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/d64739b6/dms3rep/multi/20231211_120328.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Serestas e Serenatas</title>
      <link>https://www.serenataecia.com.br/serestas-e-serenatas</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Serenata &amp;amp; Cia - gravando o comercial do Supermercado Violeta
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/d64739b6/dms3rep/multi/20240923_215626.jpg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A origem das serestas e serenatas no Brasil durante o Romantismo
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As serestas e serenatas são manifestações artísticas que surgiram no Brasil durante o século XIX, em pleno período do Romantismo. Nessa época, o país vivia um intenso movimento cultural, onde a música era uma forma de expressão muito valorizada.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O papel dos seresteiros na transmissão dos sentimentos românticos através da música
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os seresteiros eram os músicos responsáveis por transmitir os sentimentos de amor, saudade e paixão através da música. Com seus instrumentos como violões, violinos e flautas, eles criavam um clima romântico e envolvente, capaz de tocar os corações mais apaixonados.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os instrumentos utilizados nas serestas e serenatas: violões, violinos e flautas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os instrumentos utilizados nas serestas e serenatas eram escolhidos cuidadosamente para criar a atmosfera romântica desejada. O som suave do violão, a melodia do violino e a doce melodia da flauta se uniam para encantar os ouvintes e embalar os corações apaixonados.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Canções populares da época que marcaram as serestas e serenatas brasileiras
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As canções interpretadas durante as serestas e serenatas abordavam temas variados relacionados ao amor. Desde o amor correspondido até a desilusão amorosa, as músicas eram capazes de emocionar os ouvintes e transportá-los para um universo de sentimentos profundos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A influência das serestas e serenatas na cultura musical do Nordeste e Sudeste do Brasil
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A prática das serestas e serenatas foi muito difundida no Brasil, principalmente nas regiões Nordeste e Sudeste. Essa tradição musical deixou marcas profundas na cultura dessas regiões, influenciando estilos musicais como o choro, a bossa nova e a música popular brasileira.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A preservação da tradição das serestas e serenatas por grupos e artistas contemporâneos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mesmo com o passar dos anos, ainda é possível encontrar grupos e artistas que mantêm viva a tradição das serestas e serenatas. Eles se dedicam a preservar a história e a beleza dessas manifestações artísticas, levando ao público contemporâneo um pouco do encanto romântico que essas músicas carregam.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A importância histórica e artística das serestas e serenatas brasileiras
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As serestas e serenatas têm uma importância histórica e artística significativa para a música brasileira. Elas representam um período marcante do Romantismo, onde a música era uma forma de expressão intensa dos sentimentos mais profundos. Além disso, essas manifestações culturais contribuíram para a formação da identidade musical do Brasil, deixando um legado valioso para as gerações futuras.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Curiosidades sobre Serestas e Serenatas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A seresta é um gênero musical brasileiro que surgiu no século XIX, influenciado pela música europeia e africana.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            As serestas eram apresentadas em serenatas, que eram encontros musicais noturnos realizados em frente à casa da pessoa homenageada.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A serenata era uma forma de cortejar e conquistar a pessoa amada, sendo considerada uma expressão romântica da música brasileira.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Os seresteiros, músicos que se dedicavam às serenatas, geralmente eram acompanhados por violões, cavaquinhos, flautas e outros instrumentos de corda e sopro.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            As serenatas eram realizadas à luz de velas, criando um clima intimista e romântico.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Grandes compositores brasileiros, como Pixinguinha, Chiquinha Gonzaga e Radamés Gnattali, também contribuíram para o desenvolvimento das serestas.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A seresta teve seu auge nas décadas de 1930 e 1940, sendo muito popular em cidades do interior do Brasil.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Atualmente, ainda existem grupos e músicos que se dedicam à preservação e valorização da seresta, mantendo viva essa tradição musical brasileira.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A seresta é conhecida por suas melodias suaves e letras poéticas, que muitas vezes abordam temas como o amor, a saudade e a nostalgia.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Além do Brasil, a serenata também é uma tradição em outros países, como Portugal, Espanha e México.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Perguntas dos Visitantes:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           1. O que são serestas e serenatas?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          A
          &#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           s serestas e serenatas são formas de expressão musical que surgiram no Brasil no século XIX. Elas consistem em apresentações musicais noturnas, geralmente realizadas ao ar livre, com o intuito de declarar o amor e encantar corações.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           2. Qual é a origem das serestas e serenatas?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          E
          &#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ssa tradição musical tem suas raízes nas antigas tradições europeias, mas ganhou características próprias no Brasil. As serestas eram realizadas por grupos de músicos amadores ou profissionais que se reuniam para tocar e cantar canções românticas nas ruas e nas janelas das casas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           3. Quais são os instrumentos utilizados nas serestas?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          O
          &#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           s instrumentos mais comuns nas serestas incluem violão, violino, cavaquinho, flauta, bandolim e piano. Esses instrumentos criam uma atmosfera mágica e envolvente, transportando os ouvintes para um mundo de sonhos e emoções.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           4. Quais são as características das canções de seresta?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          A
          &#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           s canções de seresta são marcadas pela melodia suave e letras poéticas, geralmente abordando temas como o amor, a saudade e a nostalgia. Elas evocam sentimentos profundos e despertam emoções intensas nos ouvintes.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           5. Quais são os principais compositores de serestas no Brasil?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          E
          &#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ntre os grandes compositores de serestas no Brasil destacam-se nomes como Pixinguinha, Chiquinha Gonzaga, Nelson Gonçalves, Lupicínio Rodrigues e muitos outros. Eles deixaram um legado de belas melodias que até hoje encantam os corações apaixonados.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           6. Qual é a importância das serestas na cultura brasileira?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          A
          &#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           s serestas têm um papel fundamental na cultura brasileira, pois representam uma forma autêntica de expressão artística e emocional. Elas fazem parte da memória afetiva do povo brasileiro, relembrando tempos românticos e valorizando a música como forma de comunicação.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           7. Como eram organizadas as serenatas antigamente?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          A
          &#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ntigamente, as serenatas eram organizadas de forma espontânea, onde os músicos iam percorrendo as ruas da cidade, parando em frente às casas das pessoas amadas para dedilhar suas canções. Era uma maneira romântica de declarar o amor e surpreender o coração amado.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           8. As serestas ainda são populares nos dias de hoje?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          E
          &#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           mbora tenham perdido um pouco da popularidade ao longo do tempo, as serestas ainda são apreciadas por muitos brasileiros. Em algumas cidades, existem grupos de seresteiros que mantêm viva essa tradição, levando música e romantismo para as ruas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           9. Quais são as músicas mais famosas das serestas?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          E
          &#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ntre as músicas mais famosas das serestas estão “Carinhoso”, “Aquarela do Brasil”, “Luar do Sertão”, “Rosa” e “Noite Cheia de Estrelas”. Essas canções se tornaram verdadeiros clássicos da música brasileira e são lembradas até hoje.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           10. Qual é a sensação de participar de uma serenata?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          P
          &#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           articipar de uma serenata é uma experiência única e emocionante. A atmosfera romântica, as melodias envolventes e a presença do amor no ar criam um clima mágico que toca profundamente o coração. É como se estivéssemos vivendo um conto de fadas musical.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           11. As serestas podem ser consideradas uma forma de arte?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          C
          &#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           om certeza! As serestas são uma forma de arte que combina música, poesia e emoção. Elas transmitem sentimentos através das notas musicais e das palavras cantadas, proporcionando uma experiência estética única para quem ouve.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           12. Quais são as ocasiões em que as serestas eram tradicionalmente realizadas?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          A
          &#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           s serestas eram tradicionalmente realizadas em ocasiões especiais como aniversários, pedidos de namoro ou casamento, despedidas ou simplesmente para alegrar a noite dos apaixonados. Eram momentos de celebração do amor e da vida.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           13. Como as serestas influenciaram outros gêneros musicais no Brasil?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          A
          &#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           s serestas exerceram grande influência sobre outros gêneros musicais brasileiros, como a música popular brasileira (MPB) e o samba-canção. Muitos artistas se inspiraram nas melodias românticas das serestas para compor suas próprias músicas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           14. Onde posso encontrar apresentações de serestas atualmente?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          A
          &#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           tualmente, é possível encontrar apresentações de serestas em festivais culturais, bares temáticos ou eventos especiais dedicados à música romântica brasileira. Também é possível contratar grupos de seresteiros para realizar apresentações particulares em ocasiões especiais.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           15. Qual é a importância de preservar a tradição das serestas?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          P
          &#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           reservar a tradição das serestas é fundamental para manter viva a memória cultural do Brasil. Além disso, as serestas proporcionam momentos de romantismo e encantamento em um mundo cada vez mais acelerado e tecnológico. Elas nos conectam com nossos sentimentos mais profundos e nos lembram da importância do amor na vida humana.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Glossário de termos relacionados a serestas e serenatas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Seresta:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
             Gênero musical que surgiu no Brasil no século XIX, caracterizado por músicas românticas e melodias suaves, geralmente tocadas ao ar livre durante a noite.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Serenata:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
             Tradicionalmente, uma serenata é uma apresentação musical realizada ao ar livre, à noite, em homenagem a alguém. Pode ser feita por um grupo de músicos ou por um único músico.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Música Romântica:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
             Estilo musical que se desenvolveu no século XIX, caracterizado por letras poéticas e melodias emotivas, que expressam sentimentos de amor, paixão e saudade.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Melodia:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
             Sucessão de sons musicais organizados de forma sequencial e melódica. É a parte da música que é cantada ou tocada com destaque.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Música ao ar livre:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
             Apresentações musicais realizadas em espaços abertos, como praças, jardins ou ruas. Essas apresentações permitem que o som se espalhe livremente e criem uma atmosfera mais intimista.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Noite:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
             Período do dia em que o sol se põe e o céu escurece. É um momento associado à tranquilidade, romantismo e mistério.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Homenagem:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
             Ato de demonstrar admiração, respeito ou afeto por alguém através de gestos, palavras ou ações. Uma serenata pode ser uma forma de homenagear alguém especial.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Músico:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
             Pessoa que toca um instrumento musical ou canta profissionalmente. Na seresta e na serenata, os músicos são responsáveis por criar a atmosfera romântica através da música.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Fonte - https://culturanf.com.br/reviva-o-romantismo-com-serestas-e-serenatas/
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/d64739b6/dms3rep/multi/20240923_215626.jpg" length="488086" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 25 Oct 2024 21:25:55 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.serenataecia.com.br/serestas-e-serenatas</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/d64739b6/dms3rep/multi/20240923_215626.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/d64739b6/dms3rep/multi/20240923_215626.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>As Serestas Da Estrada Real</title>
      <link>https://www.serenataecia.com.br/as-serestas-da-estrada-real</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           This is a subtitle for your new post
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/d64739b6/dms3rep/multi/Captura+de+tela+2024-10-25+181118.png"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Seresta é o rebatizamento do termo da mais antiga tradição de cantoria popular no Brasil, a serenata que é o ato de cantar canções de caráter sentimental à noite, pelas ruas, com parada obrigatória diante das casas das namoradas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sempre com intensa carga emocional, os seresteiros utilizam instrumentos de corda (violão, violão de 6 cordas, cavaquinho, etc), de sopro (como flauta) e de batuque (pandeiro, por exemplo), entre outros.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A origem da seresta se dá com os chamados trovadores da Idade Média (acredita-se que no período entre os séculos 12 e 14), artistas que uniam música e poesia para falar de amores impossíveis e amizades.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No Brasil, a origem das serenatas (serestas) foi em 1717, quando o viajante francês 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Le Gentil de La Barbinais 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           a trouxe consigo, mas as serenatas aparecem na história e nos livros desde 1505.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Segundo a história, no passado os grupos de músicos, saindo das festas, detinham-se às janelas de suas pretendidas, para tocar e cantar madrugada adentro.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Minas Gerais foi o berço dos primeiros seresteiros.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            Prova disso, é a data do Dia Nacional da Seresta ser comemorada no dia 12 de setembro, uma homenagem ao ilustre mineiro, 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Juscelino Kubitschek de Oliveira
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , que era fascinado por esse costume artístico.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Conhecida por sua musicalidade, a cidade de Diamantina, tem na Seresta uma das manifestações mais representativa da sua cultura, que se tornou famosa desde os tempos do Juscelino Kubitscheck, que costumava dizer: “Uma seresta em Diamantina é mais bela do que uma noite de trovadores em Nápoles”.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sempre na sexta-feira que antecede a Vesperata, que são realizadas aos sábados, acontece a Noite de Seresta, que percorrem as ruas da cidade, com interação entre os seresteiros e os turistas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por reunir músicos nativos que resgatam por meio de suas apresentações, os cânticos de outrora, as Serestas é uma das tradições mais autênticas do município.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Existem também grupos especializados em serenatas que tocam para animar festas. É o caso da Seresta Rios ao Luar.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em 1999, na cidade de Entre Rios de Minas, funcionários da Cooperativa Capermil, reuniram, despretensiosamente, as sextas feiras, para cantar e declamar poesias, no barzinho local. Ali iniciaram uma trajetória musical que transformou músicos amadores num grupo que se tornou referência musical da região: O Rios ao Luar.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Atualmente eles fazem apresentações particulares, e já participaram de diversos Festivais de Inverno, serenatas e nos principais projetos culturais da região, inclusive em Conservatória/Valença RJ, capital brasileira da serenata.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nos cantos e encantos, a Estrada Real respira música! Estrada Real: Uma estrada, seu destino!
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Fonte -https://www.98live.com.br/entretenimento/turismo/as-serestas-da-estrada-real
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/d64739b6/dms3rep/multi/AiRestore_16_20240717.jpeg" length="140011" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 25 Oct 2024 21:25:52 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.serenataecia.com.br/as-serestas-da-estrada-real</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/d64739b6/dms3rep/multi/AiRestore_16_20240717.jpeg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/d64739b6/dms3rep/multi/AiRestore_16_20240717.jpeg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>A diferença entre Serenata e Seresta</title>
      <link>https://www.serenataecia.com.br/a-diferenca-entre-serenata-e-seresta</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           This is a subtitle for your new post
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/d64739b6/dms3rep/multi/Captura+de+Tela+%2872%29.png"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As palavras "serenata" e "seresta" são frequentemente usadas de forma intercambiável, especialmente no Brasil, onde ambas têm significados semelhantes e estão relacionadas à prática de cantar ou tocar músicas românticas ao ar livre.   No entanto, existem nuances e contextos históricos que podem diferenciar as duas. Vamos explorar essas diferenças:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Serenata
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;ol&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Origem e História
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            :
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ol&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Europa
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            : A serenata tem suas origens na Idade Média e no Renascimento europeu. Era comum trovadores e menestréis cantarem canções de amor sob as janelas das amadas como parte do ritual de cortejo.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Composição Musical
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            : No período barroco e clássico, a serenata também se referia a uma forma musical composta para apresentações ao ar livre, tipicamente em celebrações e eventos sociais. Compositores como Mozart e Haydn escreveram serenatas que eram tocadas por pequenos conjuntos instrumentais.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;ol&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Características
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            :
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ol&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Contexto Romântico
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            : A serenata é fortemente associada ao ato de cortejar alguém, geralmente à noite, e é caracterizada por canções de amor.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Performance ao Ar Livre
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            : Tradicionalmente realizada ao ar livre, aproveitando a acústica natural e a serenidade noturna.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Elementos Surpresa
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            : Muitas vezes envolve o elemento surpresa, com o músico ou grupo aparecendo inesperadamente para fazer a homenagem.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Seresta
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;ol&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Origem e História
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            :
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ol&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Brasil
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            : A seresta é uma forma brasileira de serenata que ganhou popularidade no início do século XX. Influenciada pelas serenatas europeias, ela se adaptou à cultura musical brasileira.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Evolução Musical
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            : A seresta incorporou elementos da música popular brasileira (MPB) e do samba-canção, tornando-se uma tradição musical urbana nas décadas de 1930 e 1940.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;ol&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Características
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            :
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ol&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Repertório
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            : A seresta inclui canções românticas e nostálgicas, muitas vezes com letras que falam de amor, saudade e dor de cotovelo. Clássicos da música brasileira, como os de Noel Rosa e Ary Barroso, são comuns.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Músicos e Instrumentos
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            : A seresta é frequentemente tocada por pequenos grupos de músicos usando violões, cavaquinhos e outros instrumentos típicos da música brasileira.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Contexto Social
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            : A seresta pode ser performada tanto em ambientes ao ar livre quanto em eventos sociais e encontros de amigos, onde a música e a convivência são valorizadas.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Principais Diferenças
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;ol&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Origem Geográfica e Cultural
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            :
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ol&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Serenata
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            : Tem suas raízes na Europa medieval e renascentista e pode se referir tanto a uma prática de cortejo quanto a uma forma musical clássica.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Seresta
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            : É uma adaptação brasileira da serenata europeia, com influências da MPB e do samba-canção, popularizada no Brasil no século XX.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;ol&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Repertório e Estilo
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            :
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ol&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Serenata
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            : Pode incluir uma ampla gama de canções de amor, tanto clássicas quanto modernas, dependendo do contexto.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Seresta
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            : Foca mais nas músicas românticas e nostálgicas da tradição brasileira, com letras que evocam sentimentos de amor e saudade.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;ol&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Contexto de Performance
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            :
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ol&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Serenata
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            : Tradicionalmente associada a atos de cortejo e frequentemente realizada à noite, ao ar livre.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Seresta
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            : Além de ser realizada ao ar livre, também é comum em ambientes sociais e encontros de amigos, com um foco maior na convivência e celebração da música romântica.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em resumo, enquanto ambas as práticas compartilham muitas semelhanças, a seresta é uma forma mais específica e culturalmente contextualizada da serenata, enraizada na tradição musical brasileira e adaptada aos gostos e influências locais.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/d64739b6/dms3rep/multi/arte+para+quadro-fcf19b60.jpg" length="413767" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 17 May 2024 00:26:16 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.serenataecia.com.br/a-diferenca-entre-serenata-e-seresta</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/d64739b6/dms3rep/multi/arte+para+quadro-fcf19b60.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/d64739b6/dms3rep/multi/arte+para+quadro-fcf19b60.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>“Thunderstruck”, do AC/DC, é usada em tratamento do câncer</title>
      <link>https://www.serenataecia.com.br/thunderstruck-do-ac-dc-e-usada-em-tratamento-do-cancer</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Devido à sua frequência sonora, canção auxilia medicamento a atingir apenas células doentes
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/d64739b6/dms3rep/multi/acdc-wembley-destaque.jpg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Apesar das diversas 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.tenhomaisdiscosqueamigos.com/2016/03/29/faixa-titulo-o-acdc-precisa-acabar/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           polêmicas
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            envolvendo o 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           AC/DC
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            nos últimos tempos, uma boa e inusitada notícia surgiu nessa enxurrada: o clássico “Thunderstruck”, do álbum de 1990 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           The Razors Edge
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , pode auxiliar no tratamento contra o câncer.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O fato foi descoberto em recente pesquisa realizada pela Universidade do Sul da Austrália, que utilizou a canção como complemento na administração da quimioterapia. Segundo os pesquisadores, as vibrações causadas pelo clássico geraram micro partículas que ajudaram o medicamento a atacar apenas as células doentes, preservando as saudáveis. O professor 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nico Voelcker
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , coordenador do estudo, revelou que escolheu a música pela sua frequência sonora e batida, e disse:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;blockquote&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           NORMALMENTE, TEMOS QUE “QUEIMAR” UM PLASMA NA SUPERFÍCIE. O PROBLEMA COM ISTO É QUE O REVESTIMENTO SÓ É FORMADO DE UM LADO DA PARTÍCULA, O LADO QUE É EXPOSTO. MAS O LADO DA PARTÍCULA NA SUPERFÍCIE, DO OUTRO LADO, NÃO VAI FICAR REVESTIDO. […] É AÍ QUE SURGIU A IDEIA DE USAR UM ALTO-FALANTE QUE TOCARIA DENTRO DO SISTEMA. LIGARÍAMOS ESSE ALTO-FALANTE COM UMA MÚSICA QUE VIBRA MUITO, E AS PARTÍCULAS SALTARIAM PARA CIMA E PARA BAIXO. AS FREQUÊNCIAS CAÓTICAS [DE “THUNDERSTRUCK”] FUNCIONARAM BEM E DERAM ÀS PARTÍCULAS UM REVESTIMENTO MAIS HOMOGÊNEO. […] ISSO É ALGO QUE NUNCA FOI FEITO ANTES, ESPECIALMENTE COM REVESTIMENTOS DE PLASMA.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/blockquote&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Até o momento, a “técnica do AC/DC” foi testada em apenas um medicamento, mas o estudo abriu caminho para novas alternativas no tratamento do câncer, especialmente usando músicas de rock, que podem deixar a quimioterapia um pouco menos agressiva.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            FONTE - https://www.tenhomaisdiscosqueamigos.com/2016/04/04/thunderstruck-acdc-cancer/
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/d64739b6/dms3rep/multi/acdc-wembley-destaque.jpg" length="34250" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Wed, 02 Mar 2022 20:05:45 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.serenataecia.com.br/thunderstruck-do-ac-dc-e-usada-em-tratamento-do-cancer</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/d64739b6/dms3rep/multi/acdc-wembley-destaque.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/d64739b6/dms3rep/multi/acdc-wembley-destaque.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Cientistas mapearam 13 emoções que a música causa nas pessoas</title>
      <link>https://www.serenataecia.com.br/cientistas-mapearam-13-emocoes-que-a-musica-causa-nas-pessoas</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Enquanto 'As quatro estações', de Vivaldi, faz as pessoas se sentirem energizadas, a trilha sonora do filme 'Psicose', de Alfred Hitchcock, evoca medo
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/d64739b6/dms3rep/multi/grafico.png"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O que você sente ao ouvir axé é o mesmo que quando escuta os últimos lançamentos do rock, ou relembra os clássicos da MPB? Foi exatamente isso que um grupo de especialistas da Universidade Berkeley, nos Estados Unidos, quis responder em uma nova pesquisa.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Segundo o artigo, publicado no periódico científico 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.pnas.org/content/early/2020/01/01/1910704117" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           PNAS
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , as músicas causam ao menos 13 emoções diferentes nas pessoas. “Imagine organizar uma biblioteca de música massivamente eclética por emoção e capturar a combinação de sentimentos associados a cada faixa. Isso é essencialmente o que nosso estudo fez", disse Alan Cowen, um dos autores da pesquisa, em 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://news.berkeley.edu/2020/01/06/music-evokes-13-emotions/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           comunicado
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para realizar a investigação, os especialistas contaram com a ajuda de 2,5 mil voluntários norte-americanos e chineses. Os participantes classificaram cerca de 40 amostras de música com base em 28 categorias diferentes de emoção, bem como em uma escala de positividade e negatividade, e em níveis de excitação que elas causam.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Entre as canções estavam títulos como Shape of you, do cantor Ed Sheeran, o hino dos Estados Unidos, Careless Whispers, de George Michael, Rock the Casbah, do The Clash, Somewhere over the Rainbow, de Israel (Iz) Kamakawiwoʻole e As quatro estações, de Vivaldi.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os especialistas perceberam que 13 emoções se destacaram. São elas: diversão, alegria, erotismo, beleza, relaxamento, tristeza, sonho, triunfo, ansiedade, medo, aborrecimento, desafio e animação. "Documentamos rigorosamente a maior variedade de emoções universalmente sentidas pela linguagem da música", contou Dacher Keltner, membro da equipe.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os pesquisadores acreditam que a pesquisa poderá ser útil em terapias psicológicas e psiquiátricas, por exemplo. O estudo também poderá ser utilizado por serviços de streaming, permitindo que as plataformas criem playlists mais personalizadas e coerentes.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A equipe ressalta que os sentimentos que cada canção evoca, entretanto, podem mudar de acordo com a cultura em que o ouvinte está inserido. "Pessoas de diferentes culturas podem concordar que uma música transmite raiva, mas podem diferir se esse sentimento é positivo ou negativo", explicou Cowen.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além disso, os pesquisadores reconhecem que algumas associações feitas pelos ouvintes podem estar baseadas no contexto em que os participantes do estudo ouviram a canção anteriormente. "A música é uma linguagem universal, mas nem sempre prestamos atenção suficiente ao que ela está dizendo e como está sendo entendida", pontuou Cowen. "Queríamos dar um primeiro passo importante para resolver o mistério de como a música pode evocar tantas emoções sutis."
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mapa interativo
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           As músicas analisadas foram 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.ocf.berkeley.edu/~acowen/music.html#" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           organizadas em um site
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            que pode ser acessado pelo público. Nele, os internautas passam o cursor sobre um mapa de áudio interativo, no qual é possível ouvir as canções de acordo com o sentimento que causam.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Enquanto As quatro estações, de Vivaldi, faz as pessoas se sentirem energizadas, Let 's Stay Together, de Al Green, evoca sensualidade, e Somewhere over the Rainbow, de Israel (Iz) Kamakawiwoʻole, provoca alegria. Já a trilha sonora do filme Psicose, de Alfred Hitchcock, evoca medo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Fonte - https://revistagalileu.globo.com/Sociedade/Comportamento/noticia/2020/01/cientistas-mapearam-13-emocoes-que-musica-causa-nas-pessoas-entenda.html
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/d64739b6/dms3rep/multi/IMG_20200620_110226329+-+Copia.jpg" length="462419" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Wed, 02 Mar 2022 19:55:53 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.serenataecia.com.br/cientistas-mapearam-13-emocoes-que-a-musica-causa-nas-pessoas</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/d64739b6/dms3rep/multi/IMG_20200620_110226329+-+Copia.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/d64739b6/dms3rep/multi/IMG_20200620_110226329+-+Copia.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>A música na mente</title>
      <link>https://www.serenataecia.com.br/a-musica-na-mente</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/d64739b6/dms3rep/multi/69209_514482798618963_42197273_n.jpg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  
         MÚSICA NA MENTE 
         &#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
            
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          A atividade musical envolve envolve quase todas as regiões cerebrais conhecidas e quase todos os subsistemas neurais 
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          A audição da música começa com as estruturas subcorticais (abaixo do córtex) – o núcleo cloclear, o bulbo cerebral, o cerebelo – e então se move para cima, para os córtex auditivos, de ambos os lados do cérebro. 
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Ao acompanharmos músicas que conhecemos, ou que sejam de um estilo ao qual somos familiarizados, regiões adicionais são mobilizadas, incluindo o hipocampo – o centro da memória – e subseções do lobo frontal, particularmente o córtex frontal inferior. 
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Acompanhar o ritmo da música, quer em voz alta ou somente em nossa mente, envolve os circuitos de tempo do cerebelo. 
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
           A execução musical envolve os lobos frontais para o planejamento, o córtex motor na parte posterior do lobo frontal e o córtex sensorial, o qual fornece respostas táteis. 
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          A leitura musical envolve o córtex visual, localizado na parte mais traseira do cérebro, no lobo occipital. 
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
           Ouvir ou lembrar-se da letra invoca os centros da linguagem, incluindo as áreas de Broca e Wernicke, bem como outros centros de linguagem nos lobos temporal e frontal. 
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          As emoções que experimentamos em resposta à música envolvem estruturas que estão nas regiões instintivas do verme cerebelar e da amídala – o coração do processamento emocional no córtex. 
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/d64739b6/dms3rep/multi/69209_514482798618963_42197273_n.jpg" length="88489" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Thu, 16 Sep 2021 15:06:28 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.serenataecia.com.br/a-musica-na-mente</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/d64739b6/dms3rep/multi/69209_514482798618963_42197273_n.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/d64739b6/dms3rep/multi/69209_514482798618963_42197273_n.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>A  ilusão musical</title>
      <link>https://www.serenataecia.com.br/a-ilusao-musical</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/d64739b6/dms3rep/multi/WhatsApp+Image+2021-09-08+at+18.15.20.jpeg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  
         A Ilusão Musical 
         &#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          on 4 de julho de 2012 at 00:51 
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          por: Daniel Levitin
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Imagine que você colocou uma fronha de travesseiro bem esticada na boca de um balde, e várias pessoas começam a jogar ali, de diferentes distâncias, bolas de pingue-pongue. As pessoas podem jogar quantas bolinhas quiserem e com qualquer freqüência. O seu trabalho é adivinhar, apenas olhando o movimento da fronha para cima e para baixo, quantas pessoas estão ali, quem são elas e se elas estão se aproximando de você, se distanciando ou estão paradas. Essencialmente, este é o problema com o qual o seu sistema auditivo precisa lidar quando usa o tímpano como a porta de entrada da audição. 
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          O som é transmitido através do ar por moléculas que vibram em certas freqüências. As moléculas bombardeiam o tímpano, fazendo com que ele se agite para dentro ou para fora, dependendo da força com que batem no tímpano (relacionada ao volume ou à amplitude do som) e da velocidade na qual estão vibrando (relacionada àquilo que chamamos de altura [grave ou agudo]). Mas não há nada na estrutura das moléculas que possa dizer ao tímpano de onde elas vieram, ou qual delas está associada com qual objeto. Vozes podem estar misturadas a outras vozes ou ao som de máquinas, do vento, ou de alguém pisando no chão. Na maioria das vezes o som recebido pelo tímpano é incompleto ou ambíguo. Então, como o cérebro descobre, no meio dessa mistura de moléculas batendo contra uma membrana, o que está acontecendo no mundo? 
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          A maioria das pessoas presume que o mundo é exatamente como mostra sua percepção. Entretanto, experimentos têm forçado pesquisadores, inclusive a mim mesmo, a confrontar a realidade de que as coisas não são bem assim. Aquilo que realmente ouvimos é o final de uma longa cadeia de eventos mentais que cria uma impressão – uma imagem mental – do mundo físico. Em nenhum lugar isso é mais impressionante do que na ilusão perceptiva na qual nosso cérebro impõe estrutura e ordem em uma seqüência de sons para criar o que chamamos de música. 
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          A cadeia de eventos mentais começa com um processo chamado de “extração de características”. O cérebro extrai da música características básicas e de baixo nível, usando redes neurais especializadas que decompõem o sinal sonoro em informações relacionadas à altura, timbre, localização espacial, intensidade, reverberação do ambiente, duração tonal e o tempo de ataque para diferentes notas (e para componentes tonais diferentes). Esse processamento em baixo nível de elementos básicos ocorre nas partes periféricas e filogenéticas de nossos cérebros. Depois, ocorre um processo chamado de “integração”. Partes superiores do cérebro – mais freqüentemente o córtex frontal – recebem as características básicas das regiões inferiores e trabalham para integrá-las em uma percepção completa. 
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          O cérebro enfrenta três dificuldades na “extração de características” e na “integração”. Primeiro, a informação que chega aos receptores sensoriais é indiferenciada em termos de localização, fonte e identidade. Segundo, a informação sonora é ambígua: diferentes sons podem gerar padrões de ativação similares ou idênticos ao atingirem o tímpano. Terceiro, a informação sonora raramente é completa. Partes do som podem vir encobertas por outros sons, ou se perderem. O cérebro tem que fazer um cálculo estimado do que realmente está acontecendo no mundo. Assim, a percepção auditiva é um processo de inferência. E quando a origem do som é musical, as inferências incluem muitos fatores, que vão além dos próprios sons: o que veio antes deste trecho musical que estamos ouvindo; o que nos lembramos que virá em seguida, o que esperamos que virá em seguida, se conhecemos o gênero ou o estilo musical; e quaisquer outras informações adicionais que possamos ter, como o resumo que lemos da música, um movimento repentino de um artista ou um cutucão dado pela pessoa sentada ao nosso lado. 
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Portanto, o cérebro constrói uma representação da realidade, baseada tanto nos componentes do que efetivamente ouvimos, quanto em nossas expectativas do que achamos que deveríamos estar ouvindo. Existem boas razões para que o cérebro funcione assim – um sistema perceptivo que é capaz de restaurar informações perdidas pode nos ajudar a tomar decisões rápidas em situações de ameaça – mas isso não acontece sem desvantagens. As associações cerebrais, integradas nas partes superiores do cérebro, podem nos levar a uma percepção equivocada das coisas, através da reorganização de alguns dos circuitos nos processadores cerebrais inferiores. Isto é, em parte, a base neural para as ilusões perceptivas, como aquela demonstrada pelo psicólogo da cognição, Richard Warren, da Universidade de Wisconsin. Ele gravou uma frase: “O projeto de lei passou pelas duas assembléias legislativas”. Depois cortou da fita uma parte da frase e colocou em seu lugar uma explosão de “barulho branco” (estática), de mesma duração. Praticamente todos que ouviram a gravação alterada disseram que ouviram, ao mesmo tempo, o resto da frase e a estática. Uma proporção grande de pessoas não pôde dizer quando a estática aconteceu, porque o sistema auditivo havia preenchido a parte da frase que estava faltando. Assim, a frase pareceu a eles como se não estivesse interrompida. 
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Este fenômeno de preenchimento não é apenas uma curiosidade científica. Compositores musicais exploram o mesmo princípio, sabendo que a nossa percepção de uma linha melódica irá continuar, mesmo que partes dela sejam obscurecidas por outros instrumentos. Esse fenômeno também acontece sempre que ouvimos as notas graves de um piano ou de um contra-baixo. Não estamos realmente ouvindo 27.5 ou 35 hertz, porque esse tipo de instrumento é incapaz de produzir energia suficiente para fazer soar essas freqüências ultra graves. Ao invés disso, nossos ouvidos preenchem a informação, dando-nos a ilusão de que a altura é tão grave. 
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          MÚSICA NA MENTE 
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
            
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A atividade musical envolve envolve quase todas as regiões cerebrais conhecidas e quase todos os subsistemas neurais 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A audição da música começa com as estruturas subcorticais (abaixo do córtex) – o núcleo cloclear, o bulbo cerebral, o cerebelo – e então se move para cima, para os córtex auditivos, de ambos os lados do cérebro. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ao acompanharmos músicas que conhecemos, ou que sejam de um estilo ao qual somos familiarizados, regiões adicionais são mobilizadas, incluindo o hipocampo – o centro da memória – e subseções do lobo frontal, particularmente o córtex frontal inferior. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Acompanhar o ritmo da música, quer em voz alta ou somente em nossa mente, envolve os circuitos de tempo do cerebelo. 
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
           
          &#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A execução musical envolve os lobos frontais para o planejamento, o córtex motor na parte posterior do lobo frontal e o córtex sensorial, o qual fornece respostas táteis. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          A leitura musical envolve o córtex visual, localizado na parte mais traseira do cérebro, no lobo occipital. 
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
           
          &#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ouvir ou lembrar-se da letra invoca os centros da linguagem, incluindo as áreas de Broca e Wernicke, bem como outros centros de linguagem nos lobos temporal e frontal. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          As emoções que experimentamos em resposta à música envolvem estruturas que estão nas regiões instintivas do verme cerebelar e da amídala – o coração do processamento emocional no córtex. 
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
           
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/d64739b6/dms3rep/multi/WhatsApp+Image+2020-08-22+at+08.45.21.jpeg" length="147737" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Thu, 16 Sep 2021 14:57:14 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.serenataecia.com.br/a-ilusao-musical</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/d64739b6/dms3rep/multi/WhatsApp+Image+2020-08-22+at+08.45.21.jpeg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/d64739b6/dms3rep/multi/WhatsApp+Image+2020-08-22+at+08.45.21.jpeg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Toque de novo: as pessoas encontram conforto ao ouvir a mesma música repetidamente</title>
      <link>https://www.serenataecia.com.br/toque-de-novo-as-pessoas-encontram-conforto-ao-ouvir-a-mesma-musica-repetidamente</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  
                  
         Um novo estudo relata que ouvir sua música favorita repetidamente pode lhe proporcionar algum conforto. A escuta de nicho possibilita o desenvolvimento de uma 'relação significativa' com uma música particular, o que permite que o afeto pela melodia persista durante uma grande exposição.
        
                &#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/d64739b6/dms3rep/multi/Serenata+%26+Cia+2019+2.jpg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  
                  
         Com a frequência com que algumas pessoas tocam sua música favorita, é bom que os discos de vinil não sejam usados ​​com frequência porque podem ficar gastos.
         
                  &#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Pesquisadores da Universidade de Michigan descobriram que as pessoas gostam de repetir uma música favorita muitas vezes, mesmo depois que a novidade e a surpresa acabam. Em um novo estudo, os participantes relataram ter ouvido sua música favorita centenas de vezes.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          A média entre a amostra foi de mais de 300 vezes e esse número foi ainda maior para ouvintes que tinham uma conexão profunda com a música - algo que era particularmente provável se eles tivessem emoções misturadas, como “agridoce”, enquanto ouviam.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          A disponibilidade de música digital por meio de serviços de streaming e YouTube torna mais fácil do que nunca para as pessoas ouvirem virtualmente qualquer música a qualquer hora.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          “A escuta de nicho pode permitir que os ouvintes desenvolvam o tipo de relacionamento pessoalmente significativo com músicas específicas que permite que sua afeição por essas músicas persista em grandes quantidades de exposição”, disse Frederick Conrad, professor de psicologia e autor principal do estudo.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Os 204 participantes do estudo responderam a um questionário online no outono de 2013 sobre sua experiência ao ouvir sua música favorita, incluindo como isso os fazia se sentir e a frequência com que tocavam a música. Embora as canções favoritas das pessoas caíssem em 10 categorias de gênero, eram principalmente canções pop / rock.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                      
           Cerca de 86 por cento dos participantes relataram ouvir sua música favorita diariamente ou algumas vezes por semana. Quarenta e três por cento dos que ouviam diariamente reproduziam a música pelo menos três vezes ao dia. Sessenta por cento ouviram a música várias vezes consecutivas e cerca de 6% indicaram que queriam ouvir a música com urgência antes de tocá-la.
          
                    &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          “Claramente, esses ouvintes estavam muito engajados com essas músicas”, disse Conrad, que dirige o Programa Michigan em Metodologia de Pesquisa no Instituto de Pesquisa Social.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          partituras e fones de ouvido
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Finalmente, quanto mais vezes as pessoas ouviam sua música favorita, mais os ouvintes podiam ouvi-la internamente, disseram os pesquisadores. A imagem da NeuroscienceNews.com é de domínio público.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Jason Corey, professor associado de música e co-autor do estudo, disse que certas características da música foram razões particularmente importantes pelas quais os entrevistados ouviram muitas vezes. As características mais importantes foram a "melodia", "batida / ritmo" e "letra" da música. Para canções que deixavam os ouvintes felizes, a batida / ritmo era especialmente importante para ouvir novamente.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Finalmente, quanto mais vezes as pessoas ouviam sua música favorita, mais os ouvintes podiam ouvi-la internamente, disseram os pesquisadores.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          “Os ouvintes… devem ser capazes de 'ouvir' grandes quantidades da música em suas cabeças, potencialmente incluindo todos os sons instrumentais e vocais”, disse Conrad.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                      
           Na verdade, quanto mais eles ouviam a música, mais podiam ouvir em suas cabeças.
          
                    &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                      
           Financiamento: Os outros autores do estudo são Samantha Goldstein (Eastern Michigan University), Joseph Ostrow (Massachusetts General Hospital) e Michael Sadowsky (Civis Analytics)
          
                    &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/d64739b6/dms3rep/multi/6daa34ed-d4a8-4046-97df-a257abcff406.jpg" length="146914" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Wed, 31 Mar 2021 17:11:05 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.serenataecia.com.br/toque-de-novo-as-pessoas-encontram-conforto-ao-ouvir-a-mesma-musica-repetidamente</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/d64739b6/dms3rep/multi/6daa34ed-d4a8-4046-97df-a257abcff406.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/d64739b6/dms3rep/multi/6daa34ed-d4a8-4046-97df-a257abcff406.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>A música torna você mais inteligente?</title>
      <link>https://www.serenataecia.com.br/a-musica-torna-voce-mais-inteligente</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  
                  
         Três caras espertos - um psicólogo, um neuropsicólogo e um biólogo - participam.
        
                &#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/d64739b6/dms3rep/multi/IMG_20200607_113214805+-+Copia.jpg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  
                  
         A Playbill fez parceria com a premiada revista de música listenmusicculture.com.
         
                  &#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          A música e o cérebro são um tema quente. Desde que This Is Your Brain on Music, de Daniel Levitin, e Musicophilia: Tales of Music and the Brain, de Oliver Sachs, entraram na lista dos mais vendidos do New York Times em 2007, o interesse explodiu.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Então, algumas pessoas são realmente “musicalmente mais inteligentes” do que outras? (E todas aquelas aulas de piano ajudaram?) Quase todos os especialistas concordam que estudar música torna você mais inteligente - na música. Mas, além disso, fica complicado. E é um assunto complicado até mesmo para falar: nenhum dos especialistas com quem conversei se sentia confortável com o termo “inteligência musical”, dizendo que é muito vago. Eles estavam mais dispostos a discutir aptidão musical e cognição musical.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          A aptidão musical, ou a capacidade de aprender música, é algo que quase todo mundo parece possuir, mas não é necessariamente distribuído igualmente: pense em crianças prodígios, e a desigualdade se torna muito aparente.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Aniruddh Patel, biólogo do Instituto de Neurociências de San Diego, aponta que isso pode ser uma questão de sorte. “Na verdade, há um debate sobre se a aptidão musical é inata ou se é produto de alguma experiência anterior”, diz ele. “Mas está muito claro que as pessoas variam em sua aptidão para a música.”
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Quanto à cognição musical, ou capacidade de compreender música, é uma questão diferente. Um pesquisador francês, Emanuel Bigand, afirmou recentemente que a maioria das pessoas tem aproximadamente o mesmo nível de cognição musical, tendo ou não treinamento musical. Músicos instruídos podem ter uma compreensão mais consciente de como a música funciona (e um vocabulário para falar sobre isso), mas os incultos ainda têm uma compreensão intuitiva da música.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          No entanto, na Universidade McGill de Montreal, o neuropsicólogo Robert Zatorre tem um teste que sugere uma diferença notável na cognição musical entre músicos e não músicos. “Tocamos uma melodia em uma tonalidade”, explica ele, “e depois a repetimos em uma tonalidade diferente e perguntamos se é a mesma ou se uma nota foi alterada. O que descobrimos é que as pessoas com formação musical tendem a fazer melhor. Se você estudar pessoas que não têm treinamento, você encontrará algumas pessoas que são tão boas quanto os músicos, mas outras que são simplesmente péssimas nisso ”.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Outra coisa: você pode esquecer o “Efeito Mozart”. A moda da década de 1990, que fazia com que as pessoas tocassem trechos de Eine kleine Nachtmusik para seus recém-nascidos, baseava-se em algumas evidências científicas muito fracas. O estudo inicial foi feito em alunos de graduação na UC Irvine. Um grupo ouviu Mozart e o outro não. Em seguida, todos fizeram testes de QI, e o grupo de Mozart teve uma pontuação um pouco mais alta.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Mas, de acordo com Glenn Schellenberg, psicólogo da Universidade de Toronto, praticamente qualquer tipo de estimulação mental antes de fazer um teste de QI gerará melhores resultados. “A música muda como você se sente, e como você se sente muda sua capacidade cognitiva”, ressalta. “Isso foi extrapolado para a noção de que ouvir Mozart na infância pode levar a benefícios cognitivos. O link é tênue, na melhor das hipóteses. ”
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Mas Schellenberg afirma que as aulas de música podem produzir resultados sólidos que a escuta passiva não produz. Ele afirma que existem “benefícios cognitivos pequenos, mas gerais e de longa duração” que podem advir de aprender a tocar um instrumento. Então, a música pode torná-lo mais inteligente? Talvez - mas como a resposta a “Como você chega ao Carnegie Hall?”, É tudo uma questão de prática.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          É claro que alguns músicos praticantes há muito acham que são uma raça à parte - diferentes das pessoas “normais” em algum aspecto fundamental. E agora há uma prova: os cientistas observaram que os cérebros dos músicos tendem a ser um pouco diferentes em certos aspectos específicos.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          “Se você olhar para a estrutura geral do cérebro de pessoas altamente treinadas musicalmente”, diz Patel, “você verá diferenças na quantidade de massa cinzenta em regiões que têm a ver com processamento musical, como processamento auditivo ou, para instrumentistas, mão -Controle motor."
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Zattore concorda. “É muito claro a partir de uma série de experimentos que, se você fizer treinamento musical, encontrará mudanças nas estruturas cerebrais atribuíveis a esse treinamento. Existem experiências que mostram que as mudanças são maiores se você começar o treinamento musical por volta dos sete anos de idade. Eles ainda estão lá se você começar mais tarde, mas em magnitude menor. ”
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Aqui nos deparamos com uma espécie de problema do ovo e da galinha. O estudo da música causou essas mudanças nos cérebros dos músicos, ou as pessoas que nascem com cérebros musicalmente aptos tendem a se tornar músicos? Uma coisa é certa: ter certos atributos cerebrais favoráveis ​​não faz de você necessariamente um bom músico. “Se você tem um córtex auditivo particularmente bem desenvolvido, isso não significa que você será um grande músico”, diz Zattore, “porque existem muitos outros fatores. Se você for incrivelmente desajeitado e aprender um violoncelo, terá muitos problemas. ”
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Temos a tendência de gostar das coisas em que somos bons e sermos bons naquilo que gostamos. Mas, como ouvintes, por que os humanos gostam de música? É em grande parte por causa da dopamina química, um neurotransmissor gerado pelo cérebro e intimamente associado ao prazer - ou “recompensa”, como os cientistas gostam de dizer. É por causa da dopamina liberada em nossos cérebros que gostamos de coisas como sexo, drogas e rock 'n' roll - ou praticamente qualquer outro tipo de música.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Esta é uma área de particular interesse para Zattore. Para um de seus experimentos, ele pediu às pessoas que trouxessem gravações de músicas de que gostavam especialmente para seu laboratório. “As pessoas trouxeram música clássica, jazz, folk - estava em todo lugar. Mas o que todos eles tinham em comum era que exibiam atividade no sistema dopaminérgico. Observamos que a dopamina química é liberada quando as pessoas ouvem uma música de que realmente gostam - e de forma alguma quando estão ouvindo uma música sobre a qual se sentem neutras ou não gostam. ”
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Da próxima vez que tiver aquela sensação divertida de arrepio na espinha ao ouvir uma apresentação especialmente boa de sua música favorita, você saberá por quê. É a dopamina.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          A dopamina também faz efeito em músicas “difíceis”? Já se passou cerca de um século desde que Arnold Schoenberg começou a compor partituras dissonantes e atonais. E por tanto tempo, muitos ouvintes têm evitado essa música como uma praga - alguns até mesmo vão tão longe a ponto de afirmar que não é realmente música. Por outro lado, parece haver alguns ouvintes que realmente gostam dessa música.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Então, o que a ciência do cérebro tem a dizer sobre esse debate? Não muito, ao que parece. Cientistas não são críticos de música, e perguntas sobre quais tipos de música são “melhores” do que outros não os interessam muito. Mas com um pouco de estímulo, algumas ideias científicas surgem.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Schellenberg acredita que a música atonal é "naturalmente difícil". Ele elabora: “Se você não tem uma tônica, não tem nada em que se agarrar ou relacionar as outras notas. Os intervalos consonantais assumem papéis estruturais. E também há pesquisas que mostram que os intervalos consonantais são preferidos pelos bebês ”.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          “Você poderia fazer testes para determinar quais tipos de música são mais difíceis de compreender”, sugere Zattore, “tentando realmente medi-los. Mas fazer isso não o ajudaria a fazer um julgamento de valor sobre a qualidade de uma obra musical. Só porque é complexo não o torna bom, e só porque é simples não o torna ruim. ”
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Patel propõe um tipo de experimento que pode ser feito para lançar alguma luz sobre o assunto. “Você poderia pegar um ouvinte que afirma compreender e apreciar tanto a música clássica tradicional, como Beethoven, quanto a clássica moderna, como Boulez. Em seguida, você examina seus cérebros enquanto eles ouvem esses dois tipos de música. E então você pode comparar as ativações cerebrais dessa pessoa com alguém que diz, 'Eu entendo Mozart e Beethoven, mas eu não entendo Boulez e Stockhausen.' Mas ninguém fez esse experimento ainda. ”
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          É fácil falar sobre “o cérebro” - mas existem cerca de sete bilhões de humanos na face da Terra, agrupados em centenas de nações e milhares de etnias. E uma das coisas que influencia a maneira como as pessoas usam seus cérebros é a cultura. Então, é justo derivar conclusões universais sobre “o cérebro” de estudos conduzidos no mundo ocidental? Ou o preconceito cultural é o esqueleto no armário da ciência do cérebro?
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Patel defende as metodologias dos neurocientistas: “É verdade que há ceticismo sobre as abordagens da música que estão usando as ciências do cérebro para criar teorias universais sobre a música. Os etnomusicólogos dizem há muito tempo que existem poucos universais. Mas certas coisas são comuns. ”
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Zattore reconhece que mais estudos transculturais são necessários: “Nossos resultados são baseados nas pessoas cujos cérebros estamos estudando. Como meu laboratório fica em Montreal, estudo pessoas nesta área. Mas agora existem alguns grupos na China que estão se interessando por essa pesquisa. E eu tive uma estudante da Índia que agora está de volta a Bangalore e está tentando desenvolver pesquisas com a música indiana. ”
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Zattore aponta que um estudo sobre cognição musical foi feito na nação africana de Camarões em 2009. Este experimento foi conduzido com pessoas da Mafa, que quase não tiveram contato com a música ocidental. Eles foram convidados a ouvir exemplos de música ocidental e decidir quais peças soavam felizes, tristes ou assustadoras. O Mafa tendia a tomar as mesmas decisões que um grupo de amostra de ocidentais tomava.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Schellenberg está menos preocupado com o preconceito cultural do que com os métodos de pesquisa. “O problema é que virtualmente todos os estudos do cérebro são 'quase experimentos'”, diz ele, porque não permitem a atribuição aleatória. “Você não pode pegar uma pessoa ao acaso e fazer dela um músico, e pegar outra e torná-la não um músico.”
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Em última análise, é importante lembrar que a maioria dos neurocientistas que estudam música não o fazem para o benefício dos músicos. Mas isso não significa que não haja informações interessantes a serem colhidas de suas pesquisas. Para músicos avançados, um desses petiscos pode ser a “imagem mental”, ou aprender uma peça musical com a mente, em vez dos dedos.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          “Se você praticar violoncelo por uma hora por dia durante uma semana”, diz Zatorre, “veremos mudanças em seu cérebro associadas à sua capacidade de tocar esse exercício. Mas se eu pedir a você para praticar mentalmente, sem tocar no instrumento, veremos algumas das mesmas mudanças. Algumas pessoas dizem que a prática mental é melhor, porque você não vai sofrer os problemas físicos que vêm do excesso de ensaio: cãibras, problemas de postura, distonia, etc. ”
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Se isso for verdade, é uma boa notícia para os alunos do conservatório. Mas e quanto à grande maioria dos músicos - os que estão um pouco mais abaixo na escada, que não estão estudando música para se tornarem virtuosos ou mesmo músicos profissionais? O que a ciência do cérebro tem a oferecer a eles?
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          À medida que os educadores musicais se veem cada vez mais pressionados a apresentar razões pelas quais os programas musicais nas escolas não devem ser eliminados, todos os tipos de “efeitos colaterais” são apresentados como argumentos para os programas musicais nas escolas. A música ensina disciplina e trabalho em equipe. Aprender um instrumento dá aos jovens um sentimento de realização. E sim, graças a pesquisas recentes, pode-se argumentar que estudar música pode tornar os jovens mais inteligentes.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Dito isso, Schellenberg adverte contra argumentar este ponto com muita força. A música deve ser reconhecida como um fim em si mesma, não um meio para algum outro fim. “Estudos mostram ligeiros ganhos de QI”, observa ele, “portanto, há evidências crescentes de que o treinamento musical tem algum tipo de benefício cognitivo. Mas ninguém tenta justificar as aulas de matemática porque elas tornam suas habilidades de poesia melhores. ”
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Um refúgio que perdi foi Johann Sebastian Bach. É difícil dizer se reagi tão visceralmente a Bach como faço agora, mas certamente gostava dele e conhecia sua música pelas fitas que meu pai havia meticulosamente feito para mim gravando transmissões de rádio. Mas em uma instituição católica como Regensburg, Bach não está no topo da lista de prioridades e, em três anos, nunca cantei nenhuma de suas músicas. Já em Leipzig, Bach é o pão de cada dia do coro, a música que determina seu som. A Missa menor AB em turnê no Teatro Colón de Buenos Aires ou em São Paulo é o destaque de uma temporada - até mesmo de uma vida inteira. E em casa todos os domingos, Bach é ouvido na Thomaskirche. Eu vejo e ouço com profunda inveja enquanto os Thomaners executam a Paixão de São João ou falam da alegria inexplicável que eles obtêm da música. Até Biller sugere que, embora você nunca possa conhecer a Deus, pode senti-lo em Bach. Em vez de Bach, tenho anedotas.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Eu tenho uma anedota sobre a enorme cobra de pelúcia feita em casa que ganhei de uma tia no meu batismo, por exemplo, que se mostrou tão devastadora nas lutas noturnas secretas de travesseiro que ganhou o nome - lamentavelmente politicamente incorreto, mesmo por um período de nove anos velho - Hiroshīma. Ele ainda está vivo e bem, assim como Jokko. Jokko foi entregue a mim, embrulhado e para ser inaugurado no meu aniversário, quando eu parti para Regensburg depois de mais um estressante fim de semana de um dia quinzenal em casa. Sem vontade de voltar, não me senti bem ao sair de Munique e me senti ainda pior depois que o trem me cuspiu em Regensburg. Por fim, meu corpo seguiu o exemplo, e a doença física se misturou com infelicidade. Em uma tentativa de consolo, consegui permissão para abrir meu pacote mais cedo e saltou um magnífico macaquinho de pelúcia. Jokko acabou por ser terrivelmente absorvente de umidade, tornou-se seu principal dever enxugar todas as minhas lágrimas. Quando saí prematuramente do internato, o teor de sódio de Jokko era perigosamente alto.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          O fato de eu estar particularmente comovido com este documentário tem muito a ver com minhas próprias experiências, mas também a ver com os valores de produção do filme. Cada aspecto exala reflexão, desde a escolha de música excelente e inteligentemente aplicada (sempre que os Thomaners não estão fornecendo sua própria trilha sonora) e a edição ao arco cuidadosamente construído e naturalmente dramático. O resultado é uma obra-prima sutil e tocante sobre a vida jovem em simbiose com a música antiga.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/d64739b6/dms3rep/multi/0b29eaf5-fe1e-4dac-95ad-fdc358f93794.jpg" length="75247" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Wed, 31 Mar 2021 16:58:29 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.serenataecia.com.br/a-musica-torna-voce-mais-inteligente</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/d64739b6/dms3rep/multi/0b29eaf5-fe1e-4dac-95ad-fdc358f93794.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/d64739b6/dms3rep/multi/0b29eaf5-fe1e-4dac-95ad-fdc358f93794.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>A música é um recurso inestimável quando se trata da saúde mental das crianças - e ainda assim está sob ataque</title>
      <link>https://www.serenataecia.com.br/a-musica-e-um-recurso-inestimavel-quando-se-trata-da-saude-mental-das-criancas-e-ainda-assim-esta-sob-ataque</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  
                  
         A música estimula a criatividade, explora as emoções e ajuda os jovens a compreenderem seu próprio ser, diz um músico - ela tem uma capacidade poderosa de ajudar as crianças a se manterem mentalmente saudáveis
        
                &#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/d64739b6/dms3rep/multi/20180812_124848.jpg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  
                  
         William Congreve disse uma vez que “a música tem encantos para acalmar o peito selvagem, para amolecer pedras ou dobrar um carvalho nodoso”. Com tanta preocupação - e preocupação válida com isso - sobre o estado mental vulnerável dos alunos, precisamos estar particularmente vigilantes no clima atual de austeridade, primeiro para proteger a música e a arte em nossas escolas de cortes.
         
                  &#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          E é totalmente apolítico, como o duque e a duquesa de Cambridge e o príncipe Harry demonstraram por meio de seu trabalho exemplar com a instituição de caridade Heads Together - enfrentando o estigma da saúde mental  em uma campanha que abrange todas as idades, classes, geografias e ocupações.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          É claro que a saúde mental tem crescido como uma crise amplamente esquecida e negligenciada entre os jovens há anos. A vida moderna - cada vez mais conectada, impulsionada pela cultura do smartphone e por mudanças rápidas - coloca enorme estresse nos jovens em um momento em que eles estão crescendo e estão mais vulneráveis. Fomos até mesmo lembrados de como, durante o Natal, a saúde mental dos adolescentes sofreria especialmente com as pressões onipresentes das mídias sociais, graças a uma pesquisa oportuna da The Children's Society .
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Em dezembro, o Livro Verde do governo sobre seus planos para Serviços de Saúde Mental para Crianças e Adolescentes (CAMHS) incluiu propostas para a introdução de equipes de apoio à saúde mental - vinculadas a grupos de escolas e faculdades - designadas líderes para saúde mental em todas as escolas, novas orientações para as escolas que abordará o efeito do trauma e um tempo de espera de quatro semanas no CAMHS. Sinais de fato de que as autoridades estão finalmente levando o problema a sério. Mas em nenhum lugar desse documento de 54 páginas a música e as artes são mencionadas. Isso apesar de muitas evidências dos poderes curativos e estimulantes que têm sobre o bem-estar mental dos jovens, sempre preferível, quando viável, como primeira opção em relação às soluções químicas.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Música como alívio do estresse
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Os benefícios terapêuticos da música e das artes eram considerados uma teoria hippie um tanto excêntrica até recentemente, mas está se tornando cada vez mais popular o tempo todo. O Dr. Robert Myers , professor clínico assistente de psiquiatria e comportamento humano na Universidade da Califórnia, Irvine School of Medicine, diz: “Ter um pouco de música na vida todos os dias pode ser bom para reduzir o estresse e a ansiedade. A pesquisa e a experiência mostraram que a música calmante pode proporcionar alívio do estresse para crianças e adultos. ”
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          A Professora Susan Hallam, Professora Emérita de Educação e Psicologia Musical da University College London, está entre os principais acadêmicos e pesquisadores que publicaram artigos sobre o impacto da música no desenvolvimento intelectual, social e pessoal das crianças, mostrando que a exposição à música melhora sua percepção, habilidades de linguagem e alfabetização.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Agora as escolas estão usando toda essa pesquisa em seu próprio benefício, incluindo a academia primária de Feversham de Bradford, que ganhou as manchetes dos jornais nacionais em outubro quando disse que seu novo sucesso do Sats se resumia a dar a todas as crianças até seis horas de música por semana. Sete anos atrás, estava em medidas especiais e ganhando as manchetes por todos os motivos errados, mas agora é classificado como "bom" pelo Ofsted e entre os 10% melhores em nível nacional para o progresso dos alunos em leitura, redação e matemática.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Compreender e desenvolver
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Claro, temos que nos concentrar em um currículo equilibrado, mas mesmo que a música e a arte não estejam sendo levadas aos níveis de exames entre os alunos, é importante que todos tenham a chance de absorver esses assuntos ao longo de sua vida acadêmica. Não há nada como a música e a arte para despertar a criatividade, explorar as emoções e ajudar os jovens a compreender e desenvolver a sua própria vida enquanto navegam na dos outros. Afinal, os alunos de hoje irão para o local de trabalho de amanhã, onde mais do que nunca a colaboração, muitas vezes em nível internacional, o trabalho em equipe, a empatia, as habilidades sociais e a inteligência emocional serão as ferramentas essenciais para o sucesso. Novamente, esta é uma visão proveniente do mundo pragmático do local de trabalho, apoiado pelo Banco Mundial, cujo Relatório de Desenvolvimento Mundial 2018: Aprendendo a Realizar a Promessa da Educação diz: “Não é suficiente treinar alunos para usar computadores: para navegar em um mundo em rápida mudança, eles precisam interagir de forma eficaz com os outros, pensar de forma criativa e resolver problemas.”
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Apesar dos inúmeros benefícios proporcionados pela música e pelas artes em nossas escolas, eles estão sob ataque. Em setembro, um relatório do Education Policy Institute mostrou que os alunos que estudavam disciplinas artísticas como música e teatro em escolas inglesas haviam caído para o nível mais baixo em uma década como resultado de políticas governamentais e cortes na educação .
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Portanto, a ameaça a essas disciplinas é real, apesar do excelente trabalho que os professores estão fazendo globalmente nessas áreas. Na lista dos 50 melhores para o Prêmio de Professor Global de US $ 1 milhão da Varkey Foundation 2018, fiquei impressionado com a forma como a professora de Brent, Andria Zafirakou , mudou a vida de seus alunos com o poder da arte, como Keith Hancock da Califórnia os motivou com a música e a Flórida o professor Joe Underwood conduziu sua carreira para carreiras gratificantes em toda uma gama de artes criativas.   
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Eu penso em minhas próprias aulas de música na escola. Admito que a teoria musical transmitida da frente da sala de aula não prendeu minha atenção, mas foi uma chance para meus amigos e eu tirarmos as guitarras do armário de música e começar a escrever canções. O sentimento de união e felicidade vive comigo até hoje. A vida agora é mais agitada e estressante do que nunca, mas sonhar acordado com esses momentos ainda me dá motivos para sorrir e acalma meu próprio “seio selvagem”. Sei que deve ter sido uma felicidade real, porque costumávamos tocar muito depois do último sino da escola.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          O músico de Walthamstow, Pallab Sarker, lança seu primeiro álbum Gray Day em 10 de fevereiro de 2018
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          https://www.tes.com/news/music-invaluable-resource-when-it-comes-childrens-mental-health-and-yet-its-under-attack?fbclid=IwAR3VsKb1yreFr3Ouj_0O5G2SordtNNxL3fIWbWcywjP5D6teSSRtVOr8Dp0
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/d64739b6/dms3rep/multi/musica-criancas-atentas.jpg" length="99192" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Wed, 31 Mar 2021 15:51:17 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.serenataecia.com.br/a-musica-e-um-recurso-inestimavel-quando-se-trata-da-saude-mental-das-criancas-e-ainda-assim-esta-sob-ataque</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/d64739b6/dms3rep/multi/musica-criancas-atentas.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/d64739b6/dms3rep/multi/musica-criancas-atentas.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Se você se arrepia pode ter um cérebro único</title>
      <link>https://www.serenataecia.com.br/se-voce-se-arrepia-pode-ter-um-cerebro-unico</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  
                  
         Pesquisadores relatam por que algumas pessoas experimentam emoções mais intensas ao ouvir música.
        
                &#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/d64739b6/dms3rep/multi/IMG_20190608_150240829.jpg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  
                  
         Ouça o que um pesquisador da USC diz sobre pessoas que poderiam ter uma capacidade aprimorada de vivenciar emoções intensas.
         
                  &#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Quando Alissa Der Sarkissian ouve a música “Nude” do Radiohead, seu corpo muda.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          “Eu meio que sinto que minha respiração está indo com a música, meu coração está batendo mais devagar e estou me sentindo apenas mais consciente da música - tanto as emoções da música quanto a resposta do meu corpo a ela”, disse Der Sarkissian, um assistente de pesquisa no Instituto de Cérebro e Criatividade da USC, baseado na Faculdade de Letras, Artes e Ciências da USC Dornsife.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Der Sarkissian é amiga de Matthew Sachs, um estudante de doutorado da USC que publicou um estudo no ano passado investigando pessoas como ela, que sentem arrepios pela música.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          O estudo, feito quando ele era estudante de graduação na Universidade de Harvard, descobriu que as pessoas que sentem arrepios com a música na verdade têm diferenças estruturais no cérebro. Eles têm um volume maior de fibras que conectam seu córtex auditivo às áreas associadas ao processamento emocional, o que significa que as duas áreas se comunicam melhor.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          “A ideia é que mais fibras e maior eficiência entre duas regiões significa que você tem um processamento mais eficiente entre elas”, disse ele
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Pessoas que sentem calafrios têm uma capacidade aprimorada de sentir emoções intensas, disse Sachs. No momento, isso se aplica apenas à música porque o estudo se concentrou no córtex auditivo. Mas poderia ser estudado de diferentes maneiras no futuro, Sachs apontou.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Sachs estuda psicologia e neurociência no Brain and Creativity Institute da USC, onde está trabalhando em vários projetos que envolvem música, emoções e o cérebro.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Fonte: Joanna Clay - USC
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                      
           Pesquisa Original: Completa acesso aberto de pesquisa para “conectividade do cérebro reflete respostas estéticas humanos para a música” por Matthew E. Sachs, Robert J. Ellis, Gottfried Schlaug, e Psique Loui em Social e Affective Neuroscience . Publicado online em 10 de março de 2016 doi: 10.1093 / scan / nsw009
          
                    &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/d64739b6/dms3rep/multi/1782100_10201701831891484_1917291335_n-9c3dc673.jpg" length="120795" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Wed, 31 Mar 2021 15:51:15 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.serenataecia.com.br/se-voce-se-arrepia-pode-ter-um-cerebro-unico</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/d64739b6/dms3rep/multi/1782100_10201701831891484_1917291335_n-9c3dc673.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/d64739b6/dms3rep/multi/1782100_10201701831891484_1917291335_n-9c3dc673.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>A música e a lingua nativa interagem no cérebro</title>
      <link>https://www.serenataecia.com.br/a-musica-e-a-lingua-nativa-interagem-no-cerebro</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/d64739b6/dms3rep/multi/WhatsApp+Image+2020-07-25+at+06.55.17.jpeg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  
                  
         A música e a língua nativa interagem no cérebro
         
                  &#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          pela Universidade de Helsinque
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Os finlandeses mostraram uma vantagem no processamento auditivo da duração em comparação aos alemães em um recente estudo de doutorado sobre o processamento auditivo do som em pessoas com diferentes origens linguísticas e musicais. Em falantes finlandeses, a experiência musical foi associada a uma maior discriminação de frequência comportamental.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          O sistema auditivo do cérebro pode ser moldado pela exposição a diferentes ambientes auditivos, como idioma nativo e treinamento musical. Um recente estudo de doutorado de Caitlin Dawson da Universidade de Helsinque enfoca os efeitos de interação dos padrões da língua nativa e da experiência musical no processamento auditivo inicial de recursos sonoros básicos. Os métodos incluíram o registro eletrofisiológico do tronco cerebral, bem como um conjunto de tarefas de discriminação auditiva comportamental .
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          As tarefas auditivas foram projetadas para encontrar limiares de discriminação para intensidade, frequência e duração. Um questionário de autoavaliação sobre sofisticação musical também foi utilizado nas análises.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          "Descobrimos que os falantes do finlandês mostraram uma vantagem no processamento da duração no tronco cerebral, em comparação com os falantes do alemão. A razão para isso pode ser que o idioma finlandês inclui sons longos e curtos que determinam o significado das palavras, o que treina os cérebros dos falantes do finlandês a serem muito sensível ao tempo dos sons ", diz Dawson.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Para falantes de finlandês, a experiência musical foi associada a uma discriminação de frequência comportamental aprimorada. Músicos que falam mandarim mostraram maior discriminação comportamental tanto na frequência quanto na duração. O idioma chinês mandarim tem tons que determinam o significado das palavras.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          "Os efeitos perceptivos da perícia musical não se refletiram nas respostas do tronco cerebral em falantes de finlandês ou mandarim. Isso pode ser porque a linguagem é uma habilidade anterior e mais essencial do que a música, e os falantes nativos são especialistas em sua própria língua", diz Dawson.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Os resultados sugerem que a perícia musical não aprimora todas as características auditivas igualmente para todos os falantes do idioma; os padrões fonológicos da língua nativa podem modular os efeitos de aprimoramento da perícia musical no processamento de características específicas.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Caitlin Dawson defenderá a dissertação de doutorado intitulada "Efeitos da perícia linguística e musical no processamento auditivo precoce - evidências eletrofisiológicas e comportamentais" na Faculdade de Medicina da Universidade de Helsinque, em 4 de dezembro de 2017.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/d64739b6/dms3rep/multi/IMG_20181212_220506433.jpg" length="425607" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Wed, 31 Mar 2021 15:51:11 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.serenataecia.com.br/a-musica-e-a-lingua-nativa-interagem-no-cerebro</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/d64739b6/dms3rep/multi/IMG_20181212_220506433.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/d64739b6/dms3rep/multi/IMG_20181212_220506433.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Os seis benefícios da música para a saúde</title>
      <link>https://www.serenataecia.com.br/os-seis-beneficios-da-musica-para-a-saude</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;a&gt;&#xD;
    &lt;img src="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/-.jpg" alt=""/&gt;&#xD;
  &lt;/a&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          26 de fevereiro de 2019 | 
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Por Vital Âtman | Tags: alzheimer, ansiedade, bem-estar, benefícios, corpo e mente, depressão, desordens psicológicas, doença de Parkinson, Ebook Gorduras do Bem, esquizofrenia, estresse, melhora a comunicação, música, músicas, óleos prensados a frio, prevenção de doenças, qualidade de vida, saúde, Vital Âtman
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          seis-beneficios-da-musica-para-a-saude-0
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Quem é que não gosta de música? Ela tem o poder de alegrar uma festa, marcar momentos especiais, lembrar de pessoas e acontecimentos importantes e pode até ser usada para relaxar ou apenas se divertir.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Mas porque gostamos tanto de batidas ritmadas e melodias? Acredita-se que a música tenha sido usada desde praticamente o começo dos tempos para ajudar os humanos a lidarem com sentimentos difíceis e se conectarem melhor uns com os outros.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Devido à sua influência forte e imediata sobre as nossas emoções, juntamente com a sua capacidade de aumentar naturalmente os neurotransmissores (incluindo as endorfinas) a música está sendo usada para programas de bem-estar em todo o mundo.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          SAIBA MAIS:
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          A musicoterapia (MT), também conhecida como musicoterapia ativa ou musicoterapia passiva em muitos estudos, mostrou-se promissora para melhorar tanto o controle motor quanto as funções emocionais em pacientes com uma ampla gama de doenças ou deficiências.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          De casos de esquizofrenia à doença de Parkinson, intervenções musicais parecem ajudar a diminuir naturalmente sintomas como ansiedade ou depressão, ajudar a estimular a criatividade, melhorar a comunicação entre pacientes e seus cuidadores e muito mais.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Especialistas em musicoterapia afirmam que as sessões podem ajudar a “alcançar uma melhora global no bem-estar pessoal” sem a dependência de drogas que alteram a mente.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Atualmente esta prática é utilizada em diversos lugares como hospitais, centros de reabilitação, escolas, consultórios de terapeutas, universidades, programas de necessidades especiais e hospitais de saúde mental.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Conheça agora os benefícios que a música pode trazer
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          1 – REDUZ A ANSIEDADE E OS EFEITOS FÍSICOS DO ESTRESSE
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          seis-beneficios-da-musica-para-a-saude
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Um artigo publicado no “Southern Medical Journal” afirma que “Embora existam grandes variações nas preferências individuais, a música parece exercer efeitos fisiológicos diretos através do sistema nervoso autônomo.”
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          A música tem a capacidade de causar respostas motoras e emocionais imediatas, especialmente ao combinar movimento e estimulação de diferentes vias sensoriais.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Quando a instrumentação está envolvida, tanto a estimulação auditiva quanto a estimulação tátil ajudam a produzir um estado de relaxamento mental.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          A música é usada como uma forma de terapia natural para muitas doenças, mostrando benefícios para aqueles que estão gravemente debilitados fisicamente ou cognitivamente – como crianças deficientes, adultos geriátricos que sofrem de doenças crônicas em estágio avançado ou aqueles com ansiedade social severa ou transtorno obsessivo-compulsivo.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          2 – AJUDA NO PROCESSO DE CURA
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Usada em ambientes hospitalares, a música pode ajudar no processo de cura, reduzindo a ansiedade antes de procedimentos ou testes.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Estudos publicados em “Europe PMC” constataram que a música reduz a ansiedade em pacientes submetidos a procedimentos cardíacos e parece relaxar os pacientes após a cirurgia ou durante o acompanhamento de procedimentos invasivos de diagnóstico.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          A música também pode modificar positivamente a liberação de hormônios do estresse que são benéficos para as funções neurológicas, imunológicas, respiratórias e cardíacas envolvidas na cura.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          3 – PODE AJUDAR A CONTROLAR A DOENÇA DE PARKINSON E ALZHEIMER
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          seis-beneficios-da-musica-para-a-saude-1
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Estudos clínicos feitos pela Universidade de Pavia, na Itália, mostram que a música melhora tanto as funções cognitivas quanto a qualidade de vida em pacientes que sofrem de deficiências cognitivas, incluindo a doença de Parkinson e a doença de Alzheimer.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Os pesquisadores da “Universität Witten Herdecke”, na Alemanha, descobriram que o ato de produzir música é uma forma de terapia edificante para esses pacientes pois os ajuda a lidar com o agravamento progressivo dos sintomas, além de oferecer estímulo aos sentidos.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          4 – AJUDA A REDUZIR A DEPRESSÃO E OUTROS SINTOMAS EM IDOSOS
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          seis-beneficios-da-musica-para-a-saude-2
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          A música é altamente recomendada em ambientes de cuidados geriátricos, pois ajuda a melhorar o desempenho social, psicológico, intelectual e cognitivo de idosos.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Depressão, sentimentos de isolamento, tédio, ansiedade sobre procedimentos e fadiga são queixas comuns entre pacientes geriátricos.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Pesquisadores da “Wake Forest University School of Medicine” (EUA), acreditam que a música ajuda na melhora do humor, proporcionando uma sensação de conforto e relaxamento e até mesmo modificando o comportamento do cuidador.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          As sessões musicais mostraram efeitos positivos quando realizados antes de procedimentos que provocam ansiedade ou para pacientes que permanecem em unidades de terapia intensiva.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Para os cuidadores preocupados, a música é considerada uma “estratégia econômica e agradável para melhorar a empatia, a compaixão e o cuidado centrado no relacionamento”.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          5 – AJUDA A REDUZIR OS SINTOMAS DAS DESORDENS PSICOLÓGICAS, INCLUINDO A ESQUIZOFRENIA
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Os resultados de um estudo recente realizado na Coréia do Sul, indicam que um programa de 12 semanas de musicoterapia em grupo serviu como uma intervenção eficaz para melhorar os sintomas psiquiátricos e as relações interpessoais em pacientes com doença mental como a esquizofrenia.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          6 – MELHORA A COMUNICAÇÃO
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          seis-beneficios-da-musica-para-a-saude-4
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Um dos usos mais antigos das intervenções musicais é ajudar os portadores de deficiências físicas ou mentais que vivem em centros de reabilitação com dificuldades de comunicação.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Para aqueles com deficiências físicas, a musicoterapia é usada para ajudar os pacientes a responder melhor através de feedback verbal e não verbal baseado em estímulos musicais mutantes. Esta foi a conclusão de pesquisadores da Universidade de Tréveris, na Alemanha.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Gostou deste conteúdo? Então divulgue para seus amigos e familiares, afinal compartilhar saúde é Vital!
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/-.jpg" length="91989" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Mon, 20 Apr 2020 23:28:42 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.serenataecia.com.br/os-seis-beneficios-da-musica-para-a-saude</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/-.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/-.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>A influência da música no paladar</title>
      <link>https://www.serenataecia.com.br/a-influencia-da-musica-no-paladar</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  
                  
         Música - A melhor degustação
        
                &#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/12-84a81aac.jpg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  
                  
         Quem curte música provavelmente já se sentiu mais feliz ou mais triste depois de ouvir certas canções. Mas o que talvez poucos tenham percebido é que a música também pode afetar a nossa percepção do gosto de alimentos. Quem descobriu isso foi David Wesley Silva em sua pesquisa para a dissertação de mestrado na Faculdade de Engenharia de Alimentos (FEA) da Unicamp. Ele constatou que músicas romântica e clássica podem contribuir para ampliar o grau de aceitação de um alimento, enquanto o rock e o chorinho podem exercer efeito contrário. Para o estudo, Silva, que é graduado em Música, mas tinha grande interesse em nutrição e bioquímica, criou um minibolo especial que pudesse ser consumido por celíacos, diabéticos, vegetarianos e outras pessoas preocupadas em manter uma dieta mais saudável. Por isso, ele criou seis variações da receita; em algumas delas, excluiu a farinha de trigo, o açúcar, o ovo e o leite; algumas vezes, adicionava milho, biomassa (polpa de banana verde), edulcorantes (adoçantes: sucralose e estévia), amêndoa e coco. Essas receitas foram provadas por um grupo de 120 voluntários enquanto ouviam quatro gêneros musicais (rock, chorinho, música clássica e música românica). Eles também tiveram que degustar o bolo sem ouvir música nenhuma, como forma de controle.
         
                  &#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Rock e chorinho provocaram menor aceitação em determinados atributos do alimento por parte dos provadores, e esse impacto variou entre as seis formulações diferentes do minibolo. Silva explica:
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          “No caso do chorinho, nossa hipótese é de que ele exerce esse tipo de influência por ser agitado e ao mesmo tempo nostálgico. No caso do rock, há também a questão da agitação. Em comum, os dois gêneros apresentam padrões rítmicos enfatizados sobre os outros elementos musicais [melodia, harmonia, etc.], o que pode desviar a atenção do provador. Relacionamos também estudos que apontam para uma atuação fisiológica no sistema nervoso, o que pode influenciar a resposta sensorial.”
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Já a música romântica instrumental e a clássica colaboraram para a maior aceitação dos minibolos. O autor diz que é preciso estudar o tema mais a fundo, mas sua teoria é a seguinte:
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          “Esses gêneros tendem a acalmar as pessoas. Tal relaxamento provavelmente causa maior disponibilidade nas pessoas para aceitar o alimento. Outros estudos apontam para associação da música clássica a conceitos de status social, autoestima e sofisticação. Sabemos que a música produz variados efeitos físicos, psicológicos e emocionais, mesmo cognitivos. De outro lado, as pessoas têm as suas preferências, associadas à cultura e histórico de vida.”
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Quem ouviu música teve média de aceitação até 14,4% maior em comparação com aqueles que não ouviram. Essa informação pode ser muito útil para restaurantes – ou para quando você quiser impressionar alguém com seus dotes culinários!
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Pesquisas associando alimentos e música ainda estão em estágio inicial (o que torna o estudo na Unicamp ainda mais bacana e vanguardista), mas existem várias envolvendo outros tipos de sons. Ao Jornal da Unicamp, Silva mencionou um estudo no qual voluntários degustaram um sorvete de bacon e ovos (!). Quando os cientistas colocaram sons de pintinhos durante essa degustação, as pessoas relataram ter sentido mais forte o gosto de ovo. Quando tocaram um som de fritura, os provadores achavam que o sorvete tinha mais sabor de bacon.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Outro estudo usado como referência foi realizado pelo Laboratório de Pesquisa Crossmodal da Universidade de Oxford, na Inglaterra. Em 2012, foram compostas duas trilhas sonoras diferentes para acompanhar a degustação de alimentos: uma com “elementos musicais doces” e outra com “elementos musicais amargos”. Quando voluntários provavam o cinder toffe (um doce de café e caramelo tradicional no país) ouvindo os “sons doces”, eles acharam a sobremesa também mais doce. Quando ouviam o “som amargo”, comentavam que tinham comido algo amargo.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Nota: Levando em conta que a música tem grande efeito sensorial, emocional e psicológico, seria interessante alguém, no contexto cristão, verificar cientificamente o efeito dos estilos musicais no culto e na adoração a Deus. Será que alguns estilos predispõem à reflexão enquanto outros levam ao emocionalismo vazio? Será que alguns promovem a alegria reverente enquanto outros estimulam o êxtase irrefletido? Fica aí a dica para uma pesquisa interessante. [Michelson Borges]
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/10397843_849311481802758_6992412327995573230_n.jpg" length="95135" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 17 Apr 2020 14:07:02 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.serenataecia.com.br/a-influencia-da-musica-no-paladar</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/10397843_849311481802758_6992412327995573230_n.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/10397843_849311481802758_6992412327995573230_n.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>A grande orquestra do cérebro</title>
      <link>https://www.serenataecia.com.br/a-grande-orquestra-do-cerebro</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  
                  
         A importância da música para a vida
        
                &#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/IMG_20181215_211014416.jpg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Alguns personagens históricos se tornaram conhecidos por terem ouvidos de pedra. Os presidentes americanos Ulysses Grant e Theodore Roosevelt e o guerrilheiro argentino Che Guevara fazem parte desse grupo, assim como o romancista russo Vladimir Nabokov, que registrou: “A música me afeta como uma sucessão arbitrária de sons mais ou menos irritantes”. Por muito tempo, eles foram considerados exemplos da surdez para tons, uma insensibilidade relativa para a música que se estima estar presente em 5% da população. Nos últimos anos, alguns cientistas passaram a se perguntar se eles não teriam sido portadores de algo mais raro. Em seu novo livro, Alucinações Musicais (Companhia das Letras; tradução de Laura Teixeira Motta; 342 páginas; 49 reais), o inglês Oliver Sacks, o mais famoso dos neurologistas, especula a respeito de Nabokov para em seguida relatar o caso de uma paciente. Essa mulher, identificada como “L.”, jamais percebeu a música como tal. Desde a infância ela se viu em situações embaraçosas por não reconhecer o hino americano ou um singelo Parabéns a Você. Sua condição é causada por uma anomalia congênita no córtex auditivo, a amusia total. Eis como L. descreve um concerto: “Imagine que você está na cozinha e alguém joga todos os pratos e panelas no chão. É isso que eu ouço”.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          A disfunção de L. marcou-a como uma espécie de “alienígena”. Para a maioria das pessoas, é difícil até conceber uma situação como a dela. A música carrega memórias e emoções e está profundamente entranhada em nossa experiência íntima. Mais que isso. Nenhuma cultura conhecida foi desprovida de música, e alguns dos artefatos mais antigos encontrados em espaço virtuals arqueológicos são flautas e tambores. Ao nascer, os bebês já distinguem entre escalas musicais, preferem a harmonia à dissonância e são capazes de reconhecer canções. Seu cérebro está pronto a decifrar musicalmente o mundo. Os caminhos neurológicos da percepção musical estão sendo esmiuçados como nunca. Como diz Robert Zatorre, professor do Instituto Neurológico de Montreal, a música se tornou alimento da neurociência.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Diversos estudos recentes demonstram como o cérebro é esculpido pela música. Por exemplo, o corpo caloso, a grande comissura que liga os dois hemisférios cerebrais, tende a ser maior nos músicos profissionais. Descobertas desse tipo levaram alguns a sugerir que expor crianças pequenas à música clássica lhes daria uma vantagem intelectual, mas essa ideia não é corroborada pela neurociência. As mudanças causadas pela música são muito específicas, e talvez se dêem à custa de outras funções cerebrais. Ouvir Mozart na infância certamente ajuda a ouvir Mozart na idade adulta – mas não traz necessariamente outros ganhos cognitivos. O que esses estudos ressaltam é a plasticidade do cérebro, a maneira como ele é moldado, muito concretamente, pela experiência individual. Não é só estudar música que resulta em diferenças relevantes. O tipo de aprendizado importa. Uma experiência com violinistas e trompetistas mostrou que a ativação do córtex auditivo é maior quando eles ouvem seus respectivos instrumentos. Outra pesquisa aponta que crianças chinesas têm mais chance de adquirir ouvido absoluto, que identifica automaticamente a altura de qualquer nota. Não pela raça, mas porque crescem ouvindo chinês, língua com grandes variações tonais.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Outro enigma desvendado é a razão fisiológica dos prazeres causados pela música. No recém-lançado This Is Your Brain on Music (O Seu Cérebro sob Efeito Musical), o neurocientista americano Daniel Levitin descreve as experiências que coordenou na Universidade McGill, do Canadá. As conclusões são técnicas, mas é possível visualizar a orquestra cerebral em ação. “Primeiro o córtex auditivo entra em ação para analisar os componentes do som”, escreve Levitin. “Depois vêm regiões frontais, relacionadas ao processamento da estrutura e das expectativas musicais. Finalmente, chegamos a um sistema de áreas envolvidas na excitação e no prazer, na transmissão de opióides e na produção de dopamina, culminando na ativação do núcleo acumbens. Os aspectos agradáveis e estimulantes da audição musical parecem ser resultado do aumento de dopamina no núcleo acumbens e da contribuição do cerebelo na regulação das emoções. A música é uma forma de melhorar o ânimo das pessoas, e agora acreditamos saber por quê.”
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          O trabalho de Oliver Sacks em Alucinações Musicais é muito diverso desse. Ele narra casos peculiares, da mesma forma que em livros anteriores como Um Antropólogo em Marte. São 29 capítulos com relatos sobre perdas e excessos de musicalidade, sobre a relação da audição com os outros sentidos, sobre canções que se incrustam em nossa consciência, repetindo-se incessantemente, ou sobre ataques epiléticos causados por sons específicos (como a voz de Frank Sinatra). Entre os personagens encontra-se Clive Wearing, um pianista que, depois de uma infecção no cérebro, sofreu uma perda tão devastadora da função de memória que todo acontecimento novo é esquecido imediatamente. Apesar disso, ele não só toca piano como um mestre, mas ainda improvisa e – mais surpreendente – aprende novas partituras. Outro exemplo é o de Sheryl C., que subitamente se viu mergulhada numa situação angustiante. Qualquer pessoa é capaz de relembrar, em silêncio, uma música conhecida. Mas, para ela, era como se uma orquestra estivesse dentro de sua cabeça, tocando trechos de A Noviça Rebelde. Reagindo a uma surdez progressiva, seu cérebro agia espontaneamente e criava alucinações musicais.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Alguns dos capítulos de Sacks falam sobre musicoterapia, vista com desconfiança por médicos e psicólogos. Sacks tem respeito pela disciplina, cujas bases científicas estão sendo reforçadas pela neurologia. O Núcleo de Envelhecimento Cerebral (Nudec) da Universidade Federal de São Paulo mantém pesquisas nesse campo, coordenadas por Cléo Monteiro França Correia. Uma de suas pacientes é a pedagoga Zeni de Almeida Flore. Em 2001, aos 72 anos, ela mostrou os primeiros sintomas da doença de Parkinson. O parkinsonismo é um distúrbio motor, mas é comum que danifique outras áreas do cérebro, acarretando afasia e demência. Foi o que aconteceu com Zeni. À medida que a doença avançava, ela se viu incapaz de manter um diálogo e, depois, até mesmo de nomear objetos. Havia uma única situação em que ela conseguia pronunciar palavras com fluência: ao cantar. Há um ano, a capacidade musical de Zeni foi identificada. Encaminhada à musicoterapia, ela teve ganhos lingüísticos: recobrou certo poder de articular sentenças e responder a perguntas. Doenças diferentes requerem abordagem musical diferente, observa Sacks. Mas, lidando com o ritmo ou despertando emoções, a música pode orientar um paciente quando mais nada é capaz de fazê-lo.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Fonte: Revista Veja, 26 de setembro de 2007
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/f4eeea32-d163-4aef-8407-6d50738db89e.jpg" length="135229" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 17 Apr 2020 13:39:25 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.serenataecia.com.br/a-grande-orquestra-do-cerebro</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/f4eeea32-d163-4aef-8407-6d50738db89e.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/f4eeea32-d163-4aef-8407-6d50738db89e.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Música ameniza sintomas de demência em idosos com Alzheimer</title>
      <link>https://www.serenataecia.com.br/musica-ameniza-sintomas-de-demencia-em-idosos-com-alzheimer</link>
      <description>Canções do repertório autobiográfico do casal trazem lembranças de fatos e situações vividas juntos, o que ameniza sintomas relacionados à demência, como a agitação, trazendo mais qualidade de vida ao cuidador</description>
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  
                  
         Na musicoterapia, canções do repertório de vida de casais trouxeram mais quietude aos idosos e bem-estar aos cônjuges cuidadores
        
                &#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/0f6052af-fcd8-44e0-8bf5-f3c069602e98.jpg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          A música tem sido uma ótima estratégia terapêutica para lidar com a difícil tarefa de cuidar de um familiar acometido pelo Alzheimer. Com a evolução da doença neurodegenerativa, as pessoas ficam totalmente dependentes, podem se tornar mais agressivas, agitadas, com déficits de memória e declínio motor e cognitivo. Uma pesquisa da Gerontologia da USP traz alento às pessoas que estão envolvidas com um idoso nessa situação, principalmente se o cuidador principal for o próprio cônjuge. Canções do repertório autobiográfico do casal, que trazem lembranças de fatos e situações vividas juntos, amenizam sintomas relacionados à demência, como a agitação, e possibilitam mais qualidade de vida ao cuidador.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Segundo o autor da pesquisa, o musicoterapeuta e mestre em Gerontologia Mauro Amoroso Pereira Anastácio Júnior, a música exerce enorme influência na vida humana. No caso do idoso, estimula sentimentos, sensações e remete a épocas, pessoas, lugares e experiências vividas, evocando emoções guardadas em sua memória, diz. Com formação musical e trabalhando mais recentemente com pesquisas na área do envelhecimento pela Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) da USP, Anastácio uniu as duas áreas e procurou investigar o efeito da musicoterapia nas relações familiares conjugais e de amizade de cuidadores que eram cônjuges de pessoas diagnosticadas com Alzheimer.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Cantando juntos
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Ao todo, foram 12 atendimentos semanais direcionados a quatro casais idosos que moravam no município de São Paulo. O pesquisador estabeleceu alguns critérios para a escolha das pessoas: que um dos indivíduos tivesse diagnóstico de Alzheimer em estágio inicial ou moderado e que o cuidador tivesse assumido essa função há mais de seis meses. Por meio de entrevistas, antes e depois das intervenções, Anastácio resgatou as canções mais significativas da história de vida do casal. Uma das atividades levadas à sessão foi a gravação dos dois cantando alguma música do repertório deles e, em seguida, propôs que ouvissem a gravação juntos. Em alguns momentos, Anastácio também recorreu aos instrumentos musicais. O violão favorecia o acompanhamento harmônico das canções, diz.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                      
           Nos resultados apurados por Anastácio, embora os cuidadores se sentissem cansados pelas demandas associadas à doença, a musicoterapia trouxe momentos prazerosos ao casal. Amenizou os sintomas comportamentais dos companheiros adoecidos e possibilitou o resgate e a troca de lembranças pessoais, como relata uma das participantes da pesquisa: “A musicoterapia trouxe o prazer de se expressar, sem ser julgada. É uma sensação de tranquilidade e de dar chance de relembrar o que se viveu”.
          
                    &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Com relação ao fato de ter tido que assumir a tarefa de cuidar do companheiro, a experiência com a música trouxe maior percepção de seu papel social e familiar e mais qualidade e bem-estar no relacionamento conjugal, como disse uma das depoentes: “Agente sempre se deu bem e hoje há um sentimento de gratidão por toda a vida que tivemos juntos”.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Demência e Alzheimer
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                      
           Segundo o pesquisador,  a demência é uma síndrome cerebral progressiva que afeta a memória, o pensamento, o comportamento e a emoção. Embora cada processo seja individual, eventualmente os indivíduos com demência tornam-se incapazes de cuidar de si mesmos e necessitam de ajuda para todas as suas atividades, explica Anastácio.
          
                    &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Existem mais de 100 formas de demência, sendo a mais conhecida a doença de Alzheimer. Causa a destruição das células cerebrais, interrompendo a transmissão de mensagens no cérebro, o que afeta a capacidade de se lembrar, falar, pensar e tomar decisões, diz o pesquisador. Ainda não se sabe ao certo o que causa a morte das células nervosas, porém há certos tipos de lesões que podem ser observadas em áreas danificadas do cérebro. Isso confirma o diagnóstico da doença de Alzheimer, explica.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Envelhecimento populacional brasileiro 
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          A pesquisa apresenta também dados sobre a tendência de desenvolvimento de doenças neurodegenerativas no Brasil impulsionada pelo envelhecimento da população. Em 1950, a expectativa de vida era de 51 anos; em 2016, passou para 75,8 anos e a previsão para 2040 é de 80 anos, segundo o estudo. Para o pesquisador, “é preciso adotar abordagens terapêuticas para o manejo da doença, uma vez que os medicamentos farmacológicos disponíveis dão conta apenas dos sintomas”, conclui.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          A pesquisa de mestrado Musicoterapia e doença de Alzheimer: um estudo com cônjuges cuidadores  foi defendida em maio de 2019, sob a orientação da professora Deusivania Vieira da Silva Falcão, do Programa de Pós-Graduação em Gerontologia da Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) da USP.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Mais informações: e-mail mauroanastacio@usp.br, com Mauro Amoroso Pereira Anastácio Júnior
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/180985_132822113451702_4053012_n-ea93f2da.jpg" length="87258" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Sat, 11 Apr 2020 14:09:11 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.serenataecia.com.br/musica-ameniza-sintomas-de-demencia-em-idosos-com-alzheimer</guid>
      <g-custom:tags type="string">#alzheimer,#musicoterapia,#serenata,#música,#saude  #terceiraidade</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/10351310_657246677675907_4342016355680045191_n.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/180985_132822113451702_4053012_n-ea93f2da.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Ser seresteiro em tempos de Covid 19</title>
      <link>https://www.serenataecia.com.br/ser-seresteiro-em-tempos-de-covid-19</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  
                  
         Como celebrar o virtual enquanto o real faz sua metamorfose
        
                &#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/a5ee3906-bee7-4d79-8c73-ecc726a7c290.jpg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  
                  
         Como seresteiro devo admitir ;
         
                  &#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Nunca imaginei que celebrar a vida em família e com amigos , pudesse um dia, ser um risco para ela própria. 
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Nunca imaginei como seresteiro que cantar o amor fosse apenas a distância. 
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Espero poder tirar meu chapéu para mudanças importantes que poderão ser feitas no comportamento humano. 
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                      
           Espero poder tirar meu chapéu para celebração da vida e do novo mundo que nos espera. 
          
                    &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                      
           Espero que a serenata possa atingir mais forte os corações na essência da sua existência. 
          
                    &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                      
           Espero que a serenata cante mais a vida do que a dor da perda. 
          
                    &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                      
           Espero que a serenata mostre ao mundo que somos um só e que a celebração da vida possa ser intensa, mais intensa agora. 
          
                    &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                      
           Eu espero poder usar todo figurino de novo e sair às ruas sem máscara e sem medo do toque. 
          
                    &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                      
           Espero encher os pulmões de mais gente cantando comigo do que o silêncio dos doentes infectados. 
          
                    &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                      
           Para quem não sabe não é só cantar uma serenata, é mudar o curso daquela história e potencializar mais emoções. 
          
                    &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                      
           Será uma grande descoberta olhar para esse mundo novo que está se formando agora e ver que canções juntos podemos cantar.
          
                    &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                      
           A vida só termina depois que o ultimo bonde passar e não existir mais ao que celebrar.
          
                    &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/%40-c.jpg" length="67583" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Sun, 29 Mar 2020 16:18:45 GMT</pubDate>
      <author>fredijon@serenataecia.com.br (Fredi Jorge)</author>
      <guid>https://www.serenataecia.com.br/ser-seresteiro-em-tempos-de-covid-19</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/%40-c.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/%40-c.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Música provoca 'conversa' entre áreas do cérebro; entenda como é a relação entre ritmo, harmonia e sensações</title>
      <link>https://www.serenataecia.com.br/areas-do-cerebro-entenda-como-e-a-relacao-entre-ritmo-harmonia-e-sensacoes</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  
                  
         Calma, prazer e nostalgia são algumas das sensações experimentadas quando ouvimos música. Diferentes ritmos causam reações diversas.
         
                  &#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/20180812_124848.jpg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  
                  
         Ouvir música pode ter diversos efeitos no corpo. Dependendo da música há quem jure que se sinta mais feliz ou relaxado, outros não gostam de certos sons.
         
                  &#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Mas o que acontece no nosso cérebro quando estamos ouvindo música? Tecnicamente, quando começamos a ouvir música, as ondas de rádio que são emitidas por um instrumento, alto-falantes ou fones de ouvido fazem nossos tímpanos entrarem e saírem.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Esse movimento é traduzido em uma cadeia de sinais eletroquímicos que atingem o córtex auditivo e, a partir daí o som é analisado em relação ao tom, ritmo, volume, timbre, harmonia, localização espacial e ressonância.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          De forma geral, é como se todas as áreas do cérebro conversassem entre si.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          O córtex auditivo é responsável por distinguir volume e tom. Também é ele o responsável por entender o ritmo. Quando o som entra pelos ouvidos, outras áreas do cérebro também são ativadas: movimento, memória, atenção, emoção...
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Diversos estudos já mostraram que a música pode ter efeitos positivos no cérebro liberando dopamina, neurotransmissor mais conhecido como "hormônio do prazer". Apesar disso, a música afeta as pessoas de maneiras diferentes.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Música que 'gruda'
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Os diferentes gêneros musicais podem provocar reações diversas entre as pessoas. A música pop tende a grudar na cabeça e diversos estudos já se debruçaram sobre o tema.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Algumas “fórmulas” de batidas e melodias são mais fáceis de assimilar e por isso viram hits. Em 2016, pesquisadores da Universidade de St. Andrews, na Inglaterra, analisaram e listaram as 20 músicas mais ‘grudentas’ dos últimos tempos.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Bede Willians, uma das autoras do estudo, disse ao jornal inglês “Mirror” que as músicas mais grudentas costumam ter em comum um ritmo tão distinguível que mesmo sem melodia é possível reconhece-las. É o caso de “We will rock you”, do Queen.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          “Nosso senso de ritmo é fundamental para ser humano. Todos nós experimentamos o ritmo de nossa respiração e corações batendo e, desde muito jovens, somos inventores rítmicos virtuosos à medida que transformamos o balbucio em palavras e palavras em frases”, disse ela.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Melodias e harmonias mais simples, assim como letras fáceis e padrões silábicos, também ajudam a música pop a ficar na nossa mente.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Além disso, segundo Bede, estudos mostram que doses certas de surpresa e expectativa correspondida trazem satisfação quando ouvimos música.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          "Gostamos de ter uma sensação de antecipação para o que vem a seguir quando ouvimos, mas não gostamos de ficar confusos quanto à trajetória geral da música”, explica.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          "É por isso que as músicas ‘grudentas’ de sucesso contêm tantas repetições rítmicas, harmônicas e melódicas. A repetição permite que nossa mente crie uma visão abrangente da música”.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          É muito barulhento!
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Sabe por que seus pais e avós tendem a reclamar do barulho do rock? Segundo um estudo feito em 1998, na Universidade de Ohio, eles não estão de má vontade com a sua juventude. É que com o passar dos anos ocorre perda auditiva e alguns sons ficam distorcidos.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          A percepção do idoso de altas frequências diminui e as baixas frequências - como o baixo e a bateria do rock - são ampliadas. Ou seja, para algumas pessoas, em certa fase da vida, música rock parece muito mais alta e “desconfortável” do que realmente é.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                      
           E apesar de todo o barulho e das letras violentas, o death metal não desperta desejos assassinos em seus fãs. Pesquisadores do laboratório de música da Universidade Macquarie, em Sidney, na Austrália, analisaram algumas das emoções causadas pelo estilo musical.
          
                    &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          De acordo com os pesquisadores, a resposta emocional dominante a esse tipo de música é prazer e empoderamento. Algo semelhante a sensação causada por videogames, ainda que os com jogos considerados violentos.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Essa música me lembra...
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          É comum que uma música nos traga a lembrança de um momento, um lugar, uma pessoa, até mesmo de sentimentos. Esta associação entre memória e uma música acontece porque ao longo de toda vida nosso cérebro é exposto a diversas melodias, notas, padrões musicais, letras e é “treinado” para fazer associações entre eles.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          “Cada vez que nós ouvimos um padrão musical que é novo para os nossos ouvidos, nosso cérebro tenta fazer uma associação através de qualquer sinal visual, auditivo ou sensorial. Nós tentamos contextualizar os novos sons e, eventualmente, criamos esses links de memória entre um conjunto particular de notas e um determinado local, hora ou conjunto de eventos”, explica Daniel Levitin, no livro “A música no seu cérebro” (Ed. Civilização Brasileira).
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          E muitas vezes são estas associações variadas que definem o que é uma música boa ou ruim para cada um de nós.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          “É o mesmo que qualquer outro bom / mau julgamento que fazemos - sobre comida, sobre filmes, até mesmo artigos que lemos na internet! Nós gostamos de algumas coisas e não gostamos de outras coisas. Isso se baseia, em parte, na experiência e nas associações que temos com as experiências que tivemos no passado. Alguma coisa boa aconteceu quando esta música estava tocando antes? Ou algo ruim? Essa música me lembra algo bom ou ruim?”, explica Levitin ao G1.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Arrepio
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Algumas pessoas sentem arrepios ao ouvir música 
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          A memória também contribui para que a música seja capaz de nos emocionar e até nos fazer chorar. Mas é uma reação - digamos - mais ancestral que muitas vezes nos causa arrepio.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Reagimos a certos sons porque nos causam alerta, como um grito ou um barulho alto, mas uma vez que nosso córtex pré-fontal- responsável pela tomada de decisão- entra em ação e reconhecemos o ambiente em que estamos, conseguimos sentir prazer ao ouvir a música.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Além disso, conseguir prever quando algo vai acontecer é importante para nosso instinto de sobrevivência. Se nosso cérebro consegue "ler" para onde a música está indo, ficamos mais satisfeitos e mais dopamina é liberada, causando muitas vezes o arrepio.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Mas não é todo mundo que se arrepia com facilidade. Um estudo feito por cientistas da Universidade de Harvard em 2016 testou o efeito "arrepio" e descobriu que algumas pessoas possuem mais fibras nervosas conectando o córtex auditivo ao córtex insular anterior e ao pré-frontal, os responsáveis justamente pelas emoções.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Música altera o humor?
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Sabendo de todas estas conexões é possível afirmar que a música mexe com as emoções e o humor. Não faltam por aí playlists que prometem acalmar ou ajudar a se concentrar no trabalho.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          Segundo Levitin não é apenas um único fator que pode fazer uma música desencadear um efeito de mudança no seu estado de espírito.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          “Depende se gostamos da música e também do ritmo - músicas mais lentas tendem a nos acalmar, músicas mais rápidas podem nos agitar, mas nem sempre. Sons distorcidos tendem a ser mais agitados do que sons acústicos limpos. Mas, sim, as playlists de humor funcionam, para algumas pessoas, em algumas ocasiões.”
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/md/unsplash/dms3rep/multi/photo-1583423230902-b653abc541eb.jpg" length="108793" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 06 Mar 2020 20:00:02 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.serenataecia.com.br/areas-do-cerebro-entenda-como-e-a-relacao-entre-ritmo-harmonia-e-sensacoes</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/md/unsplash/dms3rep/multi/photo-1583423230902-b653abc541eb.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/md/unsplash/dms3rep/multi/photo-1583423230902-b653abc541eb.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Estudar música deixa as crianças mais atentas e menos ociosas</title>
      <link>https://www.serenataecia.com.br/estudar-musica-deixa-as-criancas-mais-atentas-e-menos-ociosas</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/estudar-musica-deixa-as-criancas-mais-atentas-e-menos-ociosas-640x363.jpg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  
                  
         Especialistas constataram que o treinamento musical aumenta a espessura de uma área nobre do cérebro, o córtex, responsável também pelo controle das emoções. “O estudo dos instrumentos leva o ser humano ao nível mais complexo de concentração do cérebro, que é a atenção executiva. É preciso ter foco e disciplina para aprender a ler partituras e marcar o tempo”, explica a pesquisadora Elvira Souza Lima, especialista em neurociência e música.
         
                  &#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          A atividade pode começar a partir dos quatro anos, quando a criança já é capaz de fazer movimentos mais sutis com as mãos. “Esse aprendizado modifica fisicamente o cérebro, principalmente quando ocorre antes dos sete anos, e os ganhos se mantêm por toda a vida, mesmo que a criança pare de tocar o instrumento depois”, diz Elvira, frisando que o contato com  a música, ainda que apenas como ouvinte, tem um grande impacto no desenvolvimento humano e prepara o cérebro para executar diferentes tipos de funções.
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/musica-criancas-atentas.jpg" length="99192" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Tue, 03 Mar 2020 12:57:54 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.serenataecia.com.br/estudar-musica-deixa-as-criancas-mais-atentas-e-menos-ociosas</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/musica-criancas-atentas.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/musica-criancas-atentas.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>A ciência por trás da cura com som</title>
      <link>https://www.serenataecia.com.br/a-ciencia-por-tras-da-cura-com-som</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  
                  
         O efeito terapêutico da música
        
                &#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/12-84a81aac.jpg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;b&gt;&#xD;
    
                    
          O efeito terapêutico da música
         
                  &#xD;
  &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
                      
           No campo das técnicas de cura, o trabalho sadio habita um espaço curioso. Isso tem sido usado há milhares de anos – pense em cantos por tons da Ásia Central, por exemplo -, mas também está nas fronteiras da neurociência moderna.
          
                    &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
                      
           Joshua Leeds, autor de The Power of Sound e especialista no campo da psicoacústica, o estudo dos efeitos do som no sistema nervoso humano, explica como o som funciona por:
          
                    &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
                      
           … criando uma frequência e vibração para alguém que é propício para a sua cura. A cura pelo som está tendendo. É como onde o yoga estava há 15 anos. As pessoas estão percebendo que o som é um meio viável para lidar com problemas, melhorar o aprendizado e até trabalhar com uma criança autista.
          
                    &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
                      
           O som de cânticos por tom alto é usado há milhares de anos para a cura.
          
                    &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
                      
            
           
                      &#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
                        
            Arrastamento de ondas cerebrais
           
                      &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
                      
           Grande parte do trabalho atual é baseado nas pesquisas do biofísico Gerald Oster, no início dos anos 70 Oster mostrou que, quando um tom é tocado em um ouvido e um tom ligeiramente diferente no outro ouvido, a diferença faz com que o cérebro crie um terceiro tom interno, chamado batimento binaural. A teoria é que isso sincroniza as ondas cerebrais nos dois hemisférios, um processo denominado “arrastamento das ondas cerebrais”.
          
                    &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
                      
           Carol Moore, diretora de marketing da Monroe Products, que faz meditações verbais e músicas do Hemi-Sync que contêm batidas binaurais incorporadas, diz:
          
                    &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
                      
           “Quando o cérebro está em sincronicidade, há mais foco. Nossos títulos de sono ajudam você a mergulhar nas profundas ondas delta. A atividade elétrica no cérebro fica mais lenta.”
          
                    &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
                      
           O arrastamento das ondas cerebrais ocorre quando o som sincroniza as ondas cerebrais nos dois hemisférios.
          
                    &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
                      
           Recuperação de doenças graves
          
                    &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
                      
           Alguns dos produtos foram projetados para ajudar as pessoas a se recuperarem de um acidente vascular cerebral ou cirurgia, lidar com dores crônicas ou ficar mais relaxadas durante a quimioterapia.
          
                    &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
                      
           Você pode imaginar as drogas como uma poção do amor, em vez de veneno.
          
                    &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
                      
           Ela descreve isso como criando um estado em que você pode dizer: ‘Isso está entrando no meu corpo para me curar, não para causar danos a mim’.
          
                    &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
                          
             A Sincronicidade do Som
            
                        &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          &lt;br/&gt;&#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
                      
           O arrastamento das ondas cerebrais não deixa de ser cético, mas algumas pesquisas o apoiam. Em 2008, a revista Alternative Therapies in Health and Medicine publicou uma revisão de 20 estudos sobre arrastamento das ondas cerebrais e resultados dos pacientes. A conclusão foi que o arrastamento das ondas cerebrais é uma ferramenta eficaz para usar nos déficits do funcionamento cognitivo, estresse, dor, dores de cabeça e síndrome pré-menstrual.
          
                    &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
                      
           Os estudos também sugerem que um bom trabalho pode ajudar com problemas comportamentais. Bill Harris, que criou os produtos Holosync, diz:
          
                    &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
                      
           Diferentes padrões de ondas cerebrais afetam emoções.
          
                    &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
                        
            Aumentando a vibração
           
                      &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
                      
           Seu sistema usa sons como chuva e taças de cristal – não há ritmo nem melodia – com um tom pulsante embaixo. Também usa afirmações personalizadas, que as pessoas gravam com suas próprias vozes.
          
                    &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
                      
           Você está praticando entrar em um padrão de ondas cerebrais. Isso faz com que o cérebro se organize em um nível mais complexo. Pega o que você pode lidar emocional e intelectualmente e aumenta mais. Não estou afirmando que isso cura câncer. Mas isso tem um efeito profundo na saúde física das pessoas. Muitas pessoas vêm até nós devido a dor crônica, síndrome do intestino irritável, psoríase, coisas que são exacerbadas pelo estresse.
          
                    &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
                        
            Música para Cura
           
                      &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
                      
           O som pode aumentar a imunidade e tratar a insônia, de acordo com Jamie Bechtold, um curandeiro de Los Angeles. Ela diz que:
          
                    &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
                      
           “A maioria das pessoas vem a mim por estresse e ansiedade.”
          
                    &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
                      
           Para problemas como músculos puxados, resfriados e dores de cabeça, Bechtold usa diapasões nos pontos de acupuntura e também combina performances de gongo com aulas de ioga.
          
                    &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
                      
           “Eu já vi músculos nas costas relaxar completamente usando essa vibração. A música gravada é boa, mas com a música ao vivo, você pode sentir. O chão está vibrando. As ondas sonoras estão saltando por todo o lugar.”
          
                    &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
                        
            Elevando com Frequências
           
                      &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
                      
           Jeffrey Thompson, fundador do Centro de Pesquisa Neuroacústica, diz que diferentes frequências têm como alvo as várias densidades do corpo. Ele usa uma mesa de terapia de som vibroacústica.
          
                    &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
                      
           “À medida que as frequências diminuem, de 500 a 400 hertz (um hertz é um ciclo por segundo), você sente mais nos músculos, nas articulações e nos ossos. Podemos fazer uma massagem vibracional, até as células. Eu posso fazer trabalho craniano com som, trabalhar com órgãos. Você está encontrando frequências para elevar as células do corpo a um estado de super cura, reconstruindo mais tecido.”
          
                    &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
                      
           Segundo Leeds, o futuro do som será a medicina de frequência:
          
                    &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
                      
           Há mais na ciência do som do que nunca. Sabemos o que está acontecendo molecularmente. O que consideramos uma cura sonora será chamado de medicina de frequência.
          
                    &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
          fonte\\; https://www.pensarcontemporaneo.com/a-ciencia-por-tras-da-cura-com-som/?fbclid=IwAR30MC_cVjACvgRkmYu4yf8jUqDjp-w50_63AtSIVFEMbEOgJVHH7-Sm-qY
         
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <pubDate>Sat, 14 Dec 2019 13:30:29 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.serenataecia.com.br/a-ciencia-por-tras-da-cura-com-som</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
    </item>
    <item>
      <title>Tudo o que você deve saber sobre a serenata</title>
      <link>https://www.serenataecia.com.br/titulo-do-postc49632e2</link>
      <description>Um pouco mais do conceito, origem e a sua importância através dos tempos até sua  reivenção no seculo XX</description>
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  
                  
                  
  Conceito, formatos, criação e sua importância através dos tempos

                
                &#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;a&gt;&#xD;
    &lt;img src="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/6daa34ed-d4a8-4046-97df-a257abcff406.jpg" alt="" title=""/&gt;&#xD;
  &lt;/a&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;!--StartFragment--&gt;  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      &lt;!--StartFragment--&gt;    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    O grupo 
    
                    
                    &#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Serenata &amp;amp; Cia
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    
                    
                    
     tem se destacado nesse "mercado do coração" onde a criatividade e a personalização é a combinação perfeita para criar o ambiente ideal de se declarar um romance, uma despedida, um encontro, uma palavra corporativa entre outros tantos motivos.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    A importância da serenata se revela nos feedbacks por emails, whatsapps e em declarações em videos e áudios que clientes relatam logo apos as apresentações, repassando ao grupo a importância de seu trabalho.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Esses registros também são percebidos em postagens nas redes sociais e até mesmo em live de clientes no momento da homenagem.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Para o grupo 
    
                    
                    &#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Serenata &amp;amp; Cia
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    
                    
                    
     o mais interessante é perceber os resultados práticos dessas ações corporativas e sociais.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    As empresas utilizam como qualidade de vida ações musicais envolvendo textos e atividades, e em festas sociais os mais variados motivos revelam mais que emoções pertinentes à homenagem, uma necessidade quase terapêutica é frequentemente percebida ao longo da historia do grupo.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Vejamos agora um pouco dessa origem e suas curiosidades explorando 2 fontes:
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
     Serenata é uma 
    
                    
                    &#xD;
    &lt;a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Can%C3%A7%C3%A3o"&gt;&#xD;
      
                      
                      
      canção
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    
                    
                    
     e/ou 
    
                    
                    &#xD;
    &lt;a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Performance"&gt;&#xD;
      
                      
                      
      performance
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/M%C3%BAsica"&gt;&#xD;
      
                      
                      
      musical
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    
                    
                    
      em honra a alguém, geralmente uma donzela, com teor romântico. Serenatas são tipicamente calmas, musicalmente leves, e abrangem trechos musicais de pequena duração, usualmente cantados, tocados à noite, de preferência debaixo de uma janela
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    A palavra "serenata" provém da 
    
                    
                    &#xD;
    &lt;a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%ADngua_italiana"&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Língua italiana
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    
                    
                    
    , e deriva da palavra latina 
    
                    
                    &#xD;
    &lt;i&gt;&#xD;
      
                      
                      
      serenus
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/i&gt;&#xD;
    
                    
                    
    .
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Na tradição portuguesa e latina, é feitas por estudantes e ex-estudantes universitários, como um ato cultural, com especial relevância para os grupos de 
    
                    
                    &#xD;
    &lt;a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Fado"&gt;&#xD;
      
                      
                      
      fado
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    
                    
                    
     de 
    
                    
                    &#xD;
    &lt;a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Coimbra"&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Coimbra
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    
                    
                    
    , para as 
    
                    
                    &#xD;
    &lt;a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Tuna_acad%C3%A9mica"&gt;&#xD;
      
                      
                      
      tunas
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    
                    
                    
     e para os grupos de serenatas amadores.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Na atualidade, no Brasil, serenatas são realizadas para se homenagear alguém, como uma surpresa, podendo ocorrer à noite ou mesmo durante o dia, com músicas escolhidas de acordo com as preferências musicais da pessoa homenageada, em especial músicas que se referem a amor e/ou amizade. As apresentações são realizadas em domicílio ou outro local escolhido para tal, geralmente por grupos de serenata contratados.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;!--StartFragment--&gt;  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;i&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Eras clássica e romântica
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/i&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    O tipo mais importante e predominante de serenata na história da música é um trabalho para grande conjunto instrumental em múltiplos movimentos, relacionado ao 
    
                    
                    &#xD;
    &lt;a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Divertimento"&gt;&#xD;
      
                      
                      
      divertimento
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    
                    
                    
    , e principalmente sendo composto nos períodos 
    
                    
                    &#xD;
    &lt;a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/M%C3%BAsica_cl%C3%A1ssica"&gt;&#xD;
      
                      
                      
      clássico
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    
                    
                    
     e 
    
                    
                    &#xD;
    &lt;a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/M%C3%BAsica"&gt;&#xD;
      
                      
                      
      romântico
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    
                    
                    
    , embora existam alguns exemplos a partir do século XX. Normalmente, o caráter do trabalho é mais leve do que outros trabalhos de movimento múltiplo para grande conjunto (por exemplo, a 
    
                    
                    &#xD;
    &lt;a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Sinfonia"&gt;&#xD;
      
                      
                      
      sinfonia
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    
                    
                    
    ), com sintonia sendo mais importante do que o desenvolvimento temático ou intensidade dramática. A maioria destas obras são da 
    
                    
                    &#xD;
    &lt;a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/It%C3%A1lia"&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Itália
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    
                    
                    
    , da 
    
                    
                    &#xD;
    &lt;a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Alemanha"&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Alemanha
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    
                    
                    
    , da 
    
                    
                    &#xD;
    &lt;a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%81ustria"&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Áustria
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    
                    
                    
     e da 
    
                    
                    &#xD;
    &lt;a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Bo%C3%AAmia"&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Boêmia
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    
                    
                    
    .
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Entre os exemplos mais famosos da serenata do século XVIII estão os de Mozart, cujas serenatas contêm uma multiplicidade de movimentos que vão de quatro a dez. Suas serenatas eram muitas vezes peças puramente instrumentais, escritas para ocasiões especiais, como as encomendadas para cerimônias de casamento. As famosas serenatas de Mozart incluem 
    
                    
                    &#xD;
    &lt;i&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Haffner
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/i&gt;&#xD;
    
                    
                    
    , a 
    
                    
                    &#xD;
    &lt;i&gt;&#xD;
      &lt;a href="https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Serenata_No._6_(Mozart)&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1"&gt;&#xD;
        
                        
                        
        Serenata notturna
      
                      
                      &#xD;
      &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;/i&gt;&#xD;
    
                    
                    
    , e um de seus mais famosos trabalhos, 
    
                    
                    &#xD;
    &lt;i&gt;&#xD;
      &lt;a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Eine_Kleine_Nachtmusik"&gt;&#xD;
        
                        
                        
        Eine Kleine Nachtmusik
      
                      
                      &#xD;
      &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;/i&gt;&#xD;
    
                    
                    
    .
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    No século XIX, a serenata se transformara em um trabalho de concertos, menos associado ao desempenho ao ar livre para ocasiões honorárias, e os compositores começaram a escrever serenatas para outros conjuntos. As duas serenatas de Johannes Brahms Brahms são mais ou menos sinfonias leves, talvez mais relacionadas com suítes, exceto que eles usam um conjunto que Mozart teria reconhecido: uma pequena orquestra - no caso da Serenata No. 2, uma orquestra inteiramente sem 
    
                    
                    &#xD;
    &lt;a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Violino"&gt;&#xD;
      
                      
                      
      violinos
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    
                    
                    
    . 
    
                    
                    &#xD;
    &lt;a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Anton%C3%ADn_Dvo%C5%99%C3%A1k"&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Dvořák
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    
                    
                    
    , 
    
                    
                    &#xD;
    &lt;a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Pyotr_Ilyich_Tchaikovsky"&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Tchaikovsky
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    
                    
                    
    , 
    
                    
                    &#xD;
    &lt;a href="https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Josef_Suk_(composer)&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1"&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Josef Suk
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    
                    
                    
    , 
    
                    
                    &#xD;
    &lt;a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Edward_Elgar"&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Edward Elgar
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    
                    
                    
     entre outros escreveram serenatas para cordas apenas, como fez 
    
                    
                    &#xD;
    &lt;a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Hugo_Wolf"&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Hugo Wolf
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    
                    
                    
    , que escreveu um para quarteto de cordas (a 
    
                    
                    &#xD;
    &lt;i&gt;&#xD;
      &lt;a href="https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Serenata_Italiana&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1"&gt;&#xD;
        
                        
                        
        Serenata Italiana
      
                      
                      &#xD;
      &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;/i&gt;&#xD;
    
                    
                    
    ). Outros compositores a escreverem serenatas em estilo romântico incluem 
    
                    
                    &#xD;
    &lt;a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ludwig_van_Beethoven"&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Ludwig van Beethoven
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    
                    
                    
    , 
    
                    
                    &#xD;
    &lt;a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Hector_Berlioz"&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Hector Berlioz
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    
                    
                    
    , 
    
                    
                    &#xD;
    &lt;a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Franz_Schubert"&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Franz Schubert
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    
                    
                    
    , 
    
                    
                    &#xD;
    &lt;a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Richard_Strauss"&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Richard Strauss
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    
                    
                    
    , 
    
                    
                    &#xD;
    &lt;a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Max_Reger"&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Max Reger
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    
                    
                    
    , 
    
                    
                    &#xD;
    &lt;a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ethel_Smyth"&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Ethel Smyth
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    
                    
                    
     e 
    
                    
                    &#xD;
    &lt;a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Jean_Sibelius"&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Jean Sibelius
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    
                    
                    
    .
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;!--EndFragment--&gt;                                        

 ( fonte - Wikipédia)
  
                  
                  &#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;!--StartFragment--&gt;  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
                      
      A Origem das Serenatas
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    No Brasil, a origem das serenatas (serestas) tem data de 1717, quando o viajante francês Le Gentil de La Barbinais a trouxe consigo mas as serenatas aparecem na história e nos livros desde 1505. Essas datas são de livros que contam o que seus autores viam, ou seja, as serenatas já existiam nessas datas.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Contudo, as serenatas surgiram justamente da mesma forma como Le Gentil e outros escritores descreviam. Os homens, saindo de suas festas e bebedeiras às altas horas, saiam cantarolando e tocando pelas ruas a fora. Quando apaixonados, detinham-se embaixo das janelas de suas amadas a declarar-se. Isso é um costume vindo dos ingleses, sem nenhuma data específica. Aqui no Brasil esse costume chegou antes mesmo dos lampiões a gás.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;!--StartFragment--&gt;  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
                      
      A Inspiração da Serenata: O Trovadorismo
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    O hábito de evocar alguém e de declarar-se não começou com as serestas ou serenatas, mas vem de antes disso. A questão é que as serenatas começaram a partir de um ato boêmio, um ato que, pela pessoa não estar em plena consciência, acabou se tornando prova de amor. Mas as declarações em si já existiam. De uma forma mais omissa e escondida mas já existiam.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;!--EndFragment--&gt;  &lt;!--StartFragment--&gt;                                        Na Idade Média, com o Trovadorismo, já haviam os trovadores e menestréis que tinham o costume de entoar e cantar seus poemas com uma dedicação. Esse costume teve início na Península Ibérica (Portugal e Espanha). Seus cantos eram compostos por um repertório muito grande, sendo este dividido em quatro grupos.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;!--EndFragment--&gt;  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;!--EndFragment--&gt;  &lt;!--StartFragment--&gt;  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Nesse período literário nem tudo era romance. Os quatro grupos citados acima eram divididos como cantigas de amigo, cantigas de amor, cantigas de escárnio e cantigas de maldizer. As cantigas de escárnio e maldizer tinham como principal intuito zombar, falar mal, fazer fofoca e intriga a respeito de outras pessoas, revelando seu nome ou não, às vezes com uma certa pitada de humor. Já as cantigas de amigo e amor eram mais sentimentais, sendo estas cantadas para seus amigos ou suas namoradas.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
        &lt;a href="https://cultura.culturamix.com/blog/wp-content/gallery/serenata-4/10.jpg"&gt;&#xD;
        &lt;/a&gt;&#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
        &lt;a href="https://cultura.culturamix.com/blog/wp-content/gallery/serenata-4/11.jpg"&gt;&#xD;
        &lt;/a&gt;&#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
        &lt;a href="https://cultura.culturamix.com/blog/wp-content/gallery/serenata-4/12.JPG"&gt;&#xD;
        &lt;/a&gt;&#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Com versos e rimas, essas cantigas eram ritmadas. Por isso tinham o nome de cantigas, por serem cantadas. Contudo, essas 4 cantigas eram de feitio palaciais, sendo as cantigas de amor e amigo cantadas principalmente para moças da corte e da nobreza. Com a chegada do Romantismo, as cantigas sofreram algumas alterações. Com o romantismo surgiu também a questão da boemia, o que levou à “criação” das serenatas.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Onde Vemos Serenatas e Serestas?
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Podemos ver algumas serenatas em filmes antigos de gênero romântico. Ouvimos falar delas em histórias também antigas, do estilo Romeu e Julieta. Como já foi falado, as serenatas (e aqui no Brasil, as serestas) eram vistas nas ruas, ao ar livre, em um horário muito tarde. As serestas aconteciam logo depois que os homens saiam dos bares e, movidos pelo álcool, iam declarar-se às suas namoradas ou às suas pretendentes.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Quando surgiram, as serestas eram vistas ao ar livre. Hoje em dia é vista da mesma forma e até em locais diferentes, podemos dizer até exóticos.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;!--EndFragment--&gt;  &lt;!--StartFragment--&gt;  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
                      
      As Serestas Atuais
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    O intuito, de quando foi criada, da serenata era o de conquistar a amada ou de reafirmar o amor. Quando era apenas uma pretendente, a função era a de declarar e conquistar a moça. Quando a moça já era a sua namorada, o intuito era o de ratificar o sentimento.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
        &lt;a href="https://cultura.culturamix.com/blog/wp-content/gallery/serenata-5/13.jpg"&gt;&#xD;
        &lt;/a&gt;&#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
        &lt;a href="https://cultura.culturamix.com/blog/wp-content/gallery/serenata-5/14.jpg"&gt;&#xD;
        &lt;/a&gt;&#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
        &lt;a href="https://cultura.culturamix.com/blog/wp-content/gallery/serenata-5/15.jpg"&gt;&#xD;
        &lt;/a&gt;&#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Hoje em dia, os antigos poetas e atuais músicos usam ainda da seresta para se declararem, através de músicas e dedicatórias. Podemos ter como exemplo de serestas músicas como: Whisky a go go e Chuva de prata (cantadas pelo grupo Roupa Nova), Frevo Mulher (composta e cantada por Zé Ramalho), Preta Pretinha (Moraes Moreira), Ai! Minha mãe (Falcão), Como Uma Onda (Lulu Santos) e Alecrim (Rodolfo Ortiz).
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Ainda há as serestas de época brasileiras, como as músicas dos anos 60 (e que fazem sucesso até os dias de hoje): Banho de lua, Biquíni de bolinha amarelinha, Estúpido cupido e Broto legal. Também há as serestas com tom de humor como Dona Maroca e Linda Meu Bem, de Ary Toledo, além dos saudosos Mamonas Assassinas, que deixaram um legado de serestas.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;!--EndFragment--&gt;                                        

fonte: 


  
                  
                  &#xD;
  &lt;!--StartFragment--&gt;  &lt;a href="https://cultura.culturamix.com/curiosidades/a-origem-das-serenatas"&gt;&#xD;
    
                    
                    
    https://cultura.culturamix.com/curiosidades/a-origem-das-serenatas
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;!--EndFragment--&gt;  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;!--EndFragment--&gt;  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/1782100_10201701831891484_1917291335_n-9c3dc673.jpg" length="120795" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Wed, 04 Dec 2019 11:57:37 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.serenataecia.com.br/titulo-do-postc49632e2</guid>
      <g-custom:tags type="string">serenata,origemdaserenata,variaçoesdasserenatas,musica,classicos,amor,declaração,paixão,casamento,noivado,despedidas,reencontros,homenagem,celebrando,comemorando</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/1782100_10201701831891484_1917291335_n-9c3dc673.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Benefícios da música: 11 efeitos na saúde e bem-estar</title>
      <link>https://www.serenataecia.com.br/titulo-do-post1eef9064</link>
      <description>“A música é capaz de nos deixar emotivos e de nos elevar a estados de conforto e de alegria. É como uma ‘massagem cerebral’ que mobiliza os sentidos e causa sensações mentais e, até mesmo, físicas”, conta a psicóloga Regina Scatena, da Clínica Megamed.</description>
      <content:encoded>&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;a&gt;&#xD;
    &lt;img src="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/Serenata+%26+Cia+2019+2.jpg" alt="" title=""/&gt;&#xD;
  &lt;/a&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;!--StartFragment--&gt;  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    “Uma coisa boa sobre a música é que quando ela bate você não sente dor”, Bob Marley. A citação do cantor jamaicano reflete o poder que os benefícios da música podem exercer no bem-estar. Embora as melodias sejam encaradas como corriqueiras em nosso cotidiano, elas fazem muita diferença na saúde e no psicológico. Entenda:
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
        
                        
                        
        PUBLICIDADE
      
                      
                      &#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Quais são os benefícios da música?
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
     Que a música é uma forma de entretenimento válida para diversas ocasiões, nós já sabemos. Mas há ainda mais: ela pode ser uma grande aliada na saúde e no bem-estar.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Seus efeitos podem ter 
    
                    
                    &#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
                      
      resultados terapêuticos 
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    
                    
                    
    e ajudar no tratamento de diversos problemas de saúde. Veja quais:
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Diminui o estresse, traz serenidade e acalma
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Reduz a
      
                      
                      &#xD;
      &lt;a href="https://www.ativosaude.com/saude-mental/ansiedade-nao-e-drama-entenda-a-doenca/"&gt;&#xD;
        
                        
                        
         ansiedade
      
                      
                      &#xD;
      &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Alivia dores e desconfortos, já que age como estímulo em competição com a dor
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Auxilia na diminuição da pressão arterial
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Ativa as conexões cerebrais e melhora a memória
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Estimula a articulação de ideias e aumenta a produtividade, tudo porque libera dopamina, neurotransmissor responsável pelo prazer
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Pode ser usada em atividades de cunho pedagógico para auxiliar na aprendizagem, na comunicação e na linguagem
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Leva o indivíduo ao autoconhecimento ao passo que resgata sentimentos, emoções e lembranças
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Colabora com a expressão corporal, pois estimula o movimento
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Torna as atividades físicas mais prazerosas
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Auxilia na coordenação motora
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Todos esses benefícios da música são explicados pelo fato de, quando cantamos ou ouvimos melodias, o cérebro liberar justamente os neurotransmissores ligados ao prazer, de modo a aliviar dores e proporcionar sensação de bem-estar.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Para o cérebro
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
     “A música é capaz de nos deixar emotivos e de nos elevar a estados de conforto e de alegria. É como uma ‘massagem cerebral’ que mobiliza os sentidos e causa sensações mentais e, até mesmo, físicas”, conta a psicóloga Regina Scatena, da Clínica Megamed.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Outro
    
                    
                    &#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
                      
       benefício da música para o psicológico
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    
                    
                    
     é a contribuição para o melhor desempenho das capacidades cognitivas, como raciocínio, memória e pensamento lógico. Em alguns casos, ela aumenta a concentração, o que melhora a produtividade em atividades acadêmicas e laborativas.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Remédio natural
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Por ser motivadora, relaxante e atuar diretamente na atividade cerebral, a música pode ser um rico instrumento terapêutico para auxiliar no tratamento clínico de problemas psicológicos — como a depressão, ansiedade e estresse —, de modo a melhorar a qualidade de vida das pessoas.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    “Quando utilizada de forma contextualizada se torna um ‘antídoto’ para as enfermidades físicas e mentais, como uma maneira de tranquilizar as dores da alma”, explica Regina.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
                      
      O que é a musicoterapia?
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
     “Musicoterapia é utilização da música e seus elementos — como melodia, ritmo e harmonia — para fins terapêuticos, de modo a atuar na reabilitação e melhoria da saúde física e mental”, explica a musicoterapeuta Giovanna C. Balzer, do Centro de Recuperação Neurológica (CERNE).
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Como resultado do trabalho musicoterapêutico é possível destacar:
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Melhora na comunicação, atenção e interação social
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Auxílio na expressão corporal e de sentimentos
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Estímulo à coordenação motora
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Um 
    
                    
                    &#xD;
    &lt;a href="https://www.bjs.co.uk/article/meta-analysis-evaluating-music-interventions-for-anxiety-and-pain-in-surgery/"&gt;&#xD;
      
                      
                      
      estudo publicado no British Journal of Surgery
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    
                    
                    
     comprovou os benefícios da música em processos cirúrgicos. Os pesquisadores analisaram mais de 80 canções aleatórias antes, durante e depois de cirurgias invasivas e perceberam que os pacientes que as ouviam tinham seus níveis de dor e ansiedade amenizados.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Os efeitos foram ainda melhores nas ocasiões em que o paciente escolhia a música, e não o cirurgião ou os pesquisadores.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Existe algum tipo ou estilo que apresenta melhores resultados?
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Normalmente, sons mais calmos e lentos ajudam a se desligar das preocupações diárias e facilitam o sono. Já os mais animados, enérgicos e acelerados são bons para despertar pela manhã.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    A música clássica, por exemplo, tem efeitos relaxantes e positivos sobre o humor, propiciando até mesmo uma significativa redução nos níveis de estresse após quatro meses de sessões semanais.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Porém, a musicoterapeuta conta que não há uma receita pronta. A melhor música ou estilo é aquele que cada indivíduo se identifica e gosta, seja ao cantar, ouvir ou tocar algum tipo de instrumento. “O melhor mesmo é 
    
                    
                    &#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
                      
      vivenciar essa arte
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    
                    
                    
    ”, completa a especialista.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Fonte :
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;!--StartFragment--&gt;    &lt;a href="https://www.ativosaude.com/bem-estar/beneficios-da-musica/"&gt;&#xD;
      
                      
                      
      https://www.ativosaude.com/bem-estar/beneficios-da-musica/
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;!--EndFragment--&gt;    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;!--EndFragment--&gt;  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/Serenata+%26+Cia+2019.jpg" length="112160" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Wed, 04 Dec 2019 10:58:22 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.serenataecia.com.br/titulo-do-post1eef9064</guid>
      <g-custom:tags type="string">musica,saude,mente,dor,saudade,ciencia,amor,sentimentos,beneficios,corpo,alma,comemoração,celebração,boamusica,serenata</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/Serenata+%26+Cia+2019.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>A música mexe com seu cérebro e pode aumentar a sua produtividade; entenda como</title>
      <link>https://www.serenataecia.com.br/a-musica-mexe-com-seu-cerebro-e-pode-aumentar-a-sua-produtividade-entenda-como</link>
      <description>Diversos estudos apontam as vantagens de um bom som. Entretanto, é preciso escolher a trilha com cuidado</description>
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  
                  
                  
  Diversos estudos apontam as vantagens de um bom som. Entretanto, é preciso escolher a trilha com cuidado

                
                &#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;a&gt;&#xD;
    &lt;img src="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/34.jpg" alt="" title=""/&gt;&#xD;
  &lt;/a&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;!--StartFragment--&gt;  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    A trilha sonora correta  pode mudar o clima em um ambiente, deixando as pessoas mais animadas ou até mesmo tristes. É a 
    
                    
                    &#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
                      
      música 
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    
                    
                    
    que define situações como um casamento e até mesmo uma festa de formatura. Mas o que muitas pessoas não sabem é que ela também afeta a sua produtividade.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;b&gt;&#xD;
    
                    
                    
    SAIBA MAIS
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;a href="https://revistapegn.globo.com/Dia-a-dia/noticia/2019/01/6-tipos-de-musica-que-vao-aumentar-sua-produtividade-no-trabalho.html"&gt;&#xD;
        
                        
                        
        6 tipos de música que vão aumentar sua produtividade no trabalho
      
                      
                      &#xD;
      &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;a href="https://revistapegn.globo.com/Empreendedorismo/noticia/2018/09/empreendedores-da-musica-elegem-os-sons-da-sua-vida.html"&gt;&#xD;
        
                        
                        
        Empreendedores da música elegem os sons da sua vida
      
                      
                      &#xD;
      &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Dentre os benefícios de uma música escolhida a dedo estão o estímulo a memória e o aumento na performance cerebral. Mas os efeitos se estendem para muitos outros fatores. Confira alguns deles.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
                      
      A música melhora o seu humor
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Quando você ouve uma música que gosta, o seu cérebro libera uma substância chamada dopamina, que age como neurotransmissor e te faz se sentir bem, reduzindo o estresse e ansiedade.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
                      
                      
      PUBLICIDADE
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    E esses efeitos já foram testados cientificamente! Em um 
    
                    
                    &#xD;
    &lt;a href="https://www.cell.com/trends/cognitive-sciences/fulltext/S1364-6613(13)00049-1"&gt;&#xD;
      
                      
                      
      estudo
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    
                    
                    
    , por exemplo, os pesquisadores estudaram os efeitos da música em pacientes que estavam se recuperando de uma cirurgia.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Parte deles foi submetida a um tratamento com remédios para ansiedade, já outra parcela deles apenas escutou músicas pré-selecionadas.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    No final do estudo, foi constatado que os pacientes que foram submetidos à música experimentaram menos ansiedade do que aqueles que havia tomado remédios. Os níveis de cortisol – hormônio responsável pelo estresse - também foram menores.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Para trabalhar, prefira instrumentais.
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Não é toda a música que pode te ajudar a trabalhar melhor. 
    
                    
                    &#xD;
    &lt;a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/22523045"&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Pesquisas
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    
                    
                    
     indicam que músicas que possuem letras podem reduzir sua performance mental. Em contrapartida, trilhas instrumentais podem dar um salto na sua 
    
                    
                    &#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
                      
      produtividade
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;a href="http://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0003682X12002629"&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Outros estudos
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    
                    
                    
     também apontaram que o quanto mais vozes você ouvir na trilha, menos produtivo você será. 
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
                      
      A música melhora sua performance física.
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Escutar músicas motivacionais enquanto se exercita pode te ajudar a reduzir o tédio e melhorar a qualidade do seu treino.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    De acordo com um 
    
                    
                    &#xD;
    &lt;a href="https://psycnet.apa.org/record/2010-19053-016"&gt;&#xD;
      
                      
                      
      estudo 
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    
                    
                    
    realizado pelo psicologista especializado em esportes Costas Karageorghis, uma das maneiras que a música aprimora suas atividades físicas é aumentando sua capacidade de se exercitar por mais tempo e com mais intensidade.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    É recomendável ouvir músicas motivacionais para realizar atividades físicas. (Foto: Photopin)
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Tarefa entediante? A música pode te ajudar
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
                    
    De acordo com o neurocientista e autor do livro 
    
                    
                    &#xD;
    &lt;a href="https://www.amazon.co.uk/This-Your-Brain-Music-Obsession/dp/0452288525/ref=as_li_ss_tl?tag=mayooshin21-21&amp;amp;s=books&amp;amp;ie=UTF8&amp;amp;qid=1549997664&amp;amp;sr=1-1&amp;amp;keywords=This+Is+Your+Brain+on+Music&amp;amp;linkId=6e80ca657c7b29dc0ec5c92931003094"&gt;&#xD;
      
                      
                      
      “This Is Your Bain on Music”
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    
                    
                    
    , a música pode tornar tarefas repetitivas mais agradáveis e aumentar a sua concentração.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Música melhora seu foco
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Não só um, mas 
    
                    
                    &#xD;
    &lt;a href="https://journals.plos.org/plosone/article?id=10.1371/journal.pone.0027241"&gt;&#xD;
      
                      
                      
      estudos
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    
                    
                    
     descobriram que certas as regiões do nosso cérebro responsáveis por fortes emoção e concentração são mais ativas quando nós ouvimos uma 
    
                    
                    &#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
                      
      trilha sonora
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    
                    
                    
     familiar.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Em contrapartida, músicas desconhecidas não possuem o mesmo efeito e podem até mesmo te distrair!
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Ouvir músicas entre uma tarefa pode ser o ideial
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Conforme já vimos, ouvir música enquanto trabalha pode ter efeitos positivos e negativos na sua performance.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Entretanto, um 
    
                    
                    &#xD;
    &lt;a href="https://www.utm.utoronto.ca/~w3psygs/PsychOfMusic2007.pdf"&gt;&#xD;
      
                      
                      
      estudo
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    
                    
                    
     realizado com estudantes mostrou que, caso fossem ouvidas durante breves momentos de descanso, a exposição à música aumentava significativamente a capacidade de concentração dos jovens. Assim, eles conseguiam permanecer concentrados em textos longos e densos com mais facilidade. 
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Que tipos de músicas você deveria escutar?
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
                    
    O tipo de música que você irá escutar é extremamente importante para ajudar a melhorar sua performance. Entretanto, é preciso considerar alguns fatores:
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    • Quantas letras a música possuí;
    
                    
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
                    
    • Se você já está familiarizado com a música;
    
                    
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
                    
    • O quão repetitiva é a tarefa que você irá fazer enquanto ouve;
    
                    
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
                    
    • Se você irá se engajar em uma atividade física ou mental.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Se você irá ler um livro, por exemplo, é recomendável ouvir uma música ambiente - ou até mesmo clássica.  Agora, se você for correr, talvez seja uma boa ideia optar por rock ou até mesmo música pop.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;!--StartFragment--&gt;                                                fonte: 
    
                    
                    &#xD;
    &lt;a href="https://revistapegn.globo.com/Dia-a-dia/noticia/2019/03/musica-mexe-com-seu-cerebro-e-pode-aumentar-sua-produtividade-entenda-como.html"&gt;&#xD;
      
                      
                      
      https://revistapegn.globo.com/Dia-a-dia/noticia/2019/03/musica-mexe-com-seu-cerebro-e-pode-aumentar-sua-produtividade-entenda-como.html
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;!--EndFragment--&gt;    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;!--EndFragment--&gt;  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/1003998_512248165509093_1031668223_n.jpg" length="40570" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Wed, 04 Dec 2019 10:37:09 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.serenataecia.com.br/a-musica-mexe-com-seu-cerebro-e-pode-aumentar-a-sua-produtividade-entenda-como</guid>
      <g-custom:tags type="string">estudo,musica,beneficios,saude,ciencia,cerebro,mente,corpo,emoção</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/1003998_512248165509093_1031668223_n.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Crianças com formação musical possuem melhor gerenciamento do cérebro</title>
      <link>https://www.serenataecia.com.br/criancas-com-formacao-musical-possuem-melhor-gerenciamento-do-cerebro</link>
      <description>Pesquisadores do Hospital Infantil de Boston trabalharam com imagem por ressonância magnética e descobriram que a formação musical precoce melhora as áreas do cérebro responsáveis pelo funcionamento executivo.</description>
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  
                  
                  
  Pesquisadores do Hospital Infantil de Boston trabalharam com imagem por ressonância magnética e descobriram que a formação musical precoce melhora as áreas do cérebro responsáveis pelo funcionamento executivo.

                
                &#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;a&gt;&#xD;
    &lt;img src="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/29744587_1730113150389249_6360984548590060015_o.jpg" alt="" title=""/&gt;&#xD;
  &lt;/a&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;!--StartFragment--&gt;  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
                      
      “Enquanto muitas escolas estão cortando os programas de música e gastando cada vez mais tempo em preparação para provas, nossos resultados sugerem que a formação musical pode realmente ajudar a moldar as crianças para um futuro acadêmico melhor. Crianças que tocam um instrumento apresentam níveis de atividade no córtex cerebral aumentados, indicando maior aptidão a multitarefas.” 
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Pesquisadores do Hospital Infantil de Boston trabalharam com imagem por ressonância magnética e descobriram que a formação musical precoce melhora as áreas do cérebro responsáveis pelo funcionamento executivo.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Também conhecido como controle cognitivo ou sistema atencional supervisor, o “funcionamento executivo” se refere à gestão do cérebro, parecido com o termo corporativo correspondente.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    No topo da hierarquia em termos de organização do cérebro, o funcionamento executivo permite o processamento e a retenção de informações, regula o comportamento e é responsável pela resolução de problemas e planejamento, entre outros processos cognitivos. Pode ser considerada uma peça-chave para se ter sucesso na vida.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    No estudo, os pesquisadores consideraram que uma criança musicalmente treinada era alguém que tivera pelo menos dois anos de aulas particulares. Eles selecionaram 15 delas, com idades entre 9 e 12 anos, e as estatísticas do grupo corresponderam a treinamentos mais significativos do que aqueles que os pesquisadores estavam procurando: as crianças tocavam por 5,2 anos e praticavam 3,7 horas por semana, começando na idade de 5,9 anos.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Os cientistas os compararam com um grupo de 12 crianças da mesma faixa etária sem formação musical. Em seguida, foram formados dois grupos de estrutura semelhante de adultos, embora o grupo musical consistisse unicamente de músicos profissionais ativos. Os testes cognitivos mostraram que músicos em ambas as faixas etárias tiveram uma posição de vantagem.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    A ressonância magnética mostrou que as crianças apresentaram os níveis de atividade no córtex pré-frontal aumentados, indicando que elas podem ser mais aptas a multitarefas do que as não musicais. Os inúmeros benefícios cerebrais da formação musical são bem conhecidos e têm sido o tema central de muitos estudos acadêmicos.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    No ano passado, a Sociedade para Neurociência apresentou três estudos em uma conferência anual. Todos eles concluem que as influências da formação musical não só determina as funções, como também a anatomia do cérebro.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    O estudo de Boston, contudo, é um dos poucos a explorar o funcionamento executivo e adaptar os resultados ao nível socioeconômico, fator importante ao qual estudos anteriores não deram a devida atenção.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    —Já que o funcionamento executivo tem fortes condições para determinar o desempenho acadêmico, mais até do que o QI, pensamos que nossas descobertas possuem grandes implicações educacionais. Enquanto muitas escolas estão cortando os programas de música e gastando cada vez mais tempo em preparação para provas, nossos resultados sugerem que a formação musical pode realmente ajudar a moldar as crianças para um futuro acadêmico melhor— afirma a pesquisadora Nadine Gaab.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Nadine diz que estudos futuros podem determinar se crianças e adultos que têm dificuldade com o funcionamento executivo – como crianças com Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) ou idosos – poderiam se beneficiar da música como uma ferramenta de intervenção terapêutica.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Os pesquisadores observaram que um melhor funcionamento executivo é o verdadeiro aspecto do cérebro, motivando as crianças a continuar suas aulas de música, sugerindo que a formação deve começar cedo na vida. O estudo foi publicado no PLOS ONE.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Fonte indicada: 
      
                      
                      &#xD;
      &lt;a href="http://zh.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/vida/bem-estar/noticia/2014/06/criancas-com-formacao-musical-possuem-melhor-gerenciamento-do-cerebro-4530031.html"&gt;&#xD;
        
                        
                        
        ZH
      
                      
                      &#xD;
      &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;a href="http://zh.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/vida/bem-estar/noticia/2014/06/criancas-com-formacao-musical-possuem-melhor-gerenciamento-do-cerebro-4530031.html"&gt;&#xD;
      
                      
                      
      http://zh.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/vida/bem-estar/noticia/2014/06/criancas-com-formacao-music...
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;!--StartFragment--&gt;                                                *O conteúdo do texto acima é de responsabilidade do autor e não necessariamente retrata a opinião da página e seus editores.
    
                    
                    &#xD;
    &lt;!--EndFragment--&gt;    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;!--EndFragment--&gt;  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/33023036_1805794486154448_599420706870001664_n-51addb44.jpg" length="86088" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Wed, 04 Dec 2019 10:07:16 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.serenataecia.com.br/criancas-com-formacao-musical-possuem-melhor-gerenciamento-do-cerebro</guid>
      <g-custom:tags type="string">musica,criança,beneficio,saude,estudo,psicologia,ciencia,adolescente,celebração</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/33023036_1805794486154448_599420706870001664_n-51addb44.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Cientistas descobrem música de flauta que ajuda a construir o cérebro de bebês prematuros</title>
      <link>https://www.serenataecia.com.br/cientistas-descobrem-musica-de-flauta-que-ajuda-a-construir-o-cerebro-de-bebes-prematuros</link>
      <description>Os pesquisadores de Genebra partiram de uma ideia prática: dado que os déficits neuronais de bebês prematuros são devidos, ao menos em parte, a estímulos inesperados e estressantes, bem como à falta de estímulos adaptados à sua condição, seu ambiente deve ser enriquecido pela introdução de e estímulos estruturantes. Como o sistema auditivo é funcional desde o começo, a música parecia ser uma boa candidata. Mas que música?</description>
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  
                  
                  
  A música sempre fazendo a grande diferença

                
                &#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;a&gt;&#xD;
    &lt;img src="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/%281%29+Facebook+-+Google+Chrome.jpg" alt="" title=""/&gt;&#xD;
  &lt;/a&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;!--StartFragment--&gt;  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Um novo estudo da Suíça mostra que a música pode fazer muito mais do que acalmar os sentidos – na verdade, a pesquisa diz que a música especialmente orquestrada pode ajudar a impulsionar o neurodesenvolvimento de bebês nascidos prematuramente.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Na Suíça, como na maioria dos países industrializados, quase 1% das crianças nascem “muito prematuramente”, ou seja, antes da 32ª semana de gestação, o que representa cerca de 800 crianças por ano.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Embora os avanços na medicina neonatal agora lhes proporcionem uma boa chance de sobrevivência, essas crianças ainda correm alto risco de desenvolver distúrbios neuropsicológicos.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Para ajudar os cérebros desses recém-nascidos frágeis a se desenvolverem o melhor possível, apesar do ambiente estressante da terapia intensiva, pesquisadores da 
    
                    
                    &#xD;
    &lt;a href="https://www.researchgate.net/institution/University_of_Geneva"&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Universidade de Genebra (UNIGE)
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    
                    
                    
     e dos 
    
                    
                    &#xD;
    &lt;a href="https://www.hug-ge.ch/en/"&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Hospitais Universitários de Genebra (HUG)
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    
                    
                    
    propõem uma solução original: música escrita especialmente para eles – e os primeiros resultados, que foram 
    
                    
                    &#xD;
    &lt;a href="https://www.pnas.org/content/116/24/12103/tab-article-info"&gt;&#xD;
      
                      
                      
      publicados
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    
                    
                    
     nos Anais da 
    
                    
                    &#xD;
    &lt;a href="https://www.pnas.org/"&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Academia Nacional de Ciências
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    
                    
                    
     nos Estados Unidos, são surpreendentes: Imagens médicas revelam que as redes neurais de bebês prematuros que ouviram essa música, e em particular uma rede envolvida em muitas funções sensoriais e cognitivas, estão se desenvolvendo muito melhor.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
                    
    A cada ano, a Unidade de Terapia Intensiva Neonatal do HUG recebe 80 crianças que nascem precocemente, entre 24 e 32 semanas de gestação, ou seja, quase quatro meses antes do esperado para algumas delas. A grande maioria sobreviverá, mas metade depois desenvolverá desordens do neurodesenvolvimento, incluindo dificuldades de aprendizagem, atenção ou distúrbios emocionais.
    
                    
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    “Ao nascer, os cérebros desses bebês ainda são imaturos. O desenvolvimento do cérebro deve, portanto, continuar na unidade de terapia intensiva, em uma incubadora, sob condições muito diferentes do que se ainda estivessem no ventre da mãe ”, explica 
    
                    
                    &#xD;
    &lt;a href="https://www.researchgate.net/profile/Petra_Hueppi"&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Petra Hüppi
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    
                    
                    
    , professora da Faculdade de Medicina da UNIGE e chefe da Divisão de Desenvolvimento e Crescimento da HUG. , quem dirigiu este trabalho. “A imaturidade do cérebro, combinada com um ambiente sensorial perturbador, explica por que as redes neurais não se desenvolvem normalmente”.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Uma música feita sob medida
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Os pesquisadores de Genebra partiram de uma ideia prática: dado que os déficits neuronais de bebês prematuros são devidos, ao menos em parte, a estímulos inesperados e estressantes, bem como à falta de estímulos adaptados à sua condição, seu ambiente deve ser enriquecido pela introdução de e estímulos estruturantes. Como o sistema auditivo é funcional desde o começo, a música parecia ser uma boa candidata. Mas que música?
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    “Felizmente, conhecemos o compositor 
    
                    
                    &#xD;
    &lt;a href="https://www.amazon.com/s?k=%22Andreas+Vollenweider%22&amp;amp;language=en_US&amp;amp;linkCode=sl2&amp;amp;linkId=ce7592ac04ecc45c87db00b0d687e712&amp;amp;tag=goodnewsnetwo-20&amp;amp;ref=nb_sb_noss_2"&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Andreas Vollenweider
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    
                    
                    
    , que já havia feito projetos musicais com populações frágeis e que demonstraram grande interesse em criar músicas adequadas para crianças prematuras”, diz Hüppi.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.unige.ch/fapse/neuroemo/people/faculty-2/lara-lordier"&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Lara Lordier
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    
                    
                    
    , doutora em neurociências e pesquisadora do HUG e do UNIGE, descreve o processo de criação musical.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    “Era importante que esses estímulos musicais estivessem relacionados à condição do bebê”, diz Lordier. “Queríamos estruturar o dia com estímulos agradáveis nos momentos apropriados: uma música para acompanhar seu despertar, uma música para acompanhar seu adormecimento e uma música para interagir durante as fases de despertar”.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Para escolher instrumentos adequados para esses pacientes muito jovens, Vollenweider desempenhou uma variedade de instrumentos para os bebês, na presença de uma enfermeira especializada em cuidados de apoio ao desenvolvimento.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    “O instrumento que mais gerou reações foi a flauta de encantadores de serpentes indianas (o pungi)”, lembra Lara Lordier. “Crianças muito agitadas se acalmaram quase que instantaneamente – a atenção delas foi atraída pela música!” O compositor escreveu três ambientes sonoros de oito minutos cada, com partes de pungi, harpa e sinos.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Conexões funcionais cerebrais mais eficientes através da música
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    O estudo foi realizado em um estudo duplo-cego, com um grupo de bebês prematuros que ouviram a música, um grupo controle de bebês prematuros e um grupo controle de recém-nascidos a termo para avaliar se o desenvolvimento cerebral de bebês prematuros experienciaram ouvir a música seria mais parecido com o dos bebês nascidos a termo. Os cientistas usaram RM funcional em repouso nos três grupos de crianças.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Sem música, os bebês prematuros geralmente tinham conectividade funcional mais pobre entre as áreas do cérebro do que os bebês nascidos a termo, confirmando o efeito negativo da prematuridade. “A rede mais afetada é a rede de saliência que detecta informações e avalia sua relevância em um momento específico e, em seguida, estabelece o vínculo com as outras redes cerebrais que devem atuar. Essa rede é essencial, tanto para o aprendizado quanto para o desempenho de tarefas cognitivas, bem como nas relações sociais ou no gerenciamento emocional ”, diz Lara Lordier.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Na terapia intensiva, as crianças sentem-se sobrecarregadas por estímulos não relacionados à sua condição: portas abrem e fecham, alarmes são acionados, etc. Ao contrário de um bebê a termo que, no útero, ajusta seu ritmo ao de sua mãe, o bebê prematuro em tratamento intensivo dificilmente pode desenvolver a ligação entre o significado de um estímulo em um contexto específico. Por outro lado, as redes neurais de crianças que ouviram a música de Andreas Vollenweider foram significativamente melhoradas: a conectividade funcional entre a rede de saliência e as redes auditiva, sensorimotora, frontal, tálamo e precuneus aumentou de fato, resultando em uma organização de redes cerebrais mais parecida. de bebês nascidos a termo.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Quando as crianças crescem
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    As primeiras crianças inscritas no projeto têm agora 6 anos de idade, na qual os problemas cognitivos começam a ser detectáveis. Os cientistas encontrarão novamente seus pacientes jovens para realizar uma avaliação cognitiva e socioemocional completa e observar se os resultados positivos medidos nas primeiras semanas de vida foram mantidos.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;hr/&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Referências: 
    
                    
                    &#xD;
    &lt;a href="https://www.unige.ch/"&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Université de Genève
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    
                    
                    
     –
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Fonte da pesquisa:
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    
                    
                    
     PNAS – 
    
                    
                    &#xD;
    &lt;a href="https://www.pnas.org/content/116/24/12103/tab-article-info"&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Music in premature infants enhances high-level cognitive brain networks
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;!--EndFragment--&gt;  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/%281%29+Facebook+-+Google+Chrome.jpg" length="24566" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Mon, 22 Jul 2019 14:10:23 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.serenataecia.com.br/cientistas-descobrem-musica-de-flauta-que-ajuda-a-construir-o-cerebro-de-bebes-prematuros</guid>
      <g-custom:tags type="string">musica,bebes,saude,prematuro,bemestar,hospital,serenata,romantismo</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/%281%29+Facebook+-+Google+Chrome.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Música do DJ Skrillex repele mosquitos, afirma pesquisa</title>
      <link>https://www.serenataecia.com.br/musica-do-dj-skrillex-repele-mosquitos-afirma-pesquisa</link>
      <description>Lançada em 2010, 'Scary Monsters and Nice Sprites' faz mosquitos da espécie Aedes aegypti picarem menos</description>
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  
                  
                  
  Lançada em 2010, 'Scary Monsters and Nice Sprites' faz mosquitos da espécie Aedes aegypti picarem menos

                
                &#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;a&gt;&#xD;
    &lt;img src="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/serenata+virtual.jpg" alt="" title=""/&gt;&#xD;
  &lt;/a&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;!--StartFragment--&gt;  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;!--StartFragment--&gt;  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Alguns estudos são tão bizarros que até nós ficamos surpresos. E este é um desses casos: cientistas afirmam que uma música do produtor musical Skrillex pode evitar que os mosquitos te piquem. O artigo foi 
    
                    
                    &#xD;
    &lt;a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0001706X19301202"&gt;&#xD;
      
                      
                      
      publicado na revista Acta Tropica
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    
                    
                    
     na semana passada e pode ajudar a sugerir formas de manter os insetos transmissores de doenças bem longe com a ajuda de sons.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    O estilo de música produzido pelo Skrillex é o dubstep, um gênero de música eletrônica que surgiu em Londres, na Inglaterra. A música em questão é a 
    
                    
                    &#xD;
    &lt;em&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Scary Monsters and Nice Sprites
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/em&gt;&#xD;
    
                    
                    
    , lançada em 2010 pelo produtor.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;!--EndFragment--&gt;                                        De acordo com o jornal, os pesquisadores dividiram os mosquitos 
  
                  
                  &#xD;
  &lt;em&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Aedes aegypti
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/em&gt;&#xD;
  
                  
                  
    em dois grupos. Um deles começou a ouvir a música e o outro não. O resultado mostra que a música tornou os insetos menos sedentos por sangue e menos propensos a fazer sexo.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    "A ocorrência de atividade de alimentação de sangue foi menor quando a música estava sendo tocada", diz o resumo do artigo. "Os adultos expostos à música copularam com muito menos frequência do que seus colegas mantidos em um ambiente onde não havia música."
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Ficou curioso para ouvir a música? Veja o vídeo abaixo:
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Mas a pergunta que fica é: como eles tiveram a ideia de analisar essa música do Skrillex?
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    fonte - 
    
                    
                    &#xD;
    &lt;a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2019/04/musica-do-dj-skrillex-repele-mosquitos-afirma-pesquisa.html?fbclid=IwAR3M2Vif7sQGvZpY3kDCLx54YDvXrItn_2qwBXImM4SCIJoFnaPlHfg8BNo"&gt;&#xD;
      
                      
                      
      https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2019/04/musica-do-dj-skrillex-repele-mosquitos-afir...
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;!--EndFragment--&gt;  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/serenata+virtual.jpg" length="33683" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 05 Apr 2019 19:10:45 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.serenataecia.com.br/musica-do-dj-skrillex-repele-mosquitos-afirma-pesquisa</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/serenata+virtual.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>A musicoterapia como ferramenta de mudanças em saúde mental</title>
      <link>https://www.serenataecia.com.br/a-musicoterapia-como-ferramenta-de-mudancas-em-saude-mental</link>
      <description>ATENÇÃO BÁSICA NA SAÚDE MENTAL, NOVAS ABORDAGENS EM SAÚDE MENTAL</description>
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  
                  
                  
  NOVAS ABORDAGENS EM SAÚDE MENTAL

                
                &#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;a&gt;&#xD;
    &lt;img src="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/10372314_795900373810536_6035172252481497195_n.jpg" alt="" title=""/&gt;&#xD;
  &lt;/a&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;!--StartFragment--&gt;  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Desde muitos anos antes de concebermos música como a concebemos nos dias de hoje, ela já fazia parte do cotidiano do ser humano de diferentes formas.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    O tempo passou, conceitos de música foram criados, as notas e melodias, os tipos de sonoridade e tantas outras variantes. Da religiosidade em formato musical, que dava tom as cerimônias mais antigas, ás profissões da música, ela nunca teria deixado de existir.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Uma delas, seu uso enquanto terapia, surge de acordo com as qualidades que somente ela tem, seja para nos deixar felizes ou tristes, de mexer com os nossos ânimos e de alterar as estruturas física e psicológicas do homem.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Dos ritmos mais arcaicos, dos primeiros sons emitidos e escutados, a música que nos rodeia deixa marcas em nós. Marca um momento, muda um humor, dá tom as coisas em nossa volta.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    A musicoterapia tem esse fim quando relacionada a saúde mental: mudar para melhor, através de sons e do contato com instrumentos, a vida e a capacidade das pessoas que entram em contato com ela.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Conheça um pouco mais sobre a musicoterapia…
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
                      
      A música como terapia e seu uso ao longo da história
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    De acordo com Padilha (2008), desde o Egito Antigo já se utilizava da música como agente curador, cuja finalidade seria a de restabelecer e reabilitar enfermos sob o sofrimento de problemas tanto físicos quanto psíquicos e emocionais.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Na cultura indígena de diferentes países acreditava-se que as enfermidades surgiam em decorrência da má influência de espíritos malignos ás pessoas da comunidade, sendo o Xamã requisitado para a utilização de sons e canções que tinham como objetivo apaziguar, conquistar ou mesmo intimidar seus causadores (Zanini, 2004).
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Mas teria sido na Grécia Antiga a formação dos primeiros estudos mais aprofundados sobre o impacto da música no bem estar do ser humano. Platão, por exemplo, receitava música e dança para os medos e as angústias fóbicas existentes naqueles que os procuravam.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Aristóteles, outro grande filósofo grego, falava sobre o valor apaziguante da música em relação às emoções incontroláveis e atribuía seu efeito à elevação emocional propiciada pelos efeitos do som.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    E Hipócrates, descrito como o pai da medicina ocidental, considerando que a doença implicaria na desarmonia da natureza humana, apontava também para a música, que por ser a ordem e a harmonia dos sons, surgiria como um dos elementos essenciais a restabelecer o equilíbrio perdido em função da cura.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Pouco a pouco, a música iria sendo incorporada pelas instituições de ensino medievais e modernas em seus currículos, fazendo da ciência algo mais próximo dela e assim, consequentemente, da saúde também.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Dando um pequeno salto no tempo, em direção ao século XVII, a música torna-se também recomendada pela medicina da época.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Um médico, Robert Burton, em sua obra “Anatomia da Melancolia” (1632), descreveria os efeitos terapêuticos da música sobre aqueles considerados melancólicos (Zanini, 2004).
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    No século XIX, Philippe Pinel, considerado como o precursor da psiquiatria por ter sido o primeiro a realizar estudos sobre a esquizofrenia e a demência, assim como um dos primeiros médicos a tratar dos enfermos mentais como necessitados ao invés de violenta-los em decorrência de suas crises, seria um grande contribuinte da ideia de música como tratamento.
    
                    
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Defendendo que pacientes psiquiátricos deveriam receber tratamentos humanizados, Pinel incluía a música – doce e harmoniosa – em suas abordagens, como forma de acalmar seus atendidos,  procurando faze-los melhorar em conjunto com outras de suas técnicas.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
                      
      A musicoterapia enquanto ciência
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    O uso da música como um instrumento terapêutico, como foi dito acima, surge nas práticas tribais do xamanismo, quando o Xamã era chamado para espantar espíritos malignos, sendo um de seus métodos a utilização dos sons.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Para além desse tipo de uso, outras duas vertentes importantes da musicoterapia tiveram reconhecida importância para a sua história, permitindo o desenvolvimento de novas práticas musicais em diferentes contextos, com diferentes finalidades, dando a ela o teor de uma ciência com o passar do tempo.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Uma delas ficaria bastante conhecida por conta de Émile Jaques-Dalcroze, que por meio do uso da música como forma de comunicação, expressão e entendimento, criaria um método revolucionário de pedagogia e forma de ensinar ao outro: a Educação Musical.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Dalcroze teria rompido com o tradicionalismo religioso medieval, que ao ensinar, faria uso da música apenas como um conceito e uma forma de entender padrões matemáticos universais, sem propor sua utilização como maneira de se conectar e conhecer a relação entre a mente e o próprio corpo.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    A segunda vertente surgiria nos Estados Unidos, no pós-guerra, sob o nome de Recreação Musical. Contratavam-se músicos para fazerem concertos aos veteranos de guerra presentes nos hospitais e enfermarias americanas, buscando melhorar sua saúde e qualidade de vida.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Os resultados positivos de algumas dessas experiências atraíram o interesse dos médicos e se compreendeu na época, cada vez mais, a necessidade de um treinamento específico para fazer do músico um terapeuta.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Assim, a partir de 1950, começam a surgir cursos de formação em musicoterapia em vários países (Zanini, 2004, apud Benenzon, 1985).
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Desde então, a musicoterapia emerge como ciência, originária de uma longa história envolvendo diferentes sonoridades, o ser humano, o meio em que se vive e as inúmeras relações existentes entre ela e outras ciências complementares, principalmente as vinculadas à saúde física e mental das pessoas.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
                      
      A musicoterapia enquanto profissão e as áreas de atuação do musicoterapeuta
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    O curso de musicoterapia tem como um de seus princípios fundamentais a interdisciplinaridade. A formação do musicoterapeuta está baseada em três grandes áreas de estudo que dão base a essa lógica: a musical, a científica e a da sensibilidade.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    A área musical busca o desenvolver das habilidades musicais do profissional terapeuta em relação ao seu fazer musical, dando ênfase igualmente aos conhecimentos teóricos e históricos da pessoa sobre música e seus elementos.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    A área científica diz respeito ao estudo biológico, psicológico e social do ser humano, de forma a entender suas reações a música, seus comportamentos internos e externos, assim como as dificuldades e patologias do corpo e da mente humana.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    E a área sensível trata da interação entre os sons emitidos pela música com o corpo, da consciência e a reflexão que se deve ter sobre o contato corporal com o outro e de como isso se desenvolve no contexto terapêutico.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Todos os conhecimentos citados são imprescindíveis para que o musicoterapeuta possa fazer estudos interdisciplinares, utilizando, por exemplo, conhecimentos de neurologia, psicologia e psicoacústica para melhor entender o comportamento e o funcionamento cerebral daqueles com que tem contato (Zanini, 2004).
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Afirma-se que pelo fato da música envolver e afetar muitas facetas do ser humano, e em função da grande diversidade de suas aplicações, a musicoterapia pode ser utilizada para se obter um grande espectro de mudanças terapêuticas nas pessoas (Zanini, 2004, apud Bruscia, 2000).
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Nessa perspectiva, o musicoterapeuta, assim como outros profissionais trabalhando em função da resolução de problemas e dificuldades presentes nas pessoas que procuram serviços da saúde mental, deve fazer parte das equipes multidisciplinares que se propõem a atingir esse tipo de objetivo.
    
                    
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Dada sua formação plural, o profissional da musicoterapia, agindo tanto de forma preventiva quanto de forma resolutiva, pode atuar em diversas áreas e estabelecimentos, sendo eles:
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    1) Hospitais (em suas diversas áreas)
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    2) Comunidades (área social: com menores carentes ou infratores, presídios, etc)
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    3) Ensino (com educação e/ou educação especial)
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    4) Pesquisa (como professores de ensino superior e pesquisadores)
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    5) Reabilitação motora (o movimento do corpo de acordo com a música)
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    6) Idosos (melhoria da qualidade de vida, memória, socialização, autoestima)
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
                      
      A saúde mental e a música como instrumento terapêutico
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
     A introdução da música no âmbito da saúde mental começa de acordo com a reforma psiquiátrica e os princípios éticos, médicos e sociais que se instaurariam na sociedade brasileira em decorrência dela.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Não segregar mais aqueles em enfermidade mental seria um grande passo para esse processo, abrindo portas para a criação de serviços e abordagens totalmente distintas das utilizadas anteriormente, por exemplo, pelos hospitais psiquiátricos.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    A musicoterapia nesse sentido surge como uma forma desprovida de críticas e preconceitos com relação aos seus atendidos, de forma a deixa-los livres para produzirem novos sons e conhecerem novas músicas, permitindo também maneiras diferentes de autoconhecimento.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Compreender aquilo que se desejaria expressar através da criação de músicas e do manuseio de instrumentos, indo ao encontro do outro e ajudando-o a dar forma a esta expressão, torna-se a principal função da musicoterapia.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Com o tempo, a percepção de “eu e do outro” propiciada também pelas ações da música diminuiria as sensações de afastamento da realidade e facilitaria o reconhecimento, por parte de cada um,  do seu próprio “eu” (Zanini, 2004).
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    A música, enquanto instrumento terapêutico, auxilia na diminuição do stress, promove o relaxamento, combinando os sons com as técnicas corporais; organizando o ritmo interior e exterior do ser humano.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Como parte do todo gigantesco que é a arte, promove o autoconhecimento e o autocontrole corporal e mental, utilizando a expressão sonoro-musical como meio de descarga física e emocional, equilibrando tensões.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Ao utilizar os elementos da música, o musicoterapeuta pode possibilitar uma intervenção que englobe o indivíduo em sua totalidade, em diversos âmbitos, tanto individualmente, referindo-se ao nível físico, mental, psicológico e espiritual, como socialmente, num contexto de relações sociais, históricas e culturais (Zanini, 2004).
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Reflexões sobre a musicoterapia
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Como definição, a musicoterapia seria um processo sistemático de intervenções em que o terapeuta ajudaria seu atendido a promover sua própria saúde utilizando experiências musicais e as relações que se desenvolvem através delas como forças dinâmicas de mudança (Bruscia, 2000).
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    De acordo com Santos (1998): “A música pode lançar pontes sobre o vazio da solidão, do medo, do sofrimento. Assim ela cria possibilidades de encontro, facilita o desenvolvimento de relacionamentos interpessoais. Ao mesmo tempo a música ajuda a contatar os próprios sentimentos”.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    No dia a dia, estejamos sozinhos ou acompanhados, todos nós podemos perceber os impactos da música sobre nós. Quem nunca foi embalado por um ritmo ou se deixou levar pela melodia triste de uma canção de amor?
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Enquanto arte, ela roda o mundo, está em todo lugar. Como instrumento terapêutico, faz parte da vida de todos, mesmo que não saibamos ou que seu efeito seja indireto na gente.
    
                    
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    A música pode dizer muito sobre nós, sobre nossos gostos e temperamentos. E assim como ela tem esse poder, tem também o poder de mudar vidas, dando um meio para que pessoas possam se expressar e mesmo aprender a se conectarem consigo mesmas. Na saúde mental não é diferente…
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    fonte - 


    
                    
                    &#xD;
    &lt;!--StartFragment--&gt;    &lt;a href="http://blog.cenatcursos.com.br/a-musicoterapia-como-ferramenta-de-mudancas-em-saude-mental/?fbclid=IwAR3uQoElNXNn1m5Xoo_t9IFWqBELgBpR2-8r7fOujS37Y4eFBG7szjr1bW0"&gt;&#xD;
      
                      
                      
      http://blog.cenatcursos.com.br/a-musicoterapia-como-ferramenta-de-mudancas-em-saude-mental/?fbclid=IwAR3uQoElNXNn1m5Xoo_t9IFWqBELgBpR2-8r7fOujS37Y4eFBG7szjr1bW0
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;!--EndFragment--&gt;  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;!--EndFragment--&gt;  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/10392507_804383062962267_4305441803563567092_n.jpg" length="107717" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Wed, 03 Apr 2019 21:27:05 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.serenataecia.com.br/a-musicoterapia-como-ferramenta-de-mudancas-em-saude-mental</guid>
      <g-custom:tags type="string">saúde,musicoterapia,cerebro,mente,felicidade,alegria,amizade,amor</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/10392507_804383062962267_4305441803563567092_n.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Música sincroniza cérebros dos ouvintes, diz estudo</title>
      <link>https://www.serenataecia.com.br/musica-sincroniza-cerebros-dos-ouvintes-diz-estudo</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  
                  
                  
  A resposta neuronal das pessoas entra em sincronia quando ouvem uma peça; se som é familiar, engajamento após escuta repetitiva diminui

                
                &#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;a&gt;&#xD;
    &lt;img src="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/IMG_20181212_194532003.jpg" alt="" title=""/&gt;&#xD;
  &lt;/a&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;!--StartFragment--&gt;  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Você junta dinheiro, espera semanas pela sua banda favorita e, no show, encontra um cenário quase mágico: a música captura cada uma das pessoas na multidão, que se conectam com o som de modo apaixonado e empolgado. Para analisar situações como essa e descobrir justamente o que une uma audiência em torno da música, os pesquisadores do The City College of New York (CCNY) e da Universidade do Arkansas estudaram respostas neurológicas, medindo a sincronização dos cérebros dos ouvintes.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    “O que é muito empolgante em tudo isso é que, se medirmos ondas cerebrais, nós podemos estudar como as pessoas se sentem com relação à música e o que faz dela algo tão especial”, contou Jens Madsen, um dos autores do 
    
                    
                    &#xD;
    &lt;a href="https://medicalxpress.com/news/2019-03-music-captivates-synchronizes-brainwaves.html"&gt;&#xD;
      
                      
                      
      estudo
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    
                    
                    
    .  
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
                      
                      
      De acordo com o que foi descoberto por Madsen e Lucas Parra, da Escola de Engenharia da CCNY, e publicado no
      
                      
                      &#xD;
      &lt;a href="https://www.nature.com/articles/s41598-019-40254-w"&gt;&#xD;
        
                        
                        
         Scientific Reports
      
                      
                      &#xD;
      &lt;/a&gt;&#xD;
      
                      
                      
      , quando um ouvinte se envolve com uma 
      
                      
                      &#xD;
      &lt;a href="https://medicalxpress.com/tags/music/"&gt;&#xD;
        
                        
                        
        música
      
                      
                      &#xD;
      &lt;/a&gt;&#xD;
      
                      
                      
      , a resposta neuronal dele está em sincronia com a dos outros ouvintes; logo, há uma correlação intersubjetiva entre ondas cerebrais.  
      
                      
                      &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Ouvindo estímulos
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Os pesquisadores utilizaram a correlação intersubjetiva (ISC) para prever como uma audiência é capturada pelo som. O estudo teve um total de 40 participantes e cada um deles contribuiu para um de três experimentos. 
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Do primeiro experimento, fizeram parte 20 alunos graduandos da Universidade do Arkansas que não eram formados em música. Já o segundo e terceiro contaram com 20 participantes dos quais 10 haviam recebido treino musical de mais de um ano.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    O segundo experimento foi uma réplica do primeiro, utilizando o mesmo estímulo (8 peças de música) e envolveu alunos de um grupo cultural diverso, graduados e graduandos da universidade. Já o terceiro teve estímulo adicional (12 peças). Todas as peças foram divididas entre música clássica composta por estilos familiares ou não familiares. É possível ouvi-las nesse 
    
                    
                    &#xD;
    &lt;a href="https://www.parralab.org/publications/music-engagement/"&gt;&#xD;
      
                      
                      
      link
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    
                    
                    
    .
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Músicas conhecidas em repetição não prendem a atenção
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Os cientistas concluíram que o engajamento de um ouvinte a respeito de uma música diminui de acordo com a repetição dela; mas apenas se a peça musical for familiar para quem está ouvindo. 
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Ainda, estilos de música que não são familiares podem, sim, capturar a atenção da audiência; principalmente para aqueles que têm treinamento musical. “Entre exposições repetitivas para música instrumental, a correlação intersubjetiva diminuiu para músicas escritas em estilos familiares”, escreveram Parra e seus editores no Scientific Reports.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Por outro lado, quem tem conhecimento musical apresentou maior correlação intersubjetiva nas repetições de estilos musicais não-familiares, o que indica que essas pessoas prestam mais atenção ao som. No entanto, o estudo aponta que a relação entre o ISC e o engajamento não é perfeita, de modo que períodos nos quais há baixo ISC, por exemplo, não necessariamente significam que os ouvintes não estejam engajados; mas apontam que, talvez, eles estejam apenas atentos a diversas partes do estímulo da música.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;em&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Fonte - 


      
                      
                      &#xD;
      &lt;a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2019/03/musica-pode-sincronizar-ondas-cerebrais.html"&gt;&#xD;
        
                        
                        
        https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2019/03/musica-pode-sincronizar-ondas-cerebrais.html
      
                      
                      &#xD;
      &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;/em&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;!--EndFragment--&gt;  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/IMG_20181212_194532003.jpg" length="350156" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Tue, 02 Apr 2019 18:08:07 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.serenataecia.com.br/musica-sincroniza-cerebros-dos-ouvintes-diz-estudo</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/IMG_20181212_194532003.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Música clássica é boa para melhorar dores e inflamações, diz estudo</title>
      <link>https://www.serenataecia.com.br/musica-classica-e-boa-para-melhorar-dores-e-inflamacoes-diz-estudo</link>
      <description>Análise mostrou que tratamento com melodias de Mozart acompanhadas de medicamentos é mais eficaz do que o uso apenas de remédios.</description>
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  
                  
                  
  Análise mostrou que tratamento com melodias de Mozart acompanhadas de medicamentos é mais eficaz do que o uso apenas de remédios

                
                &#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;a&gt;&#xD;
    &lt;img src="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/532532_305512639515981_1783114936_n.jpg" alt="" title=""/&gt;&#xD;
  &lt;/a&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;!--StartFragment--&gt;  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Nova pesquisa da Universidade de Utah, nos Estados Unidos, indica que escutar música clássica pode ser boa para a sua 
    
                    
                    &#xD;
    &lt;a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/plantao.html"&gt;&#xD;
      
                      
                      
      saúde
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    
                    
                    
     física, visto que ajuda a reduzir dores e inflamações.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Para o estudo, que foi publicado na revista 
    
                    
                    &#xD;
    &lt;em&gt;&#xD;
      &lt;a href="https://www.frontiersin.org/articles/10.3389/fneur.2019.00277/full"&gt;&#xD;
        
                        
                        
        Frontiers in Neurology
      
                      
                      &#xD;
      &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;/em&gt;&#xD;
    
                    
                    
    , os cientistas deixaram camumdongos ouvindo 
    
                    
                    &#xD;
    &lt;a href="https://revistagalileu.globo.com/busca/click?q=mozart&amp;amp;p=0&amp;amp;r=1553897808955&amp;amp;u=https%3A%2F%2Frevistagalileu.globo.com%2FCiencia%2Fnoticia%2F2019%2F02%2Fafinacao-perfeita-de-mozart-tem-relacao-com-genetica-afirma-estudo.html&amp;amp;t=informacional&amp;amp;d=false&amp;amp;f=false&amp;amp;ss=&amp;amp;o=&amp;amp;cat=&amp;amp;key=61ba04a6cd733fd379f9dea061cde74e"&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Mozart
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    
                    
                    
     por três horas. Os roedores estavam com as patas feridas (cortes ou inflamadas por causa de um composto químico). Após 21 dias, os bichos que escutaram o maestro austríaco aguentaram 77% a mais as dores do que os ratos que não ouviram nenhum tipo de música. 
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Os pesquisadores também descobriram que as canções aumentaram a eficácia de alguns medicamentos. O tratamento com ibuprofeno e Mozart, por exemplo, levou a redução no inchaço 93% maior do que a produzida pelo ibuprofeno sozinho. Já o canabidiol foi 21% mais eficaz equiparado com a música. 
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Grzegorz Bulaj, líder da pesquisa, explicou que muitos analgésicos "produzem toxicidade e efeitos adversos" e que, usando a sonoridade, pode ser possível tratar dores com menos remédios. 
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Os cientistas não souberam determinar exatamente como a música contribuiu com o tratamento, mas estudos anteriores sugerem que os sons melodiosos resultam na diminuição nos hormônios do estresse, como o cortisol, que estão ligados à inflamação.
    
                    
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Segundo a análise, nem todo gênero musical é adequado para melhorar a saúde. Mozart foi escolhido porque pesquisas já haviam confirmado que a repetição rítmica de suas composições possuem efeito calmante no sistema nervoso humano. 
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    "Objetivo de longo prazo é delinear como estruturas musicais podem ser traduzidas em padrões elétricos no cérebro e no sistema nervoso periférico”, disseram os especialistas. 
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;em&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Curte o conteúdo da 
      
                      
                      &#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
                        
                        
        GALILEU
      
                      
                      &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
      
                      
                      
      ? Tem mais de onde ele veio: baixe o 
      
                      
                      &#xD;
      &lt;a href="https://www.globomais.com.br/?linkInteligente=true#home-downloads-app"&gt;&#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
                          
                          
          app Globo Mais
        
                        
                        &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
      &lt;/a&gt;&#xD;
      
                      
                      
      para ler reportagens exclusivas e ficar por dentro de todas as publicações da Editora Globo. Você também pode 
      
                      
                      &#xD;
      &lt;a href="https://www.assineglobo.com.br/produtos/galileu/GC/?site_par=1&amp;amp;origem_par=1&amp;amp;formato_par=GC_MENSAL&amp;amp;versao_par=CAPA&amp;amp;utm_source=capa&amp;amp;utm_medium=site&amp;amp;utm_campaign=gc_mensal&amp;amp;utm_content=capa:site:gc_mensal:capa&amp;amp;utm_term=capa"&gt;&#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
                          
                          
          assinar a revista
        
                        
                        &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
      &lt;/a&gt;&#xD;
      
                      
                      
      , a partir de R$ 4,90, e ter acesso às nossas edições
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/em&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;em&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/em&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;em&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Fonte- 
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/em&gt;&#xD;
    &lt;em&gt;&#xD;
      &lt;a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2019/04/musica-classica-e-boa-para-melhorar-dores-e-inflamacoes-diz-estudo.html?fbclid=IwAR1eR_7WU8jKVt3fUdllM531n4jeHafc0LX06K7-Nq9soxm_v8ycjmiG1jQ"&gt;&#xD;
        
                        
                        
        https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2019/04/musica-classica-e-boa-para-melhorar-dores-e-inflamacoes-diz-estudo.html?fbclid=IwAR1eR_7WU8jKVt3fUdllM531n4jeHafc0LX06K7-Nq9soxm_v8ycjmiG1jQ
      
                      
                      &#xD;
      &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;/em&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;!--EndFragment--&gt;  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/1782100_10201701831891484_1917291335_n-9c3dc673.jpg" length="120795" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Tue, 02 Apr 2019 17:54:18 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.serenataecia.com.br/musica-classica-e-boa-para-melhorar-dores-e-inflamacoes-diz-estudo</guid>
      <g-custom:tags type="string">musica,classicos,musicaclassica,serenata,serenataecia,emocao,amei,amor,saude</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/1782100_10201701831891484_1917291335_n-9c3dc673.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>O LADO OCULTO DA MÚSICA</title>
      <link>https://www.serenataecia.com.br/o-lado-oculto-da-musica</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;a&gt;&#xD;
    &lt;img src="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/2e69b2bf-175d-412f-8459-8be6e745e11e.jpg" alt="" title=""/&gt;&#xD;
  &lt;/a&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;!--StartFragment--&gt;  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;!--StartFragment--&gt;                                                (Uma Experiência de Expansão da Consciência com a Música)
    
                    
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;!--EndFragment--&gt;    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Uma noite, em Londres, fui a uma audição dos Concertos de Brandenburgo de Bach. Sentando-me, troquei algumas palavras com meu companheiro e me deleitei olhando ao redor pelo maravilhoso Royal Festival Hall, à proporção que ele principiava a encher-se. Mas, quando os músicos apareceram, inclinaram-se diante da platéia e puseram-se a afinar seus instrumentos; comecei a percebê-la vagamente. Alguma coisa muito diferente e única estava escondida ali. Não podia ser vista nem ouvida, mas eu lhe sentia a presença, e ela parecia estar se aproximando!
      
                      
                      &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
                      
                      
      E quando os músicos se prepararam para dar inicio ao concerto e o público silenciou, essa alguma coisa, desconhecida saturou o ar com um poder crepitante, prenhe, de que ninguém mais parecia haver se apercebido.
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
                      
                      
      E, logo, literalmente a partir da primeira nota, o momento eterno se achou sobre mim. Apesar disso, eu já estava muito longe de poder refletir conscientemente sobre ele, pois a experiência, totalmente avassaladora e oniabrangente, não deixava espaço nenhum para qualquer outra atividade mental a não ser as percepções para as quais minha mente parecia haver-se aberto.
      
                      
                      &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Dir-se-ia que o meu corpo principiasse a viver luz; meu coração era um fogo que flamejava, consumindo-me as impurezas da alma. Minhas percepções estavam abertas como se sempre tivessem estado, ate então, firmemente cerradas. Eu nunca ouvira música daquela maneira! O que ouvira muitas vezes, até aquele momento, como sons abstratos, agora eram Som – entrelaçamento tangível, vivo, de uma filigrana de precisão matemática, que eu quase podia pegar e tocar e, virtualmente, ver à medida que fluía do primeiro violino. Todas as notas pendiam suspensas do ar, eternas e imaculadas, imunes a todas as capacidades de descrição verbal. Meu corpo se congelou numa rigidez semelhante à coma, enquanto minha mente se ligava ao acorde seguinte. Por vários e longos minutos perdi o conhecimento de mim mesmo. A pura beleza de tudo aquilo era indescritível. Desde o primeiro compasso, lágrimas silenciosas fluíam de meus olhos fitos, sempre abertos.
      
                      
                      &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
                      
                      
      O Quinto Concerto de Brandenburgo estreara o sarau e, no instante em que a visão sublime se diria prestes a dissipar-se, começou o solo único de cravo. Mais uma vez fui arrebatado para além de mim mesmo, e vi a música de um modo nunca dantes percebido. Os longos arpejos de fuga trilavam através do ar como ondas visíveis emanadas de uma essência divina, uma atrás da outra, enchendo toda a sala e passando, através das paredes, para a cidade. Não posso dizer que eu visse as ondas musicais, pois o processo não me envolvia os olhos; apesar disso, de um modo ou de outro, eu as vi. Eu vi a música!
      
                      
                      &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Quando os outros instrumentos tornaram a entrar com inenarrável beleza, ainda mais se reforçou a impressão de ondas emanadas de uma bondade tangível. Dir-se-ia que a musica possuísse uma energia definida e muito real, que se irradiava para além da sala em todas as direções. Minha consciência parecia abranger toda a cidade. Por alguns momentos tive a impressão de estar olhando de um ponto de vista que me revelava toda a extensão urbana; não só a cidade visível, física, mas também as forças subjacentes, causativas, que a afeiçoavam e moldavam. Ocorreu-me a compreensão de que aquela música, ao irradiar-se, agia, de certo modo, como força de sustentação e robustecimento para toda a área circundante.
      
                      
                      &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Quando me voltou a consciência do corpo, sentado na poltrona no Royal Festival Hall, ficou-me a impressão de que o concerto, de certo modo, era uma luz brilhante no meio de um grande e caótico mar de trevas. As trevas ameaçavam avançar sobre a chama e extingui-la para sempre. Nunca me esquecerei desta sensação: uma sensação que não era de medo, senão das mais profunda e grave preocupação; da vasta importância da música que eu estava ouvindo, da mais profunda gratidão pela oportunidade de experimentá-la, e de que ela devia ser, a todo custo, preservada para a humanidade do futuro.
      
                      
                      &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Durante séculos, as experiências místicas tem sido tema de debates entre os filósofos, mas, ate o dia de hoje, ainda não se chegou a um consenso geral a cerca da realidade de tais experiências. São elas menos reais, igualmente reais ou mais reais do que a nossa experiência habitual da vida cotidiana? Julgue cada qual por si mesmo. Entretanto, é interessante saber que experiências visionárias e místicas têm proporcionado a inspiração inicial de muitas das maiores invenções do mundo e de grandes progressos científicos; até as dos gigantes do espírito humano, como Albert Einstein e Nikola Tesla.
      
                      
                      &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Cumpre observar que, segundo relatos de tais experiências, feitos por outros, a não ser que tenhamos a estatura de um Ramakrishna ou de um São João da Cruz, elas ocorrem às pessoas quando estas menos as esperam – e depois se vão, sendo aparentemente impossível recapturá-las ou chamá-las de volta. Inconstantes e loucas como se tivessem mentes próprias; pois nossas mesmas imperfeições nos impedem de incorporar tais experiências numa base permanente. Ou, como o diriam os místicos: A visão da realidade transcendente é permanente e eterna, e nós e que insistimos em ser inconstantes e loucos em nossa relação com o Supremo.
      
                      
                      &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Os cristãos podem estar certos quando falam da graça divina. Aos que andam em busca da verdade, parece ser amiúde concedido como que um período de “lua-de-mel” espiritual. Todos os tipo de experiências e revelações lhes acodem nos primeiros dias de busca e, nessa ocasião, tudo se passa como se Toda a verdade já lhes pertencesse. Mas depois se acaba a lua-de-mel, e as pessoas verificam que lhes foi facultada uma visão de meta, como se fosse um incentivo para dirigirem-se à ela. Por uns poucos meses, ou um ano, retirou-se o véu dos buscadores, mas apenas como temporário ato de graça, outorgado pelo destino. E agora lhes cabe a obrigação de reclamar a visão e conhecimento através de seus esforços desajudados. A verdade nos foi concedida temporariamente, mas só para podermos ser estimulados a encontrar o nosso próprio caminho ao longo da extensa e difícil vereda que conduz à sua habitação permanente.
      
                      
                      &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Olhando agora para trás, vejo que a minha experiência daquela noite foi um dos principais pontos de partida que finalmente resultou no desenvolvimento deste livro. Só mais tarde descobri quão estreitamente se achava a ocorrência daquela noite ligada à concepção que tinha os antigos da música e do seu poder inato.
      
                      
                      &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
                      
                      
      (Texto extraído do livro “O Poder Oculto da Música” – Editora Cultrix.)
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;!--EndFragment--&gt;  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/2e69b2bf-175d-412f-8459-8be6e745e11e.jpg" length="57417" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 26 Oct 2018 00:25:59 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.serenataecia.com.br/o-lado-oculto-da-musica</guid>
      <g-custom:tags type="string">musica,esoterico,saude,corpo,mente,espirito</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/2e69b2bf-175d-412f-8459-8be6e745e11e.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Idosos órfãos de filhos vivos são os novos desvalidos do século XXI</title>
      <link>https://www.serenataecia.com.br/idosos-orfaos-de-filhos-vivos-sao-os-novos-desvalidos-do-seculo-xxi</link>
      <description>Este artigo é uma dura crítica ao modo com que pais e sogros, na atualidade, têm sido
desprezados por seus filhos e agregados. Em especial, os pais de mais idade, que têm
necessidades básicas: de atenção e carinho, que lhes têm sido negadas pela
insensibilidade e egoísmo de seus filhos, que preferem entreter-se com as novas
tecnologias, do que conversar com familiares.
Este comportamento transmite aos netos, não a noção, mas a certeza de que bastam
algumas poucas visitas, rápidas e ocasionais, alguns telefonemas semanais, um almoço
ou jantar de vez em quando, um acompanhamento ao médico necessário, para cumprir o que lhes caberia fazer pela saúde e bem-estar dos mais velhos.</description>
      <content:encoded>&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;a&gt;&#xD;
    &lt;img src="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/3496029c-8b33-41a8-bea8-994101333434.jpg" alt="" title=""/&gt;&#xD;
  &lt;/a&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;!--StartFragment--&gt;  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Por 
    
                    
                    &#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Ana Fraiman
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    
                    
                    
    , Mestre em Psicologia Social pela USP
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Atenção e carinho estão para a alegria da alma, como o ar que respiramos está para a saúde do corpo. Nestas últimas décadas surgiu uma geração de pais sem filhos presentes, por força de uma cultura de independência e autonomia levada ao extremo, que impacta negativamente no modo de vida de toda a família. Muitos filhos adultos ficam irritados por precisarem acompanhar os pais idosos ao médico, aos laboratórios. Irritam-se pelo seu andar mais lento e suas dificuldades de se organizar no tempo, sua incapacidade crescente de serem ágeis nos gestos e decisões
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    A ordem era essa: em busca de melhores oportunidades, vinham para as cidades os filhos mais crescidos e não necessariamente os mais fortes, que logo traziam seus irmãos, que logo traziam seus pais e moravam todos sob um mesmo teto, até que a vida e o trabalho duro e honesto lhes propiciassem melhores condições. Este senhor, com olhos sonhadores, rememorava com saudade os tempos em que cavavam buracos nas terras e ali dormiam, cheios de sonho que lhes fortalecia os músculos cansados. Não importava dormir ao relento. Cediam ao cansaço sob a luz das estrelas e das esperanças.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    A evasão dos mais jovens em busca de recursos de sobrevivência e de desenvolvimento, sempre ocorreu. Trabalho, estudos, fugas das guerras e perseguições, a seca e a fome brutal, desde que o mundo é mundo pressionou os jovens a abandonarem o lar paterno. Também os jovens fugiram da violência e brutalidade de seus pais ignorantes e de mau gênio. Nada disso, porém, era vivido como abandono: era rompimento nos casos mais drásticos. Era separação vivida como intervalo, breve ou tornado definitivo, caso a vida não lhes concedesse condição futura de reencontro, de reunião.
    
                    
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Separação e responsabilidade
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Assim como os pais deixavam e, ainda deixam seus filhos em mãos de outros familiares, ao partirem em busca de melhores condições de vida, de trabalho e estudos, houve filhos que se separaram de seus pais. Em geral, porém, isso não é percebido como abandono emocional. Não há descaso nem esquecimento. Os filhos que partem e partiam, também assumiam responsabilidades pesadas de ampará-los e aos irmãos mais jovens. Gratidão e retorno, em forma de cuidados ainda que à distância. Mesmo quando um filho não está presente na vida de seus pais, sua voz ao telefone, agora enviada pelas modernas tecnologias e, com ela as imagens nas telinhas, carrega a melodia do afeto, da saudade e da genuína preocupação. E os mais velhos nutrem seus corações e curam as feridas de suas almas, por que se sentem amados e podem abençoá-los. Nos tempos de hoje, porém, dentro de um espectro social muito amplo e profundo, os abandonos e as distâncias não ocupam mais do que algumas quadras ou quilômetros que podem ser vencidos em poucas horas. Nasceu uma geração de ‘pais órfãos de filhos’. Pais órfãos que não se negam a prestar ajuda financeira. Pais mais velhos que sustentam os netos nas escolas e pagam viagens de estudo fora do país. Pais que cedem seus créditos consignados para filhos contraírem dívidas em seus honrados nomes, que lhes antecipam herança. Mas que não têm assento à vida familiar dos mais jovens, seus próprios filhos e netos, em razão – talvez, não diretamente de seu desinteresse, nem de sua falta de tempo – mas da crença de que seus pais se bastam.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Este estilo de vida, nos dias comuns, que não inclui conversa amena e exclui a ‘presença a troco de nada, só para ficar junto’, dificulta ou, mesmo, impede o compartilhar de valores e interesses por parte dos membros de uma família na atualidade, resulta de uma cultura baseada na afirmação das individualidades e na política familiar focada nos mais jovens, nos que tomam decisões ego-centradas e na alta velocidade: tudo muito veloz, tudo fugaz, tudo incerto e instável. Vida líquida, como diz Zygmunt Bauman, sociólogo polonês. Instalou-se e aprofundou-se nos pais, nem tão velhos assim, o sentimento de abandono. E de desespero. O universo de relacionamento nas sociedades líquidas assegura a insegurança permanente e monta uma armadilha em que redes sociais são suficientes para gerar controle e sentimento de pertença. Não passam, porém de ilusões que mascaram as distâncias interpessoais que se acentuam e que esvaziam de afeto, mesmo aquelas que são primordiais: entre pais e filhos e entre irmãos. O desespero calado dos pais desvalidos, órfãos de quem lhes asseguraria conforto emocional e, quiçá material, não faz parte de uma genuína renúncia da parte destes pais, que ‘não querem incomodar ninguém’, uma falsa racionalidade – e é para isso que se prestam as racionalizações – que abala a saúde, a segurança pessoal, o senso de pertença. É do medo de perder o pouco que seus filhos lhes concedem em termos de atenção e presença afetuosa. O primado da ‘falta de tempo’ torna muito difícil viver um dia a dia em que a pessoa está sujeita ao pânico de não ter com quem contar.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    A irritação por precisar mudar alguns hábitos. Muitos filhos adultos ficam irritados por precisarem acompanhar os pais idosos ao médico, aos laboratórios. Irritam-se pelo seu andar mais lento e suas dificuldades de se organizar no tempo, sua incapacidade crescente de serem ágeis nos gestos e decisões. Desde os poucos minutos dos sinais luminosos para se atravessar uma rua, até as grandes filas nos supermercados, a dificuldade de caminhar por calçadas quebradas e a hesitação ao digitar uma senha de computador, qualquer coisa que tire o adulto de seu tempo de trabalho e do seu lazer, ao acompanhar os pais, é causa de irritação. Inclusive por que o próprio lazer, igualmente, é executado com horário marcado e em espaço determinado. Nas salas de espera veem-se os idosos calados e seus filhos entretidos nos seus jornais, revistas, tablets e celulares. Vive-se uma vida velocíssima, em que quase todo o tempo do simples existir deve ser vertido para tempo útil, entendendo-se tempo útil como aquele que também é investido nas redes sociais. Enquanto isso, para os mais velhos o relógio gira mais lento, à medida que percebem, eles próprios, irem passando pelo tempo. O tempo para estar parado, o tempo da fruição está limitado. Os adultos correm para diminuir suas ansiosas marchas em aulas de meditação. Os mais velhos têm tempo sobrante para escutar os outros, ou para lerem seus livros, a Bíblia, tudo aquilo que possa requerer reflexão. Ou somente uma leve distração. Os idosos leem o de que gostam. Adultos devoram artigos, revistas e informações sobre o seu trabalho, em suas hiper especializações. Têm que estar a par de tudo just in time – o que não significa exatamente saber, posto que existe grande diferença entre saber e tomar conhecimento. Já, os mais velhos querem mais é se livrar do excesso de conhecimento e manter suas mentes mais abertas e em repouso. Ou, então, focadas naquilo que realmente lhes faz bem como pessoa. Restam poucos interesses em comum a compartilhar. Idosos precisam de tempo para fazer nada e, simplesmente recordar. Idosos apreciam prosear. Adultos têm necessidade de dizer e de contar. A prosa poética e contemplativa ausentou-se do seu dia a dia. Ela não é útil, não produz resultados palpáveis.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    A dificuldade de reconhecer a falta que o outro faz.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Do prisma dos relacionamentos afetivos e dos compromissos existenciais, todas as gerações têm medo de confessar o quanto o outro faz falta em suas vidas, como se isso fraqueza fosse. Montou-se, coletivamente, uma enorme e terrível armadilha existencial, como se ninguém mais precisasse de ninguém. A família nuclear é muito ameaçadora. para o conforto, segurança e bem-estar: um número grande de filhos não mais é bemvindo, pais longevos não são bem tolerados e tudo isso custa muito caro, financeira, material e psicologicamente falando. Sobrevieram a solidão e o medo permanente que impregnam a cultura utilitarista, que transformou as relações humanas em transações comerciais. As pessoas se enxergam como recursos ou clientes. Pais em desespero tentam comprar o amor dos filhos e temem os ataques e abandono de clientes descontentes. Mas, carinho de filho não se compra, assim como ausência de pai e mãe não se compensa com presentes, dinheiro e silêncio sobre as dores profundas as gerações em conflito se infringem. Por vezes a estratégia de condutas desviantes dão certo, para os adolescentes conseguirem trazer seus pais para mais perto, enquanto os mais idosos caem doentes, necessitando – objetivamente – de cuidados especiais. Tudo isso, porém, tem um altíssimo custo. Diálogo? Só existe o verdadeiro diálogo entre aqueles que não comungam das mesmas crenças e valores, que são efetivamente diferentes. Conversar, trocar ideias não é dialogar. Dialogar é abrir-se para o outro. É experiência delicada e profunda de auto revelação. Dialogar requer tempo, ambiente e clima, para que se realizem escutas autênticas e para que sejam afastadas as mútuas projeções. O que sabem, pais e filhos, sobre as noites insones de uns e de outros? O que conversam eles sobre os receios, inseguranças e solidão? E sobre os novos amores? Cada geração se encerra dentro de si própria e age como se tudo estivesse certo e correto, quando isso não é verdade.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    A dificuldade de reconhecer limites característicos do envelhecimento dos pais. Este é o modelo que se pode identificar. Muito mais grave seria não ter modelo. A questão é que as dores são tão mascaradas, profundas e bem alimentadas pelas novas tecnologias, inclusive, que todas as gerações estão envolvidas pelo desejo exacerbado de viver fortes emoções e correr riscos desnecessários, quase que diariamente. Drogas e violência toldam a visão de consequências e sequestram as responsabilidades. Na infância e adolescência os pais devem ser responsáveis pelos seus filhos. Depois, os adultos, cada qual deve ser responsável por si próprio. Mais além, os filhos devem ser responsáveis por seus pais de mais idade. E quando não se é mais nem tão jovem e, ainda não tão idoso que se necessite de cuidados permanentes por parte dos filhos? Temos aí a geração de pais desvalidos: pais órfãos de seus filhos vivos. E estes respondem, de maneira geral, ou com negligência ou, com superproteção. Qualquer das formas caracteriza maus cuidados e violência emocional.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Na vida dos mais velhos alguns dos limites físicos e mentais vão se instalando e vão mudando com a idade. Dos pais e dos filhos. Desobrigados que foram de serem solidários aos seus pais, os filhos adultos como que se habituaram a não prestarem atenção às necessidades de seus pais, conforme envelhecem. Mantêm expectativas irrealistas e não têm pálida ideia do que é ter lutado toda uma vida para se auto afirmar, para depois passar a viver com dependências relativas e dar de frente com a grande dor da exclusão social. A começar pela perda dos postos de trabalho e, a continuar, pela enxurrada de preconceitos que se abatem sobre os idosos, nas sociedades profundamente preconceituosas e fóbicas em relação à morte e à velhice. Somente que, em vez de se flexibilizarem, uns e outros, os filhos tentam modificar seus pais, ensinando-lhes como envelhecer. Chega a ser patético. Então, eles impõem suas verdades pós-modernas e os idosos fingem acatar seus conselhos, que não foram pedidos e nem lhes cabem de fato.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    De onde vem a prepotência de filhos adultos e netos adolescentes que se arrogam saber como seus pais e avós devem ser, fazer, sentir e pensar ao envelhecer? É risível o esforço das gerações mais jovens, querendo educa-los, quando o envelhecimento é uma obra social e, mais, profundamente coletiva, da qual os adultos de hoje – que justa, porém indevidamente – cultivam os valores da juventude permanente e, da velhice não fazem a mais pálida ideia. Além do que, também não têm a menor noção de como haverão eles próprios de envelhecer, uma vez que está em curso uma profunda mudança nas formas, estilos e no tempo de se viver até envelhecer naturalmente e, morrer a Boa Morte. Penso ser uma verdadeira utopia propor, neste momento crítico, mudanças definidas na interação entre pais e filhos e entre irmãos. Mudanças definidas e, de nenhuma forma definitivas, porém, um tanto mais humanas, sensíveis e confortáveis. O compartilhar é imperativo. O dialogar poderá interpor-se entre os conflitos geracionais, quem sabe atenuando-os e reafirmando a necessidade de resgatar a simplicidade dos afetos garantidos e das presenças necessárias para a segurança de todos.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Quando a solidão e o desamparo, o abandono emocional, forem reconhecidos como altamente nocivos, pela experiência e pelas autoridades médicas, em redes públicas de saúde e de comunicação, quem sabe ouviremos mais pessoas que pensam desta mesma forma, porém se auto impuseram a lei do silêncio. Por vergonha de se declararem abandonados justamente por aqueles a quem mais se dedicaram até então. É necessário aprender a enfrentar o que constitui perigo, alto risco para a saúde moral e emocional para cada faixa etária. Temos previsão de que, chegados ao ano de 2.035, no Brasil haverá mais pessoas com 55 anos ou mais de idade, do que crianças de até dez anos, em toda a população. E, com certeza, no seio das famílias. Estudos de grande envergadura em relação ao envelhecimento populacional afirmam que a população de 80 anos e mais é a que vai quadruplicar de hoje até o ano de 2.050. O diálogo, portanto, intra e intergeracional deve ensaiar seus passos desde agora. O aumento expressivo de idosos acima dos 80 anos nas políticas públicas ainda não está, nem de longe, sendo contemplado pelas autoridades competentes. As medidas a serem tomadas serão muito duras. Ninguém de nós vai ficar de fora. Como não deve permanecer fora da discussão sobre o envelhecimento populacional mundial e as estratégias para enfrentá-lo.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;!--EndFragment--&gt;  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/3496029c-8b33-41a8-bea8-994101333434.jpg" length="161042" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Thu, 25 Oct 2018 22:22:52 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.serenataecia.com.br/idosos-orfaos-de-filhos-vivos-sao-os-novos-desvalidos-do-seculo-xxi</guid>
      <g-custom:tags type="string">idosos,velhinhos,asilo,abandonados,quepena</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/3496029c-8b33-41a8-bea8-994101333434.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Musicoterapia</title>
      <link>https://www.serenataecia.com.br/musicoterapia</link>
      <description>Para inúmeros tratamentos de saúde, conte com a boa musica como grande aliada. Veja em quais casos ela é indicada e quais são elas.</description>
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  
                  
                  
  As músicas que curam à disposição de todos

                
                &#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;a&gt;&#xD;
    &lt;img src="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/uiyt.jpg" alt="" title=""/&gt;&#xD;
  &lt;/a&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    Há muitos anos, a escola de medicina integral de Caracas pesquisou sobre Musicoterapia: para cada doença, uma música para curar. A musicoterapia é uma técnica terapêutica que usa a música em todas as suas formas com participação ativa ou receptiva por parte do paciente. Todos sabemos como reconhecer quando uma música parece alegre ou triste. Em geral, associamos nosso estado de espírito à melodia de inúmeras obras de todos os tipos. Bem, precisamente, a terapia de música usa recursos para essas melodias como um método para curar ou reduzir vários problemas de saúde. A ideia básica é reconhecer que uma grande parte das doenças se originam no cérebro, que então transmite a uma parte do corpo um estímulo específico que reproduz uma doença. A terapia da música tenta obter estímulos para o cérebro que levam a um relaxamento ou cancelamento daqueles que reproduzem a doença através de várias melodias com as quais podem ser alcançados efeitos surpreendentes. Aqui deixamos uma lista de obras clássicas e suas virtudes, que podem ser ouvidas, enquanto elas continuam trabalhando, simultaneamente:
  
                    
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
                    
  Insônia: 
  
                    
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
                    
  Nocturnes de Chopin (op.9 No. 3) 
  
                    
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=gCPnUFmIJWM"&gt;&#xD;
      
                      
                      
    http://www.youtube.com/watch?v=gCPnUFmIJWM
  
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
                    
  (Op.15 No. 2) 
  
                    
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=SbAEsaZ8_LM"&gt;&#xD;
      
                      
                      
    http://www.youtube.com/watch?v=SbAEsaZ8_LM
  
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
                    
  (ou página 9 # 2) 
  
                    
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=YGRO05WcNDk&amp;amp;feature=related"&gt;&#xD;
      
                      
                      
    http://www.youtube.com/watch?v=YGRO05WcNDk&amp;amp;feature=related
  
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
                    
  Prelúdio para a cochila de Fauno por Debussy 
  
                    
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.youtube.com/watch?v=9_7loz-HWUM"&gt;&#xD;
      
                      
                      
    https://www.youtube.com/watch?v=9_7loz-HWUM
  
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
                    
  Canon em Re de Pachelbel 
  
                    
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=hOA-2hl1Vbc&amp;amp;feature=related"&gt;&#xD;
      
                      
                      
    http://www.youtube.com/watch?v=hOA-2hl1Vbc&amp;amp;feature=related
  
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
                    
  Hipertensão: 
  
                    
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
                    
  As quatro estações de Vivaldi 
  
                    
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=yb8icchy4H4&amp;amp;feature=fvst"&gt;&#xD;
      
                      
                      
    http://www.youtube.com/watch?v=yb8icchy4H4&amp;amp;feature=fvst
  
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
                    
  Serenade nº13 em Sol Mayor por Mozart 
  
                    
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.youtube.com/watch?v=z4Hfv00eqoI"&gt;&#xD;
      
                      
                      
    https://www.youtube.com/watch?v=z4Hfv00eqoI
  
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
                    
  Música aquática de Haendel 
  
                    
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.youtube.com/watch?v=cnn3TVBDtcA"&gt;&#xD;
      
                      
                      
    https://www.youtube.com/watch?v=cnn3TVBDtcA
  
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
                    
  Concerto para violino Beethoven 
  
                    
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=Qx9LOgSGGqk"&gt;&#xD;
      
                      
                      
    http://www.youtube.com/watch?v=Qx9LOgSGGqk
  
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
                    
  Symphony nº 8 de Dvorak 
  
                    
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=W5UbrhqdqQE"&gt;&#xD;
      
                      
                      
    http://www.youtube.com/watch?v=W5UbrhqdqQE
  
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
                    
  Ansiedade: 
  
                    
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
                    
  Concerto de Aranjuez de Rodrigo 
  
                    
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=RxwceLlaODM"&gt;&#xD;
      
                      
                      
    http://www.youtube.com/watch?v=RxwceLlaODM
  
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
                    
  As quatro estações do Vivaldit 
  
                    
                    &#xD;
    &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=f_pjH2b808w&amp;amp;feature=related"&gt;&#xD;
      
                      
                      
    http://www.youtube.com/watch?v=f_pjH2b808w&amp;amp;feature=related
  
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
                    
  Sinfonia de Linz, k425 de Mozart 
  
                    
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=JcDFZSEGFno"&gt;&#xD;
      
                      
                      
    http://www.youtube.com/watch?v=JcDFZSEGFno
  
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
                    
  Dor de cabeça: 
  
                    
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
                    
  O Sonho de Amor de Lisz 
  
                    
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=_pysf5ixCTQ"&gt;&#xD;
      
                      
                      
    http://www.youtube.com/watch?v=_pysf5ixCTQ
  
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
                    
  Serenata de Schubert 
  
                    
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=ZpA0l2WB86E&amp;amp;feature=related"&gt;&#xD;
      
                      
                      
    http://www.youtube.com/watch?v=ZpA0l2WB86E&amp;amp;feature=related
  
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
                    
  Hymn to the Sun by Rimsky-Korsakov 
  
                    
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.youtube.com/watch?v=klDF0jvCdb4"&gt;&#xD;
      
                      
                      
    https://www.youtube.com/watch?v=klDF0jvCdb4
  
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
                    
  Dor de estômago: 
  
                    
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
                    
  Música para Telemann's Table 
  
                    
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=8exrY_VSeZc"&gt;&#xD;
      
                      
                      
    http://www.youtube.com/watch?v=8exrY_VSeZc
  
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
                    
  Haendel's Harp Concert 
  
                    
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=iBnr6mJZJFg"&gt;&#xD;
      
                      
                      
    http://www.youtube.com/watch?v=iBnr6mJZJFg
  
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
                    
  Concerto do oboe de Vivaldi 
  
                    
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=jEQ0N9D1NQs"&gt;&#xD;
      
                      
                      
    http://www.youtube.com/watch?v=jEQ0N9D1NQs
  
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
                    
  Energia: 
  
                    
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
                    
  O Sibelius Karalia Suite 
  
                    
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.youtube.com/watch?v=adKwG9ZuzFw"&gt;&#xD;
      
                      
                      
    https://www.youtube.com/watch?v=adKwG9ZuzFw
  
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
                    
  Serenade of Strings (op.48) por Tschaikowsky 
  
                    
                    &#xD;
    &lt;a href="https://www.youtube.com/watch?v=DPBKukl0oc4"&gt;&#xD;
      
                      
                      
    https://www.youtube.com/watch?v=DPBKukl0oc4
  
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
                    
  Abertura por Guillermo Tell de Rossini 
  
                    
                    &#xD;
    &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=6y7tjxii2y4http://www.youtube.com/watch?v=tIxIknEONkU"&gt;&#xD;
      
                      
                      
    http://www.youtube.com/watch?v=6y7tjxii2y4http://www.youtube.com/watch?v=tIxIknEONkU
  
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
                    
  Para a cura e harmonia de sua casa: 
  
                    
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
                    
  Tudo sobre Wolfang Amadeus Mozart 
  
                    
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=df-eLzao63I"&gt;&#xD;
      
                      
                      
    http://www.youtube.com/watch?v=df-eLzao63I
  
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/uiyt.jpg" length="21748" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Wed, 17 Oct 2018 10:31:46 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.serenataecia.com.br/musicoterapia</guid>
      <g-custom:tags type="string">musicas,curas,saude,musicoterapia,serenata,serenata&amp;cia</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/uiyt.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Estudo indica que plantas reagem à música clássica</title>
      <link>https://www.serenataecia.com.br/estudo-indica-que-plantas-reagem-a-musica-classica</link>
      <description>Estudiosos avaliam que mudanças genéticas podem estimular crescimento.</description>
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  
                  
  Estudiosos avaliam que mudanças genéticas podem estimular crescimento.

                &#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;a&gt;&#xD;
    &lt;img src="//dd-cdn.multiscreensite.com/blog/blog_post_image.png" alt="" title=""/&gt;&#xD;
  &lt;/a&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;!--StartFragment--&gt;                          Um estudo realizado por pesquisadores sul-coreanos sugere que expor as plantas ao som de música pode estimular seu crescimento. Os pesquisadores, do Instituto Nacional de Agricultura Biotecnológia da Coréia do Sul, expuseram uma plantação de arroz ao som de 14 fragmentos de música clássica, enquanto monitoravam seu nível de atividade genética. 
  
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
  A atividade genética ocorre quando o código de DNA dos genes recebe "instruções" para realizar processos biológicos como o crescimento. 
  
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
  Os estudiosos ficaram surpresos ao perceber que o barulho provocou a reação em dois genes, rbcS e Ald. Como estes também são conhecidos por apresentar resposta à presença da luz, os cientistas resolveram repetir a experiência no escuro, observando os mesmos resultados. 
  
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
  Os pesquisadores não souberam explicar por que as plantas reagiram às ondas sonoras, mas especulam que as mudanças genéticas observadas podem ativar outros genes responsáveis pelo crescimento. 
  
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
  Os pesquisadores esperam que os resultados possam ajudar os cultivadores. 
  
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
  Eles poderiam, sugerem os cientistas, promover sessões de música nas áreas de cultivo para impulsionar o crescimento das plantas. BBC Brasil - Todos os direitos reservados. 
  
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
  É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.
  
                    &#xD;
    &lt;!--EndFragment--&gt;  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/iihg-dd101287.jpg" length="25570" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Thu, 11 Oct 2018 02:27:56 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.serenataecia.com.br/estudo-indica-que-plantas-reagem-a-musica-classica</guid>
      <g-custom:tags type="string">plantas,musica,saude,crescimento,plantações</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/iihg-dd101287.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Pecuarista do ES faz vacas ouvirem música para melhor produção de leite</title>
      <link>https://www.serenataecia.com.br/pecuarista-do-es-faz-vacas-ouvirem-musica-para-melhor-producao-de-leite</link>
      <description>Pecuarista mantem a produção e o humor das vacas em grande estilo  com música clássica. Ele alega que aumentou a produção de leite e as vacas ficaram mais calmas.</description>
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  
                  
                  
  Com música, produção saltou de 50 para 80 litros diários de leite.Segundo produtor rural, vacas ficam tranquilas e atentas com as músicas.

                
                &#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;a&gt;&#xD;
    &lt;img src="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/vaca.jpg" alt="" title=""/&gt;&#xD;
  &lt;/a&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;!--StartFragment--&gt;  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Para impulsionar a produção de leite do seu gado, um pecuarista resolveu inovar. Marinho Scheidegger utiliza a música na hora da ordenha para tranquilizar as vacas de sua propriedade rural, em 
    
                    
                    &#xD;
    &lt;a href="http://g1.globo.com/es/espirito-santo/cidade/rio-novo-do-sul.html"&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Rio Novo do Sul
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    
                    
                    
    , no Sul do 
    
                    
                    &#xD;
    &lt;a href="http://g1.globo.com/tudo-sobre/espirito-santo"&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Espírito Santo
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    
                    
                    
    . Segundo ele, as vacas ficam atentas às músicas e passaram a produzir mais leite com a utilização do método. A produção diária saltou de 50 para 80 litros, desde que as músicas passaram a fazer parte do ambiente do curral, há dez anos.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Marinho conta que colocou um rádio no curral para ouvir notícias, mas logo percebeu que as vacas ficavam mais tranquilas e produtivas quando músicas eram tocadas. "Logo eu vi uma mudança nos animais. No passado, quando não tinha rádio aqui, ninguém podia vir no curral. Chegava pessoas estranhas, as vacas espantavam todo mundo. Elas eram até capazes de quebrar o curral. Quando eu comecei a ouvir o rádio, tudo melhorou", conta o produtor rural.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Vacas do curral de Marinho ficaram mais calmas
      
                      
                      &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
                      
                      
      (Foto: Reprodução / TV Gazeta)
      
                      
                      &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    O aumento da produção leiteira e a melhoria no comportamento das vacas realmente tem ligação com as músicas, segundo a veterinária Ana Paula Moreira. "Na hora da ordenha, o animal precisa estar num lugar tranquilo e seguro. A música traz essa tranquilidade para as vacas", explica a veterinária.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    O rádio de modelo antigo é colocado por Marinho bem no meio do curral para que as vacas que também estão no pasto possam ouvir as músicas. O produtor conta que as músicas que mais trazem resultado são as de ritmo mais calmo. "O que faz a vaca dar leite é genética e um bom capim, mas a música é a complementação disso. Ela fica tranquila, fica quieta e libera o leite. Elas preferem os ritmos mais tranquilos, românticos, sertanejos", afirmou.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Com o sucesso musical na produção de Marinho, vizinhos também passaram a utilizar o método em seus currais pela região Sul do estado.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;!--EndFragment--&gt;  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/vaca.jpg" length="31842" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Tue, 09 Oct 2018 18:04:47 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.serenataecia.com.br/pecuarista-do-es-faz-vacas-ouvirem-musica-para-melhor-producao-de-leite</guid>
      <g-custom:tags type="string">vacas,musica,saude,leite,fazenda,gado,leiteiro,acalma,musicaclassica</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/vaca.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Bananas cultivadas ao som de música clássica sem agrotóxicos são acima de tudo  eruditas</title>
      <link>https://www.serenataecia.com.br/bananas-cultivadas-ao-som-de-musica-classica</link>
      <description>Produtora se inspira em estudos e experiências que sugerem que o som pode influenciar o crescimento das plantas
As bananas Gaia são as únicas no país que são produzidas e amadurecidas ao som de músicas clássicas e sem o uso de agrotóxico (Roneijober Andrade)As bananas Gaia são as únicas no país produzidas e amadurecidas ao som de músicas clássicas e sem o uso de agrotóxico (Cortesia de Roneijober Andrade)</description>
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  
                  
                  
  Produtora se inspira em estudos e experiências que sugerem que o som pode influenciar o crescimento das plantas.                                      As bananas Gaia são as únicas no país produzidas e amadurecidas ao som de músicas clássicas e sem o uso de agrotóxico (Cortesia de Roneijober Andrade)

                
                &#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;a&gt;&#xD;
    &lt;img src="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/bananas.jpg" alt="" title=""/&gt;&#xD;
  &lt;/a&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;!--StartFragment--&gt;  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Um novo estilo de cultivar bananas vem fazendo sucesso na fazenda Gaia, localizada em Itabira, região central do estado de Minas Gerais. Além de serem 
    
                    
                    &#xD;
    &lt;a href="https://www.epochtimes.com.br/tag/organica/"&gt;&#xD;
      
                      
                      
      orgânica
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    
                    
                    
    s, as bananas crescem ao som de 
    
                    
                    &#xD;
    &lt;a href="https://www.epochtimes.com.br/tag/musica/"&gt;&#xD;
      
                      
                      
      música
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    
                    
                    
     clássica.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    A ideia foi da jornalista e produtora rural Bernadete Ribeiro, que conta que desde que tomou a decisão de produzir bananas, a intenção dela era provar que é viável retornar ao modo de produção ancestral onde há harmonia entre o homem e a natureza, e que é possível plantar e colher sem degradar o solo, o ar, e a água.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Inspirada por pesquisas e pelo exemplo dos japoneses, que importam bananas verdes das Filipinas e as amadurecem ao som de músicas clássicas, Bernadete pensou: “Se está funcionando lá fora, porque não funcionaria com as bananas do Brasil?”.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    O sistema de som é artesanal e foi implantado há alguns meses. Em qualquer lugar da plantação é possível ouvir a música através de uma corneta acústica, resistente ao sol e à chuva.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    “Fizemos vários testes e instalamos quatro destas cornetas nos locais mais altos e de forma que abrangessem toda a área. O mais trabalhoso foi proteger os fios e trazê-los de grandes distâncias até à central na sede da fazenda, que distribui o som”, explica Bernadete.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
        &lt;div&gt;&#xD;
          &lt;div&gt;&#xD;
          &lt;/div&gt;&#xD;
        &lt;/div&gt;&#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    As plantas ouvem quatro horas de 
    
                    
                    &#xD;
    &lt;a href="https://www.epochtimes.com.br/tag/musica-classica/"&gt;&#xD;
      
                      
                      
      música clássica
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    
                    
                    
     no período da manhã e mais quatro à tarde. “Tentamos um equilíbrio, porque penso que tudo em excesso, mesmo a boa música, também se torna prejudicial”, pondera.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Segundo Bernadete, o sistema de som para incentivar o crescimento das bananas é inovador. “Nosso pioneirismo está no fato de termos conseguido um fato inédito no país: sonorizar uma extensa área onde as plantas não só amadurecem, mas também crescem ao som musical”.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Além do som, a produtora está pensando em alternativas sustentáveis para o combate às doenças em seu plantio. “Estou investindo agora na produção de um 
    
                    
                    &#xD;
    &lt;a href="https://www.epochtimes.com.br/tag/oleo-essencial/"&gt;&#xD;
      
                      
                      
      óleo essencial
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    
                    
                    
     para combater a temível sigatoka amarela, o fungo que ataca bananais em todo o planeta”.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    A produtora rural disse que ainda é cedo para dimensionar os resultados, mas já notou aumento do número de folhas novas nas plantas. Mas o que surpreendeu Bernadete foi o aumento de 
    
                    
                    &#xD;
    &lt;a href="https://www.epochtimes.com.br/tag/passaros/"&gt;&#xD;
      
                      
                      
      pássaros
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    
                    
                    
     no local, de novas cores e espécies que não se via antes na região. “Pela manhã é uma alegria ouvir esta orquestra natural”.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;a href="http://www.epochtimes.com.br/wp-content/uploads/2013/07/bananeiras.jpg"&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
                        
                        
      Além das bananas
    
                      
                      &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      
                      
                      
    Há vários anos, a produtora pesquisa práticas alternativas de plantio e manejo, entre elas o efeito das ondas sonoras sobre os vegetais.
  
                    
                    &#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      
                      
                      
    Bernadete explica que estas teorias não são recentes e que no início da década de 70 a organista e soprano americana Dorothy Retallack realizou experiências em laboratório que descortinaram uma nova fronteira de pesquisas. Ela provou que os vegetais reagiam a certos tipos de som. Ao colocar melodias lentas e calmas, por exemplo, as plantas cresciam em direção ao local de onde partia o som. Com a música pesada, como alguns tipos de rock, o vegetal se inclinava na direção oposta.
  
                    
                    &#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      
                      
                      
    A produtora também cita que os autores do livro “A Vida Secreta das Plantas” comprovaram que as plantas são seres sensíveis e que memorizam experiências. Além deles, pesquisadores como o Dr. Masaro Emoto também demonstraram os mesmos efeitos. Ele chegou à conclusão de que emoções e pensamentos humanos podem alterar a estrutura de cristais de água congelada.
  
                    
                    &#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
        &lt;div&gt;&#xD;
          &lt;div&gt;&#xD;
            &lt;div&gt;&#xD;
            &lt;/div&gt;&#xD;
          &lt;/div&gt;&#xD;
        &lt;/div&gt;&#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      
                      
                      
    “Boas palavras e intenções formam belas figuras geométricas. O contrário  acontece aos cristais das moléculas de água quando emitimos maus pensamentos ou palavras. E sabemos que a água compõe de 80 a 90 por cento do peso dos vegetais”, explica a produtora.
  
                    
                    &#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      
                      
                      
    A produtora também apontou que, recentemente, pesquisadores provaram que certas ondas sonoras possuem a capacidade de ativar dois genes de crescimento das plantas, um papel exercido, até onde se sabia, apenas pelas ondas de luz solar.
  
                    
                    &#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
                        
                        
      Conscientização ambiental
    
                      
                      &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      
                      
                      
    A principal intenção de Bernadete é a de contribuir para a preservação do meio ambiente, que ela acredita ser um dever de todo ser humano. “Espero chamar atenção para o fato de que em muitos momentos da vida é preciso ser menos racional e usar mais a intuição, uma ferramenta importante, mas praticamente atrofiada por falta de uso, na maioria de nós”, conclui ela.
  
                    
                    &#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      
                      
                      
    Ela também acredita que há realmente muito mais coisas entre o céu e a terra do que supõe nossa vã filosofia. “A experiência de Findhorn, na Escócia, por exemplo, em que se conseguiu uma grande produção em uma área desértica, mostrou que os chamados enteais ou elementais da natureza são seres que podem se tornar importantes aliados do ser humano, seja na produção de alimentos ou de qualquer cuidado que se queira ter com a natureza. Estes seres estão presentes na maioria das tradições orais, e eram vistos por muitos povos em diferentes épocas. Nosso intelecto e racionalidade extinguiu nossa capacidade de vê-los, o que não significa que eles deixaram de existir”, acrescenta Bernadete.
  
                    
                    &#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      
                      
                      
    Seja qual for o motivo, a utilização de técnicas como essa demonstram diversas e surpreendentes interações entre o Homem e a Natureza. Esse plantio mostra que as complexas e elegantes partituras são capazes de causar grandes emoções não somente nos humanos, mas também de motivar um crescimento orgânico de nossos cultivos.
  
                    
                    &#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;a href="http://www.epochtimes.com.br/wp-content/uploads/2013/07/bananas-som.jpg"&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      
                      
                      
    Fonte Epoch Times- site - 
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;a href="https://www.epochtimes.com.br/bananas-cultivadas-ao-som-de-musica-classica/"&gt;&#xD;
    
                    
                    
      https://www.epochtimes.com.br/bananas-cultivadas-ao-som-de-musica-classica/
    
                  
                  &#xD;
  &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;!--EndFragment--&gt;  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/bananas.jpg" length="77494" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Tue, 09 Oct 2018 14:44:02 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.serenataecia.com.br/bananas-cultivadas-ao-som-de-musica-classica</guid>
      <g-custom:tags type="string">bananas,musicaclassica,erudita,bach,vivaldi,mozart,beethoven,saude,agrotoxicos</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/bananas.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Música clássica é usada para melhorar qualidade de vinhos na Itália e África do Sul.</title>
      <link>https://www.serenataecia.com.br/musica-classica-e-usada-para-melhorar-qualidade-de-vinhos-na-italia</link>
      <description>A música clássica é a grande aliada na produção de vinho na Itália,regiões da Europa e África do Sul .
Promovendo saúde e bem estar ao meio ambiente os agricultores utiizam sonorização por toda a fazenda para a melhoria da qualidade de seus vinhos e vejam quantos benefícios mais eles conseguiram.</description>
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  
                  
                  
  Em Frassina, nas colinas da região da Toscana, e Cidade do Cabo na Africa do Sul utilizam sonorização por toda a fazenda com música clássica para a melhoria da produção de vinho

                
                &#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;a&gt;&#xD;
    &lt;img src="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/vinho.jpg" alt="" title=""/&gt;&#xD;
  &lt;/a&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;a&gt;&#xD;
    &lt;img src="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/vinho+3.jpg" alt="" title=""/&gt;&#xD;
  &lt;/a&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;a&gt;&#xD;
    &lt;img src="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/vinho2.jpg" alt="" title=""/&gt;&#xD;
  &lt;/a&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;!--StartFragment--&gt;  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Começando por Toscana...
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    A previsão do tempo é sempre acompanhada com atenção pelos agricultores. 
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    As condições climáticas são fundamentais para eles, assim como a qualidade do solo. Mas os correspondentes Ilze Scamparini e Maurizio Della Costanza mostram que um produtor da 
    
                    
                    &#xD;
    &lt;a href="http://g1.globo.com/tudo-sobre/italia"&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Itália
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    
                    
                    
     descobriu mais um fator importante no cultivo de uvas.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    
 O que parecia uma intuição romântica tornou-se um método vitorioso. Em Frassina, nas colinas da região da Toscana, onde se produz um dos vinhos mais famosos do mundo, o Brunello di Montalcino, a plantação de uvas reage muito bem ao repertório clássico de Mozart. O homem que sonorizou o campo, Giancarlo Cignozzi, deixou a profissão de advogado há 12 anos.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    
 “Foi depois de uma viagem à Amazônia, quando um pajé disse que a minha vida seria feita de vinho e música”, ele conta.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    
 Os vinhedos crescem com a música de Mozart durante 24 horas por dia. As composições escolhidas usam sempre os mesmos instrumentos: cordas e piano. As óperas e as grandes orquestras foram excluídas para não estressar as plantas. A experiência, que começou com 12 caixas acústicas, hoje tem 80 e já apresenta os primeiros resultados científicos.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    
 Um engenheiro agrônomo afirma que a música ajuda a afastar insetos ou parasitas. O professor Stefano Mancuso, pesquisador da inteligência das plantas na Universidade de Florença, explica que a vibração da música estimula a produção de polifenóis, substâncias responsáveis pelo gosto agradável, e que dão ao vinho aquela característica saudável se consumido em pequenas doses.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    
 O produtor de 50 mil garrafas por ano acredita que o cultivo musical pode ser uma forma sustentável para o futuro, e que não faz diferença para os cachos ouvir uma sinfonia de Mozart ou um sambinha, desde que seja suave.


    
                    
                    &#xD;
    &lt;!--StartFragment--&gt;                                                África do Sul: Conheça a vinícola onde as uvas são cultivadas ao som de música erudita
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Matéria do Jornal Nacional em 


    
                    
                    &#xD;
    &lt;!--StartFragment--&gt;  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Edição do dia 05/10/2012
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    05/10/2012 21h40 - Atualizado em 05/10/2012 21h40
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;!--EndFragment--&gt;  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;b&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.youtube.com/watch?time_continue=11&amp;amp;v=WND4SrJ2GRc" target="_top"&gt;&#xD;
      
                      
                      
      África do Sul: Conheça a vinícola onde as uvas são cultivadas ao som de música erudita
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;!--StartFragment--&gt;  &lt;!--StartFragment--&gt;                                        20 de outubro de 2016
  
                  
                  &#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;!--StartFragment--&gt;                                        Natalia da Luz, Por dentro da África
  
                  
                  &#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Cidade do Cabo – O clima e solo são algumas das preocupações para o cultivo de uvas em qualquer lugar do mundo, mas em De Morgenzon, na Cidade do Cabo, África do Sul, há outro fator: a música erudita. Por aqui, em toda a fazenda (da plantação às salas de fermentação, da recepção ao banheiro), ouve-se Bach, Mozart, Pachelbel, Beethoven 24 horas por dia.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;!--StartFragment--&gt;                                                -Nós tocamos música erudita para os nossos vinhos. Nós fizemos um experimento em duas áreas da fazenda. Em uma parte dela, espalhamos caixas de som para que a música pudesse ser ouvida em toda plantação. Acreditamos que a música pode ter um efeito positivo em qualquer organismo vivo – disse em entrevista ao Por dentro da África Richard de Almeida, representante da vinícola. Vinícula De Morgenzon – Divulgação A fazenda está localizada em Stellenbosch, uma das principais regiões sul-africanas para a produção de vinhos. As primeiras vinícolas daqui foram plantadas por volta de 1700! 
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    O clima relativamente frio e a baixa umidade fornecem condições ideais para produzir safras que estão ganhando o mundo. Apenas nesta região, que fica a 30 minutos da Cidade do Cabo, há 200 produtores de vinho. -A música está por todos os lados, até mesmo no banheiro você pode ouvir! Muitas pessoas não acreditam quando contamos, mas ela tem muitos efeitos sobre as pessoas. Quando você ouve pop, rock ou música erudita, você responde de forma diferente – explicou o sul-africano, que cresceu entre uvas e vinhos na Cidade do Cabo. Vinícula De Morgenzon – Natalia da Luz 
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Em De Morgenzon, que está a 400 metros acima do nível do mar, os administradores acreditam que a música vem auxiliando o crescimento das plantas. Apesar de não ter comprovação científica, algumas pesquisas relataram que o crescimento delas melhorou bastante desde 2010, quando a ideia foi implantada. -A qualidade melhorou muito para todos os nossos produtos, principalmente para a nossa Chenin Blanc. Pessoas vêm de toda parte do mundo para provar o vinho daqui, disse Richard, lembrando que, na África do Sul, a uva chenin blanc é tradicional por aqui há pelo menos três séculos. 
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Vinícula De Morgenzon – Divulgação Apesar de a África do Sul ser conhecida pela produção de vinhos com Pinotage e Pinot Noir, os mais populares da fazenda são sauvignon blanc, chardonnay (conhecida como aubaine, beaunois, melon blanc e pinot chardonnay), chenin blanc (uma uva branca originária da região do Vale do Loire, França) e syrah. 
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    A melhora na qualidade das uvas e no sabor dos vinhos não foi uma ação isolada. Em 1973, no livro The Sound of Music and Plants, a pesquisadora Dorothy Retallack detalhou experiências realizadas em Denver, nos Estados Unidos, sobre como a reprodução de música calma ou erudita fazia com que as plantas crescessem de forma mais “saudável e vigorosa”. Mais da Cidade do Cabo: História e beleza no Cabo da Boa Esperança  Vinícula De Morgenzon – Divulgação Segundo artigo de Don Robertson, músico chinês, Dorothy separou as plantas em duas câmaras. 
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Em uma delas, usou rock, em outra, música calma. No quinto dia de estudo, ela começou a notar mudanças drásticas. Na câmara com a música suave, as plantas haviam crescido de forma saudável e suas hastes estavam começando a dobrar na direção do som! Na câmara de rock, metade das plantas tinha folhas pequenas e cresceu atrofiada. Em visita à fazenda, das 10h às 17h, o turista pode ver, ouvir e sentir o experimento, enquanto degusta diferentes tipos de vinhos produzidos aqui. A vista para as montanhas e vales da região completam o encontro. Vinícula De Morgenzon – Divulgação -Há muitas áreas em diferentes partes do mundo com vinhos maravilhosos, mas aqui temos uma experiência bem diferente, é uma experiência completa. Você pode visitar as montanhas, ver as praias, provar os vinhos – disse Richard, enumerando algumas características e belezas da Cidade do Cabo.
    
                    
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Video da Fazenda - 
    
                    
                    &#xD;
    &lt;a href="https://www.youtube.com/watch?time_continue=11&amp;amp;v=WND4SrJ2GRc"&gt;&#xD;
      
                      
                      
      https://www.youtube.com/watch?time_continue=11&amp;amp;v=WND4SrJ2GRc
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
                    
    © 2018 | Todos os direitos deste material são reservados ao Por dentro da África, conforme a Lei nº 9.610/98. A sua publicação, redistribuição, transmissão e reescrita sem autorização prévia é proibida. 
    
                    
                    &#xD;
    &lt;a href="http://www.pordentrodaafrica.com/reportagens-exclusivas/conheca-vinicola-onde-as-uvas-sao-cultivadas-ao-som-de-musica-erudita"&gt;&#xD;
      
                      
                      
      http://www.pordentrodaafrica.com/reportagens-exclusivas/conheca-vinicola-onde-as-uvas-sao-cultivadas-ao-som-de-musica-erudita
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;!--EndFragment--&gt;    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;!--EndFragment--&gt;  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/vinho+3.jpg" length="77088" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Tue, 09 Oct 2018 14:20:29 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.serenataecia.com.br/musica-classica-e-usada-para-melhorar-qualidade-de-vinhos-na-italia</guid>
      <g-custom:tags type="string">vinhos,vinhedo,musica,classica,musicaclassica,serenata,serenataecia,celebração,saude,bem,bemestar,africadosul,cidadedocabo,nataliadaluz</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/vinho+3.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>01 de Outubro – Dia Internacional da Música</title>
      <link>https://www.serenataecia.com.br/01-de-outubro-dia-internacional-da-musica</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;a&gt;&#xD;
    &lt;img src="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/1011033_626765954057313_1404507835_n.jpg" alt="" title=""/&gt;&#xD;
  &lt;/a&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;!--StartFragment--&gt;  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;!--StartFragment--&gt;  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;!--StartFragment--&gt;  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;em&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Por onde ela passa traz vida, alento, diversão. As barreiras das diferenças são quebradas e todas as vozes tornam-se únicas.
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/em&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Se há algo que nos acompanha desde nosso nascimento na época das canções de ninar, faz parte da nossa trajetória de vida em inúmeras situações diárias e merece ter um dia só seu, é a música. Poderosa como ninguém domina os ambientes por onde passa e encanta com seus ritmos e letras diferenciados.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    O dia 1º de Outubro de 1975 foi intitulado como Dia Internacional da Música pela organização não governamental International Music Council, fundada em 1948, tendo como principais objetivos levar a música para todos os níveis sociais, e através da mesma promover os valores da paz e amizade.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Se para muitos a música serve de alento nos momentos difíceis, incentivo para reunir-se com os amigos ou simplesmente de companheira das atividades do dia a dia, para outros é projeto de vida e uma forma de sustento familiar. Nesse nicho estão inclusos cantores, instrumentistas e compositores em busca de lugar nesse diversificado mercado.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Muitos devem estar pensando quão bom é viver dessa atividade, cantar é pura diversão e quem canta é mais feliz. Concordamos em número, gênero e grau com a parte da felicidade, mas saiba que para a maioria dos músicos que têm ou tiveram suas músicas entre as mais tocadas no 
    
                    
                    &#xD;
    &lt;a href="https://www.connectmix.com/ranking/"&gt;&#xD;
      
                      
                      
      ranking nacional 
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    
                    
                    
    o processo não foi tão fácil assim. Claro que no decorrer do tempo isso vem esporadicamente, nada mais do que merecido, mas para a maioria é preciso muita garra, força e persistência para atingir o ápice do sucesso. Portanto músicos de plantão, importante que vocês tenham sempre o auxilio de um bom 
    
                    
                    &#xD;
    &lt;a href="https://www.connectmix.com/divulgador-artistico/"&gt;&#xD;
      
                      
                      
      divulgador artístico 
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    
                    
                    
    para indicar o caminho de uma carreira duradoura e de um bom sistema para acompanhar o 
    
                    
                    &#xD;
    &lt;a href="https://www.connectmix.com/ciclo-de-vida-da-musica/"&gt;&#xD;
      
                      
                      
      ciclo de vida das suas músicas 
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    
                    
                    
    e fazer uma gestão da sua carreira.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Até porque música é uma das formas de arte mais apreciada pela humanidade, independente de classe social, credo ou raça ela une pessoas exercendo emoções variadas. Sempre esteve presente tanto na vida dos primórdios através de sons que se transformavam em melodias como em projetos de cunho cultural, religioso ou simplesmente como forma de descontração.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Curiosidades sobre a música
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Para quem tinha alguma dúvida sobre o tempo que a música nos acompanha segue algumas informações: É possível que a música tenha surgido há 50.000 anos, onde as primeiras manifestações tenham sido feitas no continente africano, espalhando-se pelo mundo com o dispersar da raça humana.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Outra curiosidade é que nas grandes civilizações do mundo antigo foram encontrados vestígios da existência de instrumentos musicais em diferentes formas de documentos. Os sumérios, que tiveram sua cultura na bacia Mesopotâmia a milhares de anos antes de Cristo, utilizavam em sua liturgia, hinos e cantos salmodiados, influenciando as culturas babilônicas, caldéia, e judaica, que mais tarde se instalaram naquela região.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Já na Grécia a música era representada através de letras do alfabeto, formando “
    
                    
                    &#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
                      
      tetracordes
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    
                    
                    
    ” com essas letras. Nessa época os filósofos gregos criaram uma teoria elaborada para a linguagem musical na Antiguidade. Pitágoras acreditava que a música e a matemática formavam a chave para os segredos do mundo e o universo cantava, justificando a importância da música na dança, na tragédia e nos cultos gregos.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Agora que temos a certeza que a música nos companha desde o princípio da humanidade vale homenagear essa data com muita música. Só não esqueça que hoje tudo é válido, inclusive cantar desafinado, se escabelar ouvindo suas canções preferidas e ainda passar vergonha com o vizinho ao lado vendo tudo. 
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;!--StartFragment--&gt;  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;i&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Fontes:
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/i&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;a href="http://mundoeducacao.bol.uol.com.br/datas-comemorativas/01-outubro-dia-internacional-musica.htm"&gt;&#xD;
      &lt;i&gt;&#xD;
        
                        
                        
        Mundo Educação
      
                      
                      &#xD;
      &lt;/i&gt;&#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;a href="http://www.infoescola.com/musica/historia-da-musica/"&gt;&#xD;
      &lt;i&gt;&#xD;
        
                        
                        
        Info Escola
      
                      
                      &#xD;
      &lt;/i&gt;&#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;a href="http://www.connectmix.com/"&gt;&#xD;
      &lt;i&gt;&#xD;
        
                        
                        
        Connectmix
      
                      
                      &#xD;
      &lt;/i&gt;&#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;!--EndFragment--&gt;  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;!--EndFragment--&gt;  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;!--EndFragment--&gt;  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/Capturar4.JPG" length="81232" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Thu, 27 Sep 2018 19:37:46 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.serenataecia.com.br/01-de-outubro-dia-internacional-da-musica</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/Capturar4.JPG">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>A Música do Silêncio</title>
      <link>https://www.serenataecia.com.br/a-musica-do-silencio1</link>
      <description>Os sábios pitagóricos diziam que o universo é musical. De fato, cada som e cada silêncio parecem ter um efeito especial sobre o ser humano.  Seu significado específico pode ser libertador ou não,  trazendo alívio, paz, serenidade,  ou talvez inquietação. Por isso  o excesso de ruídos – a moderna poluição sonora – está longe de ser um problema sem importância.</description>
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  
                  
                  
  A Paz Interior Brota da Ausência de Ruído

                
                &#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;a&gt;&#xD;
    &lt;img src="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/15319317_10208123891918971_4100245197505564161_n.jpg" alt="" title=""/&gt;&#xD;
  &lt;/a&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;!--StartFragment--&gt;  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Os sábios pitagóricos diziam que o universo é musical. De fato, cada som e cada silêncio parecem ter um efeito especial sobre o ser humano.  Seu significado específico pode ser libertador ou não,  trazendo alívio, paz, serenidade,  ou talvez inquietação. Por isso  o excesso de ruídos – a moderna poluição sonora – está longe de ser um problema sem importância.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Sabe-se, por exemplo, que o lixo é apenas uma matéria-prima potencialmente útil, colocada em lugar errado. Do mesmo modo, o barulho é um som, em si mesmo inofensivo,  que evoca fragmentação e desarmonia porque foi emitido no momento, no tom e no volume errados.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Os sons da natureza são, geralmente, musicais. É certo que às vezes – como durante uma tempestade – podem parecer terríveis para quem não os entende. Um cachorro doméstico, por exemplo, sempre irá para debaixo da cama, assustado, ao ouvir trovões. Mas, no conjunto, do ponto de vista sonoro, a natureza é  silenciosa e harmônica. Essa percepção se reforça quando a comparamos a uma cidade moderna. Basta imaginar, por um momento, o ruído das ondas do mar batendo numa praia deserta, o canto dos pássaros no alto das árvores, o barulho do vento provocando o farfalhar das folhas, e de outro lado o buzinar dos veículos, o ronco dos motores e o ruído das sirenes. Mesmo nossas paisagens rurais são cortadas atualmente pelo ronco de tratores e motosserras.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
                    
    O ruído ameaça não só o silêncio e a musicalidade presentes na natureza, mas também a saúde do ser humano. A surdez física não é o único resultado do excesso de barulho.  Submetido à poluição sonora,  o cidadão  apresenta uma variedade de sintomas.  O sistema nervoso periférico sofre, e provoca vasoconstrição; os vasos sanguíneos se comprimem. O batimento cardíaco fica alterado. As pupilas se dilatam. Quando o problema é constante, a perda de audição aparece como uma defesa do organismo.  O organismo surdo se fecha para o meio ambiente: ele declara uma paz interior unilateral, cujo preço é a incomunicação  definitiva.  Quem hoje ouve “rock” a todo volume, em alguns anos poderá não ouvir, nem mesmo querendo, os acordes mais suaves da música clássica.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
                    
    O ruído excessivo é uma espécie de exteriorização forçada da consciência, e pode ser buscado como meio para evitar o confronto com a ansiedade. É o caso de certo tipo de música.  O barulho também pode ser imposto ao homem desde fora, transformando-o em vítima de um processo de contaminação ambiental.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Todo ser humano precisa do silêncio para viver bem, e  é na ausência de barulho que ocorrem e são compreendidas as coisas mais importantes. “O silêncio não deve ser buscado como uma maneira de evitar a vida”, escreve Nicolas Caballero, das Filipinas. “Não pode ser apenas um refúgio da agitação, ou do que nós chamamos de estar cansado da vida. O silêncio é o contexto em que nós reconstruímos a interioridade e a exterioridade.” Para Caballero,  devemos aprender a  produzir silêncio em nossas vidas.
    
                    
                    &#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
                      
      [1]
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
                    
    O barulho e a desarmonia, de um lado, e o silêncio e o equilíbrio, de outro, podem   ocorrer simultaneamente em três níveis de  consciência: físico, emocional e mental.  Estas três instâncias formam uma tela vital única, cuja qualidade devemos aumentar de modo gradativo e constante.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
                    
    “O ruído é uma desinteriorização que me separa das coisas ou das pessoas”, alerta Caballero. Ele faz com que se distorça a percepção da realidade. Investigando a fonte do ruído na mente e  na vida humana, o autor filipino chega ao que se chama de “falsa espiritualidade”: o problema da pessoa não-religiosa é, essencialmente, um problema de barulho. A pessoa barulhenta é egocêntrica, mesmo que aparentemente religiosa. O importante, neste caso, não é o mundo divino,  mas suas ideias sobre ele,  porque o egocêntrico só consegue enxergar a si mesmo. Esse egoísmo é a fonte do barulho, isto é, daquela  aparente ausência de uma musicalidade natural que deve expressar-se livremente em cada processo vivo. 
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
                    
    O ser egocêntrico é incapaz de ouvir, mas quer ser escutado;  e para isso ele  faz barulho,  físico e  emocional.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Alguém escreveu que a capacidade de suportar ruídos está na razão inversa da inteligência das pessoas. A afirmativa é verdadeira,   mas não deve ser superestimada.  Os idosos, por exemplo, não gostam de barulho, independentemente do seu grau maior ou menor de inteligência. É verdade, porém,  que um idoso quase sempre tem uma certa sabedoria interior.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Através do cultivo do silêncio, a pessoa desenvolve o desapego em relação ao que parece agradável ou desagradável. Inversamente, o desapego torna possível ter paz e silêncio interiores.  O tema é vasto e complexo: a  produção de silêncio e paz no mundo psicológico é um processo que precisa ser estudado, diz Caballero.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
                    
    O silêncio pode mostrar-se como um vazio,  ou como uma plenitude. Nos dois casos, está ligado à observação do que é real,  a partir de uma consciência que não se abala com os altos e baixos da vida cotidiana.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
                    
     O significado da existência e o caminho do autoaperfeiçoamento acelerado são compreendidos em silêncio, com o corpo físico, a percepção mental e o centro emocional serenos, se não imóveis.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
                    
    A luta entre o silêncio – onde se expressam os significados interiores – e o barulho (que provoca confusão mental) se desdobra em todos os níveis e momentos do  cotidiano. Inclusive sociologicamente.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Os veículos automotores, a construção civil, os aeroportos,  os bares noturnas e as grandes indústrias são algumas das principais fontes de poluição sonora em nossas cidades.  O processo de conscientização em  relação ao problema é complexo e não começou há pouco.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
                    
    “A juventude paga para se ensurdecer nas discotecas”,  já disse décadas atrás um técnico encarregado de combater o ruído. 
    
                    
                    &#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
                      
      [2]
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
                    
    De fato, para muitos o ruído é sinônimo de intensidade vital. Certas  motos são intencionalmente adaptadas para causar mais barulho. Uma característica da mente barulhenta é a sua necessidade de chamar a atenção dos outros, ainda que perturbando o sossego público.  Tais  exageros são relativamente raros.  Mesmo assim, a poluição sonora causa  níveis cada vez maiores de preocupação pública. Os decibelímetros – medidores de ruído – são instrumentos úteis na luta de moradores incomodados por fábricas barulhentas, ou de promotores públicos que defendem o sossego de um bairro.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Uma atitude mais vigilante tende a espalhar-se –  e é indispensável que isso ocorra;  mas ela não será  suficiente. É  recomendável atacar também a causa interna da poluição sonora. Esta causa está na mente humana,  e escapa à mera análise ecológica, econômica ou legal da questão.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Por falta de autoconhecimento, o ser humano sente necessidade de fugir do seu próprio ruído interior e psicológico. Para isso,  provoca barulhos externos que distraiam sua atenção para o mundo externo.   É o caso da dependência psicológica da televisão. Fugindo das suas próprias angústias e incertezas, rodeia-se de sons (ou imagens) que o prendem momentaneamente a este ou aquele aspecto do mundo exterior.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
                    
    A verdadeira solução não é esta.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
                    
    O primeiro passo é aprender a calar por completo e então ouvir a voz da consciência.  Quando o silêncio pode ser ouvido, a paz ilumina os diferentes aspectos do mundo.  A fonte da felicidade está, de um lado em obedecer  à alma presente em nosso interior, e,  de outro lado,  em perceber a alma do universo.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
                    
    A 
    
                    
                    &#xD;
    &lt;em&gt;&#xD;
      
                      
                      
      música das esferas
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/em&gt;&#xD;
    
                    
                    
    ,  de que falavam os pitagóricos,  é escutada  quando a nossa vida física, emocional e mental está em 
    
                    
                    &#xD;
    &lt;em&gt;&#xD;
      
                      
                      
      consonância
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/em&gt;&#xD;
    
                    
                    
      com o grande processo vital do planeta e do cosmo. “Ora, direis, ouvir estrelas” – escreveu Olavo Bilac, antecipando o desprezo dos céticos. E, no entanto, sabemos que  é possível ouvir as  estrelas, e que elas  não necessitam de palavras para falar.  Basta que haja silêncio mental da parte de quem escuta.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
                    
    No caminho do autoconhecimento, a ausência de ruídos constitui, pois,  uma  condição essencial. Alfred  de Vigny afirmou: 
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
                    
    “Só o silêncio é grande: todo o resto é fraqueza”.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Helena P. Blavatsky  pensa de modo semelhante.  Ao abordar o  estudo e a percepção da sabedoria divina, ela escreveu:
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
                    
    “Em suas horas de meditação silenciosa, o estudante descobrirá que há um espaço de silêncio dentro de si, em que ele pode se refugiar dos pensamentos e desejos, do turbilhão dos sentidos, e das ilusões da mente. Mergulhando sua consciência profundamente em seu coração, ele pode alcançar este lugar – a princípio, somente quando ele está sozinho em silêncio e na escuridão. Mas quando a necessidade de silêncio cresce, ele o procurará mesmo no meio da batalha com o eu, e o encontrará. Ele apenas não deve abandonar seu eu exterior nem seu corpo. Deve aprender a retirar-se em sua cidadela quando a batalha se torna árdua; mas precisa fazê-lo sem perder de vista a batalha; sem se permitir fantasiar que assim ele vencerá. Essa vitória só se conquista quando tudo é silêncio fora e dentro da cidadela interior.” 
    
                    
                    &#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
                      
      [3]
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
                    
    NOTAS:
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
                      
      [1]
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    
                    
                    
     “Silence and the Liberation of Consciousness”, por Nicolas Caballero, “Theosophical Digest”,  Philippines, quarto trimestre de 1991, pp. 95 a 123.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
                      
      [2]
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    
                    
                    
     “Revista Dirigente Municipal”, agosto 1992, pp. 42 a 44.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
                      
      [3] 
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    
                    
                    
    “O Grande Paradoxo”, H. P. Blavatsky. O artigo está disponível em nossos websites associados.  
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
                    
    000
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Uma versão anterior do texto acima constitui o capítulo seis do livro “
    
                    
                    &#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Apontando Para o Futuro – responsabilidade ética e preservação ambiental no século 21
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    
                    
                    
    ”,  de Aveline. A obra foi publicada em Porto Alegre em 1996, com 106 pp., pelas editoras FEEU e PrajnaParamita, e está esgotada.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
                    
    000
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Sobre a missão do movimento teosófico, que envolve o despertar da humanidade para a vivência da fraternidade universal, veja o livro “
    
                    
                    &#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
                      
      The Fire and Light of Theosophical Literature
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    
                    
                    
    ”, de Carlos Cardoso Aveline.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;!--EndFragment--&gt;  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/%40-c.jpg" length="67583" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Thu, 20 Sep 2018 13:02:57 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.serenataecia.com.br/a-musica-do-silencio1</guid>
      <g-custom:tags type="string">musica,silencio,serenata,emoção,espiritualidade,comemoração,celebração,lindo,maravilha,familia,amor,casamento,namoro,noivado,bodas,aniversario,niver</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/%40-c.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Pesquisa tenta identificar influência da música sobre o sucesso dos transplantes</title>
      <link>https://www.serenataecia.com.br/pesquisa-tenta-identificar-influencia-da-musica-sobre-o-sucesso-dos-transplantes</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h2&gt;&#xD;
  
                  
                  
  Estudo avalia como ouvir clássicos pode melhorar resposta anti-inflamatória e ação do sistema imunológico no caso de transplantes de órgãos e tecidos

                
                &#xD;
&lt;/h2&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;a&gt;&#xD;
    &lt;img src="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/10547593_689669904433584_3245872483999064679_n.jpg" alt="" title=""/&gt;&#xD;
  &lt;/a&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;!--StartFragment--&gt;  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;!--StartFragment--&gt;                                                Ouvir peças clássicas é um hábito que proporciona momentos de relaxamento aos fãs da arte erudita. O que muitos amantes da música não imaginam é que o efeito dessas composições ultrapassa o puro prazer. Além de combater problemas como ansiedade e desconforto físico, como já demonstrado em alguns estudos (leia Saiba mais), obras como La Traviata e peças de Mozart podem ajudar a diminuir a rejeição a órgãos transplantados. Por mais estranha que a ideia pareça, essa foi a conclusão de uma pesquisa realizada em ratos de laboratório e publicada na mais recente edição do Journal of Cardiothoracic Surgery. Outro efeito do som harmonioso, de acordo com a mesma investigação, realizada no Japão, seria o fortalecimento do sistema imunológico.
    
                    
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Masateru Uchiyama, pesquisador da Universidade de Jutendoem Tóquio, e chefe do estudo, considera que a música tem papel importante na cultura humana. Por isso, muitos cientistas estudam seus efeitos psicológicos e deparam-se com resultados surpreendentes. “A música pode melhorar o desempenho de pessoas que estão fazendo testes de raciocínio lógico, reduzir o estresse, trazer sentimentos de conforto e relaxamento, promover a distração de uma dor e melhorar os resultados da terapia clínica”, destaca o cientista no artigo.
    
                    
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  
                  
                  
  Para chegar à conclusão de que os sons clássicos podem ajudar a evitar a rejeição de órgãos, Uchiyama submeteu camundongos a um transplante de coração, além de inserir em seus organismos fluidos e tecidos de animais geneticamente diferentes. As cobaias, que tinham de 8 a 12 semanas, foram então distribuídas aleatoriamente em cinco grupos. Desses, um não recebeu nenhum tipo de estímulo sonoro, enquanto os quatro restantes foram expostos, nos seis dias depois do transplante, a diferentes tipos de som: peças de Mozart, a ópera La Traviata, o estilo new age na voz da cantora Enya e sons de uma única frequência.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  
                  
                  
  Depois de receber o coração, o sistema imunológico dos camundongos acionou a propriedade aloimune, que ocorre quando o corpo tenta combater células invasoras, vistas pelo organismo como uma ameaça. Depois do período estipulado, as cobaias que ouviram música clássica ou ópera apresentaram maiores índices de sobrevida (aproximadamente 26 dias), comparando-se aos animais que foram expostos ao new age. Nesse caso, eles viveram, em média, 11 dias depois da cirurgia.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  
                  
                  
  Os pesquisadores observaram que um dos principais motivos para que isso ocorresse foi o aumento das quantidades de linfócitos CD4 e CD25 – células de defesa do organismo que regulam a resposta imunológica e têm propriedades anti-inflamatórias. “O grande volume de células no corpo dos camundongos está ligado à melhor ação do sistema imunológico. Os animais que foram tratados com ópera tiveram aproximadamente o dobro desses tipos de células”, destaca Uchiyama.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  
                  
                  
  De acordo com o imunologista Paulo Soares, apesar de os pesquisadores não terem analisado como a música agiu no organismo dos camundongos, eles ofereceram um dado consistente: “O sistema imunológico é complexo e interage com o ambiente. Devido a isso, é plausível que ele esteja ligado a outras variáveis, além da música, que podem acalmar ou relaxar”. Soares avalia que, no corpo dos animais, o coração transplantado era uma espécie de invasor: “O artigo especula que a música agiu no sistema dopaminérgico, ligado a vários centros de prazer e bem-estar do corpo. Provavelmente, o mecanismo pelo qual o som diminuiu o ataque ao coração está relacionado a esse sistema”.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  
                  
                  
  Para o imunologista, a grande questão que gira em torno do transplante é modular as células defensoras para que elas entendam que o tecido estranho não é agressor. “Sempre que uma pessoa recebe um transplante, o sistema imunológico é acionado. O estudo comprovou que a música clássica pode diminuir a atividade do organismo, atuando como uma espécie de anti-inflamatório, prolongando a sobrevida dos animais”, acrescenta Paulo Soares.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  
                  
                  
  Musicoterapia
  
                  
                  &#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    João Negreiro Tebyriçá, presidente da Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia (Asbai), acredita que o artigo abre a possibilidade para a musicoterapia ser um elemento auxiliar na receptividade ao transplante. “O mais interessante do estudo é que eles conseguiram medir a intervenção. Houve uma influência nas células que são ligadas ao processo de aceitação do órgão, que são chamadas de reguladoras; elas são importantes na prevenção de processos alérgicos e doenças autoimunes”, afirma.
    
                    
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Emoções
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Nelso Barreto, musicoterapeuta, explica que a música afeta diretamente o cérebro, tanto para o lado positivo quanto para o negativo, influenciando as funções cognitivas. “A música age no sistema límbico, responsável pelas emoções, mas envolve quase todas as regiões. Pode-se exemplificar isso da seguinte forma: ao escutar um som qualquer, ativam-se as estruturas subcorticais; se for um som ou uma música conhecida, ativa-se a memória. Ao se cantar uma canção, o cerebelo é ativado.”
    
                    
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Autora do livro Música – Um caminho para a saúde, a pedagoga Rachele Vanni acompanhou, desde 1988, um trabalho de experiência musical iniciado no Centro Infantil Boldrini, em Campinas (SP), realizado em crianças e adolescentes que tinham leucemia e câncer. No trabalho, ela concluiu que a música era uma terapia auxiliar para os doentes, que tiveram melhora na saúde e ficavam mais felizes quando lidavam com as dores do tratamento: “A música proporcionava uma vida melhor para as crianças. A doença, que as incomodava, já não era mais uma pedra no caminho. O som fazia uma ponte entre a mente e o corpo e normalizava os batimentos cardíacos dos pacientes, melhorando as respostas ao medicamentos”, conclui.
    
                    
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  
                  
                  
  SAIBA MAIS
  
                  
                  &#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  
                  
                  
  Alívio para a dor
  
                  
                  &#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  
                  
                  
  Em um artigo intitulado “Individual differences in the effects of music engagement on responses to painful stimulation”, de pesquisadores da Univerdade de Utah, nos Estados Unidos, foi investigado o modo pelo qual a música ajuda a distrair pessoas ansiosas, que sofriam com dores frequentes. Cento e quarenta voluntários foram submetidos a testes e instruídos a ouvir uma série de músicas e manter o foco nas canções. Enquanto isso, eles recebiam quantidades pequenas de choques nos dedos.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  
                  
                  
  Os cientistas observaram que a dor e o incômodo diminuíam quando as pessoas eram expostas às músicas e focavam nas mensagens que elas transmitiam. As canções ativavam o sistema cognitivo durante o processo, influenciando o modo como os participantes respondiam emocionalmente à dor.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  
                  
                  
  Os melhores resultados obtidos foram os das pessoas extremamente ansiosas, o que indica, segundo os pesquisadores, que existem maneiras diversas de responder à ansiedade, além de outros métodos para diminuir a dor. Contudo, mais testes serão feitos para avaliar como as características e as personalidades das pessoas influenciam nas situações de dor e ansiedade.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  
                  
                  
  Sons curativos
  
                  
                  &#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  
                  
                  
  Pesquisadores da Universidade de Juntendo, no Japão, descobriram que a música clássica pode estar associada a menores índices de rejeição de órgãos. O resultado foi obtido a partir de uma experiência feita em camundongos, que reduziu as moléculas sinalizadoras do sistema imunológico. Eles concluíram, também, que os sons aumentaram as respostas anti-inflamatórias do corpo, o que prolongou a sobrevida das cobaias.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  
                  
                  
  1 - O estudo investigou, em camundongos, como o organismo reagia a corpos estranhos vindos de uma mesma espécie. Essa capacidade é chamada de aloimune, termo que se refere ao modo como o organismo combate células invasoras, que comprometem o funcionamento do corpo.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  
                  
                  
  2 - A propriedade aloimune ocorre, sobretudo, em animais submetidos ao alotransplante, que consiste na transmissão de fluidos tecidos provenientes de um indivíduo geneticamente diferente.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  
                  
                  
  3 - A experiência foi feita em camundongos, que, por meio de um transplante, receberam um coração e foram expostos a um dos três tipos de música selecionada pelos pesquisadores. Nesse contexto, o coração foi visto como um órgão invasor pelo organismo das cobaias, principalmente por não ter sido doado por um animal geneticamente igual a ele.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  
                  
                  
  4 - A ópera La Traviata, uma peça clássica de Mozart e o som eclético do new age, cantado pela irlandesa Enya, foram ouvidos pelos camundongos por sete dias.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  
                  
                  
  5- Os camundongos que foram expostos à ópera e a Mozart tiveram um prolongamento significativo de sobrevida depois do alotransplante: em média, foram 26 dias, 15 a mais do que aqueles que foram expostos a sons de uma única frequência, como o new age, que só sobreviveram 11 dias depois da operação.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  
                  
                  
  6 - Apesar de não ter uma explicação clara de como a música interferiu no sistema imunológico, sabe-se que ela produziu maiores quantidades de linfócito T CD4, que são as células de defesa que regulam a forma como o corpo reage às invasoras.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;!--EndFragment--&gt;  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;!--EndFragment--&gt;  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/10547593_689669904433584_3245872483999064679_n.jpg" length="57976" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Wed, 12 Sep 2018 01:49:14 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.serenataecia.com.br/pesquisa-tenta-identificar-influencia-da-musica-sobre-o-sucesso-dos-transplantes</guid>
      <g-custom:tags type="string">musica,estudo,saude,ciencia,transplantes,medicina,cura</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/10547593_689669904433584_3245872483999064679_n.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Os benefícios da música</title>
      <link>https://www.serenataecia.com.br/os-beneficios-da-musica</link>
      <description>Onde e quando a musica pode ser útil em sua vida</description>
      <content:encoded>&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;a&gt;&#xD;
    &lt;img src="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/arte+eu3.jpg" alt="" title=""/&gt;&#xD;
  &lt;/a&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;!--StartFragment--&gt;  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      &lt;!--StartFragment--&gt;    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                      
                      
      N
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    
                    
                    
    ão há quem não goste de música. Mas ela é muito mais que um passatempo ou um entretenimento.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;b&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
                    
    A música pode trazer benefícios tanto para o corpo como para a mente e por isso tem sido adotada por especialistas como uma forma alternativa para tratamentos.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  
                  
                  
  Ao ouvir uma música, dá para descrever exatamente as reações que seu corpo apresenta, por exemplo, dependendo da canção, sua respiração pode ficar mais ofegante, os batimentos cardíacos podem estar mais acelerados ou mais leves, a pressão sanguínea pode aumentar ou diminuir etc.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;b&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Além disso, assim como ter relações sexuais ou comer chocolate, a música ativa o centro do cérebro, liberando dopamina — a molécula da motivação — e trazendo bem-estar e a sensação de prazer.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;b&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Benefícios da música
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;!--EndFragment--&gt;    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
                        
                        
        Induz ao movimento:
      
                      
                      &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
      
                      
                      
       se a música é boa, é impossível ficar parado. Ela também ajuda na movimentação durante as atividades físicas.
      
                      
                      &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Melhora a comunicação:
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    
                    
                    
     propõe uma nova forma de se comunicar devido aos tempos e as cadências diferentes da fala.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Cria vínculos:
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    
                    
                    
     é normal uma música te lembrar alguém ou algum momento.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Ameniza dores emocionais:
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    
                    
                    
     já ouviu falar em “quem canta seus males espanta?”
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Acalma:
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    
                    
                    
     ajuda a combater o estresse e a ansiedade.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Fortalece a memória: 
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    
                    
                    
    estimula novos caminhos no cérebro. Tocar alguns instrumentos melhora ainda mais o desempenho desse órgão.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Promove o autoconhecimento:
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    
                    
                    
     ao ouvir uma música, você acaba descobrindo sensações, emoções e sentimentos próprios.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Dormir e acordar:
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    
                    
                    
     sons mais calmos ajudam o corpo a relaxar, já os mais animados ajudam a despertar e trazer energia para o corpo.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Gestação:
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    
                    
                    
     é indicado que as mães escutem música a partir da 21ª semana de gravidez; neste período, o tímpano entra em contato com líquido amniótico e começa a processar vibrações, fazendo com que os bebês ouçam os barulhos externos.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Musicoterapia:
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    
                    
                    
     a terapia consiste em usar os elementos da música (som, ritmo, harmonia e melodia) para as reabilitações física, mental e social de indivíduos ou grupos. Muito indicada para auxiliar pessoas autistas a interagir e se socializar.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;!--EndFragment--&gt;  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/arte+eu3.jpg" length="393937" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Mon, 03 Sep 2018 14:28:30 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.serenataecia.com.br/os-beneficios-da-musica</guid>
      <g-custom:tags type="string">musica,saude,beneficios,musicoterapia,alegria,festa</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/arte+eu3.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>A Música do Silêncio</title>
      <link>https://www.serenataecia.com.br/a-musica-do-silencio</link>
      <description>A música das esferas, de que falavam os pitagóricos, é escutada quando a nossa vida física, emocional e mental está em consonância  com o grande processo vital do planeta e do cosmo. “Ora, direis, ouvir estrelas” – escreveu Olavo Bilac, antecipando o desprezo dos céticos. E, no entanto, sabemos que é possível ouvir as estrelas, e que elas não necessitam de palavras para falar. Basta que haja silêncio mental da parte de quem escuta.</description>
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  
                  
                  
  A Paz Interior Brota da Ausência de Ruído

                
                &#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;a&gt;&#xD;
    &lt;img src="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/c6556887-50f8-4ba5-b209-1a199571d612.jpg" alt="" title=""/&gt;&#xD;
  &lt;/a&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;!--StartFragment--&gt;  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Os sábios pitagóricos diziam que o universo é musical. De fato, cada som e cada silêncio parecem ter um efeito especial sobre o ser humano.  Seu significado específico pode ser libertador ou não,  trazendo alívio, paz, serenidade,  ou talvez inquietação. Por isso  o excesso de ruídos – a moderna poluição sonora – está longe de ser um problema sem importância.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Sabe-se, por exemplo, que o lixo é apenas uma matéria-prima potencialmente útil, colocada em lugar errado. Do mesmo modo, o barulho é um som, em si mesmo inofensivo,  que evoca fragmentação e desarmonia porque foi emitido no momento, no tom e no volume errados.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Os sons da natureza são, geralmente, musicais. É certo que às vezes – como durante uma tempestade – podem parecer terríveis para quem não os entende. Um cachorro doméstico, por exemplo, sempre irá para debaixo da cama, assustado, ao ouvir trovões. Mas, no conjunto, do ponto de vista sonoro, a natureza é  silenciosa e harmônica. Essa percepção se reforça quando a comparamos a uma cidade moderna. Basta imaginar, por um momento, o ruído das ondas do mar batendo numa praia deserta, o canto dos pássaros no alto das árvores, o barulho do vento provocando o farfalhar das folhas, e de outro lado o buzinar dos veículos, o ronco dos motores e o ruído das sirenes. Mesmo nossas paisagens rurais são cortadas atualmente pelo ronco de tratores e motosserras.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
                    
    O ruído ameaça não só o silêncio e a musicalidade presentes na natureza, mas também a saúde do ser humano. A surdez física não é o único resultado do excesso de barulho.  Submetido à poluição sonora,  o cidadão  apresenta uma variedade de sintomas.  O sistema nervoso periférico sofre, e provoca vasoconstrição; os vasos sanguíneos se comprimem. O batimento cardíaco fica alterado. As pupilas se dilatam. Quando o problema é constante, a perda de audição aparece como uma defesa do organismo.  O organismo surdo se fecha para o meio ambiente: ele declara uma paz interior unilateral, cujo preço é a incomunicação  definitiva.  Quem hoje ouve “rock” a todo volume, em alguns anos poderá não ouvir, nem mesmo querendo, os acordes mais suaves da música clássica.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
                    
    O ruído excessivo é uma espécie de exteriorização forçada da consciência, e pode ser buscado como meio para evitar o confronto com a ansiedade. É o caso de certo tipo de música.  O barulho também pode ser imposto ao homem desde fora, transformando-o em vítima de um processo de contaminação ambiental.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Todo ser humano precisa do silêncio para viver bem, e  é na ausência de barulho que ocorrem e são compreendidas as coisas mais importantes. “O silêncio não deve ser buscado como uma maneira de evitar a vida”, escreve Nicolas Caballero, das Filipinas. “Não pode ser apenas um refúgio da agitação, ou do que nós chamamos de estar cansado da vida. O silêncio é o contexto em que nós reconstruímos a interioridade e a exterioridade.” Para Caballero,  devemos aprender a  produzir silêncio em nossas vidas.
    
                    
                    &#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
                      
      [1]
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
                    
    O barulho e a desarmonia, de um lado, e o silêncio e o equilíbrio, de outro, podem   ocorrer simultaneamente em três níveis de  consciência: físico, emocional e mental.  Estas três instâncias formam uma tela vital única, cuja qualidade devemos aumentar de modo gradativo e constante.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
                    
    “O ruído é uma desinteriorização que me separa das coisas ou das pessoas”, alerta Caballero. Ele faz com que se distorça a percepção da realidade. Investigando a fonte do ruído na mente e  na vida humana, o autor filipino chega ao que se chama de “falsa espiritualidade”: o problema da pessoa não-religiosa é, essencialmente, um problema de barulho. A pessoa barulhenta é egocêntrica, mesmo que aparentemente religiosa. O importante, neste caso, não é o mundo divino,  mas suas ideias sobre ele,  porque o egocêntrico só consegue enxergar a si mesmo. Esse egoísmo é a fonte do barulho, isto é, daquela  aparente ausência de uma musicalidade natural que deve expressar-se livremente em cada processo vivo. 
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
                    
    O ser egocêntrico é incapaz de ouvir, mas quer ser escutado;  e para isso ele  faz barulho,  físico e  emocional.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Alguém escreveu que a capacidade de suportar ruídos está na razão inversa da inteligência das pessoas. A afirmativa é verdadeira,   mas não deve ser superestimada.  Os idosos, por exemplo, não gostam de barulho, independentemente do seu grau maior ou menor de inteligência. É verdade, porém,  que um idoso quase sempre tem uma certa sabedoria interior.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Através do cultivo do silêncio, a pessoa desenvolve o desapego em relação ao que parece agradável ou desagradável. Inversamente, o desapego torna possível ter paz e silêncio interiores.  O tema é vasto e complexo: a  produção de silêncio e paz no mundo psicológico é um processo que precisa ser estudado, diz Caballero.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
                    
    O silêncio pode mostrar-se como um vazio,  ou como uma plenitude. Nos dois casos, está ligado à observação do que é real,  a partir de uma consciência que não se abala com os altos e baixos da vida cotidiana.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
                    
     O significado da existência e o caminho do autoaperfeiçoamento acelerado são compreendidos em silêncio, com o corpo físico, a percepção mental e o centro emocional serenos, se não imóveis.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
                    
    A luta entre o silêncio – onde se expressam os significados interiores – e o barulho (que provoca confusão mental) se desdobra em todos os níveis e momentos do  cotidiano. Inclusive sociologicamente.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Os veículos automotores, a construção civil, os aeroportos,  os bares noturnas e as grandes indústrias são algumas das principais fontes de poluição sonora em nossas cidades.  O processo de conscientização em  relação ao problema é complexo e não começou há pouco.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
                    
    “A juventude paga para se ensurdecer nas discotecas”,  já disse décadas atrás um técnico encarregado de combater o ruído. 
    
                    
                    &#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
                      
      [2]
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
                    
    De fato, para muitos o ruído é sinônimo de intensidade vital. Certas  motos são intencionalmente adaptadas para causar mais barulho. Uma característica da mente barulhenta é a sua necessidade de chamar a atenção dos outros, ainda que perturbando o sossego público.  Tais  exageros são relativamente raros.  Mesmo assim, a poluição sonora causa  níveis cada vez maiores de preocupação pública. Os decibelímetros – medidores de ruído – são instrumentos úteis na luta de moradores incomodados por fábricas barulhentas, ou de promotores públicos que defendem o sossego de um bairro.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Uma atitude mais vigilante tende a espalhar-se –  e é indispensável que isso ocorra;  mas ela não será  suficiente. É  recomendável atacar também a causa interna da poluição sonora. Esta causa está na mente humana,  e escapa à mera análise ecológica, econômica ou legal da questão.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Por falta de autoconhecimento, o ser humano sente necessidade de fugir do seu próprio ruído interior e psicológico. Para isso,  provoca barulhos externos que distraiam sua atenção para o mundo externo.   É o caso da dependência psicológica da televisão. Fugindo das suas próprias angústias e incertezas, rodeia-se de sons (ou imagens) que o prendem momentaneamente a este ou aquele aspecto do mundo exterior.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
                    
    A verdadeira solução não é esta.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
                    
    O primeiro passo é aprender a calar por completo e então ouvir a voz da consciência.  Quando o silêncio pode ser ouvido, a paz ilumina os diferentes aspectos do mundo.  A fonte da felicidade está, de um lado em obedecer  à alma presente em nosso interior, e,  de outro lado,  em perceber a alma do universo.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
                    
    A 
    
                    
                    &#xD;
    &lt;em&gt;&#xD;
      
                      
                      
      música das esferas
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/em&gt;&#xD;
    
                    
                    
    ,  de que falavam os pitagóricos,  é escutada  quando a nossa vida física, emocional e mental está em 
    
                    
                    &#xD;
    &lt;em&gt;&#xD;
      
                      
                      
      consonância
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/em&gt;&#xD;
    
                    
                    
      com o grande processo vital do planeta e do cosmo. “Ora, direis, ouvir estrelas” – escreveu Olavo Bilac, antecipando o desprezo dos céticos. E, no entanto, sabemos que  é possível ouvir as  estrelas, e que elas  não necessitam de palavras para falar.  Basta que haja silêncio mental da parte de quem escuta.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
                    
    No caminho do autoconhecimento, a ausência de ruídos constitui, pois,  uma  condição essencial. Alfred  de Vigny afirmou: 
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
                    
    “Só o silêncio é grande: todo o resto é fraqueza”.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Helena P. Blavatsky  pensa de modo semelhante.  Ao abordar o  estudo e a percepção da sabedoria divina, ela escreveu:
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
                    
    “Em suas horas de meditação silenciosa, o estudante descobrirá que há um espaço de silêncio dentro de si, em que ele pode se refugiar dos pensamentos e desejos, do turbilhão dos sentidos, e das ilusões da mente. Mergulhando sua consciência profundamente em seu coração, ele pode alcançar este lugar – a princípio, somente quando ele está sozinho em silêncio e na escuridão. Mas quando a necessidade de silêncio cresce, ele o procurará mesmo no meio da batalha com o eu, e o encontrará. Ele apenas não deve abandonar seu eu exterior nem seu corpo. Deve aprender a retirar-se em sua cidadela quando a batalha se torna árdua; mas precisa fazê-lo sem perder de vista a batalha; sem se permitir fantasiar que assim ele vencerá. Essa vitória só se conquista quando tudo é silêncio fora e dentro da cidadela interior.” 
    
                    
                    &#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
                      
      [3]
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
                    
    NOTAS:
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
                      
      [1]
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    
                    
                    
     “Silence and the Liberation of Consciousness”, por Nicolas Caballero, “Theosophical Digest”,  Philippines, quarto trimestre de 1991, pp. 95 a 123.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
                      
      [2]
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    
                    
                    
     “Revista Dirigente Municipal”, agosto 1992, pp. 42 a 44.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
                      
      [3] 
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    
                    
                    
    “O Grande Paradoxo”, H. P. Blavatsky. O artigo está disponível em nossos websites associados.  
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;!--EndFragment--&gt;  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/c6556887-50f8-4ba5-b209-1a199571d612.jpg" length="148168" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Mon, 27 Aug 2018 14:30:13 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.serenataecia.com.br/a-musica-do-silencio</guid>
      <g-custom:tags type="string">silencio,musica,serenata,serenataecia,teosofia,comemoração,homenagem,casamento,namoro,filosofia,bodas,aniversario,festa,amigos,queridos,amor,paixão</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/c6556887-50f8-4ba5-b209-1a199571d612.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>A Serenata</title>
      <link>https://www.serenataecia.com.br/a-serenata</link>
      <description>A arte , sua força e sua poesia .  Tudo se amplifica através da arte onde as emoções se revelam e formam elos importantes.</description>
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  
                  
                  
  A Lua Cheia de Maio Entre as Montanhas

                
                &#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;a&gt;&#xD;
    &lt;img src="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/2a16f68e-e2f7-4fbf-b2d8-c6905658c78d.jpg" alt="" title=""/&gt;&#xD;
  &lt;/a&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;!--StartFragment--&gt;  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      &lt;u&gt;&#xD;
        
                        
                        
        Nota Editorial:
      
                      
                      &#xD;
      &lt;/u&gt;&#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
                    
    O primeiro verso do poema a seguir menciona a lua cheia de
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
                    
    maio nas montanhas de Minas  Gerais. Montanhas são um antigo
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
                    
    símbolo da elevação espiritual e do contato com o céu. Para as
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
                    
    mais diferentes tradições e culturas, os deuses habitam as
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
                    
    montanhas sagradas. Alguns grandes sábios vivem de fato no alto de
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
                    
    cordilheiras nevadas, como nos Himalaias; e as montanhas andinas
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
                    
    são fonte de inspiração para a tradição mística da Bolívia e do Peru. 
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Por outro lado, o plenilúnio de maio é uma data à qual os
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
                    
    teosofistas atribuem importância sagrada. Os budistas
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
                    
    comemoram o nascimento e a iluminação de Gautama Buddha
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
                    
    na lua cheia de maio. Do ponto de vista esotérico, o plenilúnio de
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
                    
    maio reaviva sob o comando do Sol o contato entre a Terra e as
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Plêiades, fontes de inspiração espiritual da nossa humanidade.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Em “
    
                    
                    &#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
                      
      A Serenata
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    
                    
                    
    ”, assim como em seu poema
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
                    
    “
    
                    
                    &#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Correspondência
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    
                    
                    
    ” 
    
                    
                    &#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
                      
      [1]
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    
                    
                    
    , Augusto de Lima menciona
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
                    
    a relação de identidade  que há entre as escalas de
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
                    
    som, de luz e de aroma . A equivalência entre estas três
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
                    
    escalas de vibração constitui um tema central em teosofia
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
                    
     clássica,  conforme se vê  na  obra de Helena P. Blavatsky.
    
                    
                    &#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
                      
       [2]
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
                    
    (Carlos Cardoso Aveline)
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
                    
     ----------------------------------------------------------------------------------------------------
    
                    
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
                    
    A Serenata
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
                    
    À D. Olga de Suckow
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Plenilúnio de Maio em montanhas de Minas!
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Canta, ao longe, uma flauta e um violoncelo chora.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Perfuma-se o luar nas flores das campinas,
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
                    
    sutiliza-se o aroma em languidez sonora.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Ao doce encantamento azul das cavatinas 
    
                    
                    &#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
                      
      [3]
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    
                    
                    
    ,
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
                    
    nestas noites de luz mais belas que a aurora,
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
                    
    as errantes visões das almas peregrinas
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
                    
    vão voando a cantar pela amplidão afora…
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
                    
    E chora o violoncelo e a flauta, ao longe, canta.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Das montanhas, cantando, a névoa se levanta,
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
                    
    banhada de luar, de sonhos, de harmonia.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Com o profano rumor, porém, desponta o dia,
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
                    
    e na última porção da névoa transparente
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
                    
    a flauta e o violoncelo expiram lentamente.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
                    
    NOTAS:
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
                      
      [1] 
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Disponível em nossos websites associados.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
                      
      [2] 
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Veja, por exemplo, o artigo “Occult or Exact Science?”, em “Theosophical Articles”, H.P. Blavatsky, edição em três volumes, Theosophy Co., Los Angeles, volume II, pp. 46-74, especialmente pp. 46-58. Vale a pena ver também “The Secret Doctrine”, H.P.B., Theosophy Co., volume I, pp. 564-565, sobre Som, Átomos e Éter; e ainda o artigo “As Vibrações Ocultas”, de William Q. Judge, que pode ser encontrado em nossos websites associados.  
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
                      
      [3] 
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    
                    
                    
    A cavatina é uma pequena melodia ou cantiga, sem segunda parte ou repetição. Ela é  frequentemente instrumental  e pode ser intercalada com a recitação de algo.   
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
                    
    000
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
                    
    O poema acima é reproduzido do volume “Poesias”, de Augusto de Lima, Editora H. Garnier, Rio de Janeiro / Paris, 1909, 300 pp., ver p. 185. A ortografia foi atualizada.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;!--EndFragment--&gt;  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/88c87646-d518-4e8c-bc70-46b3def0c352.jpg" length="57893" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Mon, 27 Aug 2018 14:14:46 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.serenataecia.com.br/a-serenata</guid>
      <g-custom:tags type="string">serenata,poesia,homenagem,amada,amor,relacionamento,comportamento,serenataecia,amei,emoção,chorei,foidemais,muitobom,aniversario,casamento,namoro,batizado,debutante</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/88c87646-d518-4e8c-bc70-46b3def0c352.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Musicoterapia e Neuroacústica</title>
      <link>https://www.serenataecia.com.br/musicoterapia-e-neuroacustica</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;a&gt;&#xD;
    &lt;img src="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/6daa34ed-d4a8-4046-97df-a257abcff406.jpg" alt="" title=""/&gt;&#xD;
  &lt;/a&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;!--StartFragment--&gt;  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;p&gt;&#xD;
        
                        
                        
        Que as músicas tem o poder de mexer com nossas emoções a gente já sabe. Mas você sabia que elas podem ser usadas para tratamento de doenças e são indicadas, inclusive, para amenizar dores físicas? Conheça mais sobre a musicoterapia e a neuroacústica.
      
                      
                      &#xD;
      &lt;/p&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    “Hoje vou ouvir uma música triste para curtir minha fossa”, “estou cansado, vou colocar um som calmo para relaxar”, “preciso estudar, vou ouvir Mozart para ajudar”. Se não foi você quem falou uma dessas frases, foi seu vizinho, amigo, irmã, mãe, prima, ou qualquer outra pessoa próxima. O fato é que você já ouviu pelo menos uma delas. Agora imagine a seguinte situação: você está com seus amigos em uma festa. Começa a tocar a música “X” que lembra a viagem que vocês fizeram juntos na época de escola. Dá aquela sensação de nostalgia ou um prazer inexplicável que arranca sorrisos de todos os seus colegas, uma espécie de alegria coletiva. Acho que já deu pra perceber que a música, interfere em nosso humor, não é?
    
                    
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Mas não são apenas nossos sentimentos que são tocados pelos sons. Nossas experiências sensitivas também. O ritmo tem o poder de mudar muitas características como batimentos cardíacos, pressão sanguínea, pressão arterial e a velocidade do metabolismo. A música entra em contato diretamente com nosso sistema límbico cerebral, mesma região das emoções e afetividade. Ela pode até contribuir na produção da endorfina, que é nosso analgésico interno, considerado o hormônio do prazer; e a serotonina, que possui funções diversas, como a regulação do sono e do apetite. Acessam também nosso hipocampo, que é a área do cérebro responsável por nossas memórias. Quando você ouve uma música de sua infância e lembra automaticamente daqueles tempos, é seu hipocampo quem está falando. A produção e liberação de dopamina (que está envolvida no controle de movimentos, aprendizado, humor, emoções, cognição e memória) e da noradrenalina (que influencia o humor, a ansiedade, o sono e a alimentação) também é ativada quando ouvimos determinados ritmos. Os sons podem trazer até alívio de sintomas físicos como hipertensão, dores crônicas como as do câncer.
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Reconhecendo esse poder terapêutico, surgiu a musicoterapia, que pesquisa a relação do homem com os sons, transformando os resultados desses estudos em métodos para serem aplicados em pacientes. A prática já é adotada em diversos hospitais. No Brasil, algumas APAEs (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais) e Centros de Reabilitação já usam a musicoterapia em seus tratamentos.
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Apesar de a eficácia do uso de sons ser comprovada por estudos, a autora do livro O Despertar Para o Outro, Clarice Moura Costa, diz que muitas pesquisas de musicoterapia não são desenvolvidas coerentemente porque as músicas são atribuída a artistas, que costumam confiar mais na intuição do que na ciência, o que provoca desconfiança em quem só aprova métodos científicos, baseada a partir do século XIX no que chamamos de ciências exatas. Outro motivo é a inexistência de cursos ou escolas que ensinem a musicoterapia, deixando a iniciativa de tratar pela música para pequenos grupos ou para estudos individuais.
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
                        
                        
        Mas os estudos existem...
      
                      
                      &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Clarice afirma que o Instituto de Psiquiatria da Universidade Federal do Rio de Janeiro estimula a prática de estudos inovadores, entre eles, os sobre música. Eles tentam “mostrar que ela é uma linguagem própria que permite a expressão de conteúdos internos. Esquizofrênicos, por exemplo, possuem dificuldade com a expressão verbal, portanto, calcula-se que um melhor modo de se expressarem seja pela música” esclarece.
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Um estudo feito na Glasgow Caledonian University, sob a liderança do especialista de áudio Don Knox, mostra que o tom, a estrutura e a letra produzem impactos significativos na emoção. Mas fatores externos, como onde e quando você ouve o som e quais suas associações também influenciam em um tratamento. Essa pesquisa envolveu voluntários que ouviram músicas populares pela primeira vez e as avaliaram de acordo com o sentimento que despertavam. Depois, a equipe de Knox avaliou as características das músicas que caíram em um ponto comum no gráfico feito pelos voluntários. Músicas com ritmo regular e timbre vivo foram classificadas como positivas, por exemplo.
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Outro estudo, apresentado na American Society of Hypertension apontou que a música pode baixar a pressão arterial e o ritmo cardíaco – o que traria outros benefícios além do relaxamento, como ajudar no tratamento de hipertensos e atuar na prevenção de doenças cardiovasculares.
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Os sons também são grandes aliados no tratamento da dor. Pesquisa realizada pela Cleveland Clinic Foundation, nos Estados Unidos, comprovou que ouvir música pode ter efeitos benéficos no tratamento de dores crônicas, como as causadas pelo câncer. Por isso a musicoterapia já está sendo usada pelo Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer como parte do tratamento. De acordo com os resultados de uma pesquisa conduzida pela musicoterapeuta Maria Helena Rockenbach, na Oncologia Pediátrica do Hospital da Criança Conceição e no Hospital São Lucas da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, a música rendeu uma melhoria de 74,8% no estado de ânimo das crianças adoecidas.
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Muitos sons podem ser mais eficientes que o uso de medicações na hora de diminuir sintomas de ansiedade e estresse, conforme dados de uma pesquisa feita por Daniel Levitin e Mona Lisa Chanda, psicólogos da universidade canadense McGill. Eles mostram que os sons trazem benefícios como controle do humor, aumento de imunidade e o controle da dor. A pesquisa foi feita com mais de 400 publicações científicas. Daniel afirmou que “as pessoas que ouviram ou tocaram música para diminuir a ansiedade não tiveram efeitos colaterais e obtiveram melhores resultados do que aquelas que usaram medicamentos”.
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Em outro caso, pesquisadores norte-americanos analisaram 1.891 pacientes em 30 experimentos distintos. Desses, 13 usaram música ao vivo e 17 usaram gravações. A duração e as frequências dessas terapias variaram bastante. Foi comprovada a baixa da ansiedade quando comparada ao tratamento convencional, além de melhorias na qualidade de vida e benefícios para a respiração. Esses são apenas alguns exemplos de estudos.
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
                        
                        
        Achando a ISO para a musicoterapia
      
                      
                      &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      
                      
                      
      O tratamento com acústica não é tão simples e não pode ser feito em casa. É necessário um profissional para analisar a Identidade Sonora do Indivíduo (ISO). Cada pessoa possui sua própria bagagem, sons e músicas que narram sua história pessoal. Esse conjunto é único e individual. A musicoterapia tem como objetivo acessar partes dessas lembranças fazendo o paciente resgatar situações vividas e com isso dar novos significados para suas dificuldades. O estilo musical pouco importa, não há uma regra preestabelecida, pois o agrado sonoro vem da história de cada paciente. Os resultados dessa prática podem ser sentidos após dez dias de tratamento, garantem os profissionais da área.
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
                        
                        
        Neuroacústica
      
                      
                      &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Existe também um método de estimulação através de frequências sonoras, chamado Neuroacústica, idealizado pelo psicanalista e pesquisador brasileiro Marcelo Peçanha de Paula, de Minas Gerais. “A audição é um sensório obrigatório e isto significa que ela não se desliga nunca, funcionando 24 horas por dia, todos os dias da semana. Por isso pode ser utilizada independentemente do estado de consciência, tornando-se uma ferramenta sem igual para se trabalhar com casos como os de coma”, explica o pesquisador. O primeiro material escrito pelo pesquisador sobre esse assunto foi “Processo Terapêutico Integrado: Neuroacústica”, de 1998, que é uma espécie de manual do método. Para entender melhor de que forma a Neuroacústica funciona, o psicanalista exemplifica com o momento em que acordamos através dos sons de um despertador. “Independente da fase do sono em que estejamos, acordaremos com o despertador quando o som passa pela orelha e a audição faz sua parte requisitando atenção do cérebro”, afirma. Para a utilização dos sons como tratamento, De Paula lembra que “deve-se respeitar o nível de conforto sonoro do ouvinte, que é individual e está relacionada ao nível de neurotransmissores e também hormônios”. Mas na opinião de De Paula os sons não bastam para curar doenças: “particularmente, sou muito resistente à ideia de que os sons curam. O que posso dizer, pela minha própria experiência é que os sons são complementares”. Porém, ele ressalta que “em algumas condições não há remédio a ser utilizado e a audição torna-se um dos únicos recursos conhecidos atualmente. Nos casos de coma, por exemplo, não há outro modo atual que seja tão eficaz”.
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
                        
                        
        Sons binaurais
      
                      
                      &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Quem não se lembra da febre do 
      
                      
                      &#xD;
      &lt;a href="http://www.i-doser.com/"&gt;&#xD;
        
                        
                        
        I-Doser
      
                      
                      &#xD;
      &lt;/a&gt;&#xD;
      
                      
                      
       nos anos 2000, programa com sons que ao serem ouvidos supostamente levam o ouvinte a experimentar sensações de algumas drogas como maconha, cocaína e álcool? Cada dose varia de 5 a 60 minutos para surtir efeito. Criado por Nick Ashton, especialista em psicologia e música, a produção do programa teve dez anos de pesquisa com base no conhecimento de que se poderiam criar efeitos que simulassem estados ou experiências através de sons. Os sons do programa são feitos através de ondas binaurais: emissão de sons que alteram a frequência do cérebro. Descobertos em 1839 pelo pesquisador alemão Heinrich Wilhelm Dove, esse tipo de tom funciona com frequências diferentes que são apresentadas uma a cada ouvido e processadas pelo cérebro para produzirem a sensação de uma terceira frequência, a binaural. Em 1995, um estudo realizado pelo pesquisador Chok C. Hiew demonstrou que os tons binaurais de categorias delta (de 1 a 4 hertz) e theta (de 4 a 8 hertz) estão associados com o relaxamento, a meditação e os estados criativos, além de ajudar a conciliar o sono. Alguns anos antes, em 1985, o americano Robert Monroe havia declarado que os tons binaurais em freqüências beta (de 16 a 24 hertz) estão associados ao aumento da concentração.
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
                        
                        
        Testando o poder dos sons em casa
      
                      
                      &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Há tempos esse áudio de uma barbearia roda pela internet. Para escutá-lo, use fones de ouvido, esteja em um lugar silencioso e feche seus olhos: 
      
                      
                      &#xD;
      &lt;a href="https://www.youtube.com/watch?time_continue=1&amp;amp;v=IUDTlvagjJA"&gt;&#xD;
        
                        
                        
        https://www.youtube.com/watch?time_continue=1&amp;amp;v=IUDTlvagjJA
      
                      
                      &#xD;
      &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      &lt;em&gt;&#xD;
        
                        
                        
        As sensações provocadas pelo áudio são muito realistas.
      
                      
                      &#xD;
      &lt;/em&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      
                      
                      
      A nauroacústica pode ser testada gratuitamente através desse link: 
      
                      
                      &#xD;
      &lt;a href="http://www.neuroacustica.com/experimente.php"&gt;&#xD;
        
                        
                        
        http://www.neuroacustica.com/experimente.php
      
                      
                      &#xD;
      &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;p&gt;&#xD;
      
                      
                      
      E para completar: um estudo realizado no Reino Unido pela British Academy of Sound Therapy, mostrou as 10 músicas mais relaxantes do mundo. A pesquisa foi encomendado pela empresa Radox Spa e testou 40 mulheres colocadas sob situação de estresse. Foram analisados seus batimentos cardíacos, pressão sanguínea, respiração e atividade cerebral. O som campeão é “Weightless”, dos britânicos Marconi Union que é 11% mais relaxante que as demais, e reduziu a ansiedade em até 65%. Lyz Cooper, fundadora do British Academy of Sound Therapy explicou que Weightless “faz uso de vários princípios musicais que são conhecidos por individualmente ter um efeito calmante. Ao combinar esses elementos, como fez o Marconi Union, foi criada a música relaxante perfeita”. O pesquisador David Lewis-Hodgson, responsável pelo estudo, lembrou que “a música atinge um nível muito profundo dentro do cérebro, estimulando não só as regiões responsáveis pelo processamento do som, mas também aquelas associadas a emoções” e ainda alertou que “Weightless foi tão eficiente que muitas mulheres ficaram sonolentas e eu recomendo que as pessoas não dirijam ouvindo essa música porque pode ser perigoso”.
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;!--EndFragment--&gt;  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/6daa34ed-d4a8-4046-97df-a257abcff406.jpg" length="146914" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Wed, 22 Aug 2018 00:22:01 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.serenataecia.com.br/musicoterapia-e-neuroacustica</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/6daa34ed-d4a8-4046-97df-a257abcff406.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>A música e seus benefícios</title>
      <link>https://www.serenataecia.com.br/a-musica-e-seus-beneficios</link>
      <description>Acompanhem como a música pode ser usada no tratamento de doenças modernas</description>
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  
                  
                  
  A música atuando nas doenças modernas

                
                &#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;a&gt;&#xD;
    &lt;img src="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/462d06a8-233a-400b-a5a1-5aefb857f477.jpg" alt="" title=""/&gt;&#xD;
  &lt;/a&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;!--StartFragment--&gt;                                              Há muitos anos, a escola de medicina integral de Caracas pesquisou sobre Musicoterapia: para cada doença, uma música para curar. A musicoterapia é uma técnica terapêutica que usa a música em todas as suas formas com participação ativa ou receptiva por parte do paciente. Todos sabemos como reconhecer quando uma música parece alegre ou triste. Em geral, associamos nosso estado de espírito à melodia de inúmeras obras de todos os tipos. Bem, precisamente, a terapia de música usa recursos para essas melodias como um método para curar ou reduzir vários problemas de saúde. A ideia básica é reconhecer que uma grande parte das doenças se originam no cérebro, que então transmite a uma parte do corpo um estímulo específico que reproduz uma doença. A terapia da música tenta obter estímulos para o cérebro que levam a um relaxamento ou cancelamento daqueles que reproduzem a doença através de várias melodias com as quais podem ser alcançados efeitos surpreendentes. Aqui deixamos uma lista de obras clássicas e suas virtudes, que podem ser ouvidas, enquanto elas continuam trabalhando, simultaneamente:
  
                    
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
                    
  Insônia:
  
                    
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
                    
  Nocturnes de Chopin (op.9 No. 3)
  
                    
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=gCPnUFmIJWM"&gt;&#xD;
      
                      
                      
    http://www.youtube.com/watch?v=gCPnUFmIJWM
  
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
                    
  (Op.15 No. 2)
  
                    
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=SbAEsaZ8_LM"&gt;&#xD;
      
                      
                      
    http://www.youtube.com/watch?v=SbAEsaZ8_LM
  
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
                    
  (ou página 9 # 2)
  
                    
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=YGRO05WcNDk&amp;amp;feature=related"&gt;&#xD;
      
                      
                      
    http://www.youtube.com/watch?v=YGRO05WcNDk&amp;amp;feature=related
  
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
                    
  Prelúdio para a cochila de Fauno por Debussy
  
                    
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.youtube.com/watch?v=9_7loz-HWUM"&gt;&#xD;
      
                      
                      
    https://www.youtube.com/watch?v=9_7loz-HWUM
  
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
                    
  Canon em Re de Pachelbel
  
                    
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=hOA-2hl1Vbc&amp;amp;feature=related"&gt;&#xD;
      
                      
                      
    http://www.youtube.com/watch?v=hOA-2hl1Vbc&amp;amp;feature=related
  
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
                    
  Hipertensão:
  
                    
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
                    
  As quatro estações de Vivaldi
  
                    
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=yb8icchy4H4&amp;amp;feature=fvst"&gt;&#xD;
      
                      
                      
    http://www.youtube.com/watch?v=yb8icchy4H4&amp;amp;feature=fvst
  
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
                    
  Serenade nº13 em Sol Mayor por Mozart
  
                    
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.youtube.com/watch?v=z4Hfv00eqoI"&gt;&#xD;
      
                      
                      
    https://www.youtube.com/watch?v=z4Hfv00eqoI
  
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
                    
  Música aquática de Haendel
  
                    
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.youtube.com/watch?v=cnn3TVBDtcA"&gt;&#xD;
      
                      
                      
    https://www.youtube.com/watch?v=cnn3TVBDtcA
  
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
                    
  Concerto para violino Beethoven
  
                    
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=Qx9LOgSGGqk"&gt;&#xD;
      
                      
                      
    http://www.youtube.com/watch?v=Qx9LOgSGGqk
  
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
                    
  Symphony nº 8 de Dvorak
  
                    
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=W5UbrhqdqQE"&gt;&#xD;
      
                      
                      
    http://www.youtube.com/watch?v=W5UbrhqdqQE
  
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
                    
  Ansiedade:
  
                    
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
                    
  Concerto de Aranjuez de Rodrigo
  
                    
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=RxwceLlaODM"&gt;&#xD;
      
                      
                      
    http://www.youtube.com/watch?v=RxwceLlaODM
  
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
                    
  As quatro estações do Vivaldit 
  
                    
                    &#xD;
    &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=f_pjH2b808w&amp;amp;feature=related"&gt;&#xD;
      
                      
                      
    http://www.youtube.com/watch?v=f_pjH2b808w&amp;amp;feature=related
  
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
                    
  Sinfonia de Linz, k425 de Mozart
  
                    
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=JcDFZSEGFno"&gt;&#xD;
      
                      
                      
    http://www.youtube.com/watch?v=JcDFZSEGFno
  
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
                    
  Dor de cabeça:
  
                    
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
                    
  O Sonho de Amor de Lisz
  
                    
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=_pysf5ixCTQ"&gt;&#xD;
      
                      
                      
    http://www.youtube.com/watch?v=_pysf5ixCTQ
  
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
                    
  Serenata de Schubert
  
                    
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=ZpA0l2WB86E&amp;amp;feature=related"&gt;&#xD;
      
                      
                      
    http://www.youtube.com/watch?v=ZpA0l2WB86E&amp;amp;feature=related
  
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
                    
  Hymn to the Sun by Rimsky-Korsakov
  
                    
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.youtube.com/watch?v=klDF0jvCdb4"&gt;&#xD;
      
                      
                      
    https://www.youtube.com/watch?v=klDF0jvCdb4
  
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
                    
  Dor de estômago:
  
                    
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
                    
  Música para Telemann's Table
  
                    
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=8exrY_VSeZc"&gt;&#xD;
      
                      
                      
    http://www.youtube.com/watch?v=8exrY_VSeZc
  
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
                    
  Haendel's Harp Concert
  
                    
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=iBnr6mJZJFg"&gt;&#xD;
      
                      
                      
    http://www.youtube.com/watch?v=iBnr6mJZJFg
  
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
                    
  Concerto do oboe de Vivaldi
  
                    
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=jEQ0N9D1NQs"&gt;&#xD;
      
                      
                      
    http://www.youtube.com/watch?v=jEQ0N9D1NQs
  
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
                    
  Energia:
  
                    
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
                    
  O Sibelius Karalia Suite
  
                    
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.youtube.com/watch?v=adKwG9ZuzFw"&gt;&#xD;
      
                      
                      
    https://www.youtube.com/watch?v=adKwG9ZuzFw
  
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
                    
  Serenade of Strings (op.48) por Tschaikowsky 
  
                    
                    &#xD;
    &lt;a href="https://www.youtube.com/watch?v=DPBKukl0oc4"&gt;&#xD;
      
                      
                      
    https://www.youtube.com/watch?v=DPBKukl0oc4
  
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
                    
  Abertura por Guillermo Tell de Rossini 
  
                    
                    &#xD;
    &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=6y7tjxii2y4http://www.youtube.com/watch?v=tIxIknEONkU"&gt;&#xD;
      
                      
                      
    http://www.youtube.com/watch?v=6y7tjxii2y4http://www.youtube.com/watch?v=tIxIknEONkU
  
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
                    
  Para a cura e harmonia de sua casa:
  
                    
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
                    
  Tudo sobre Wolfang Amadeus Mozart
  
                    
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=df-eLzao63I"&gt;&#xD;
      
                      
                      
    http://www.youtube.com/watch?v=df-eLzao63I
  
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;!--EndFragment--&gt;  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/462d06a8-233a-400b-a5a1-5aefb857f477.jpg" length="153341" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Wed, 22 Aug 2018 00:07:53 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.serenataecia.com.br/a-musica-e-seus-beneficios</guid>
      <g-custom:tags type="string">doenças,musica,serenata,cura,musicoterapia,saude,musicos,homenagem,serenataecia</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/462d06a8-233a-400b-a5a1-5aefb857f477.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Música faz bem para a alma</title>
      <link>https://www.serenataecia.com.br/musica-faz-bem-para-a-alma</link>
      <description>A música desde os seus primórdios tem se mostrado eficiente para a saúde do corpo, da mente e do coração . Acompanhem conosco mais esta matéria ilustrando com mais detalhes todo esse processo.</description>
      <content:encoded>&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;a&gt;&#xD;
    &lt;img src="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/0f6052af-fcd8-44e0-8bf5-f3c069602e98.jpg" alt="" title=""/&gt;&#xD;
  &lt;/a&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;!--StartFragment--&gt;  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Na literatura especializada, encontra-se uma grande variedade de matérias sobre o assunto, indicando claramente que a música, ou efeitos sonoros, acompanham o ser humano desde o início de seu primitivismo, com os tambores que eram usados para comunicação e também em rituais de dança e cura. Fala-se que o Rei Saul, considerado o primeiro rei do antigo reino de Israel, cerca de 1.000 anos AC, já usada a música da harpa para curar suas dores de cabeça. Passando pela Grécia antiga, Roma, Renascença, Guerras Mundiais e chegando até os dias de hoje, a música é parte integral dos nossos momentos de vida, seja nas festas sociais, nas religiões, nos esportes, nos momentos de alegria ou tristeza, ela está sempre lá.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Através dos estudos avançados na área de Neurociência e dos equipamentos modernos tais como Tomografia Computadorizada, Eletroencefalograma, Ressonância Magnética, entre outros, pode-se comprovar cientificamente hoje os efeitos que a música tem em nosso cérebro, nos mostrando quais partes são afetadas emocionalmente quando ouvimos determinados tipos de música.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    A própria Organização Mundial da Saúde já identificou que a Musicoterapia se vincula estreitamente com as ciências que estudam o ser humano em seus aspectos biopsicosocioespirituais.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.eusemfronteiras.com.br/wp-content/uploads/2016/01/shutterstock_112570745.jpg"&gt;&#xD;
      
                      
                      
    A Musicoterapia é muito usada atualmente em Clínicas e Hospitais no alívio de diversas patologias, e tem efeitos cientificamente comprovados nos nossos corpos físico e mental, tais como alterações na temperatura corporal, nos níveis de endorfina, nos hormônios do estresse, no estímulo da atividade imunológica, na percepção do tempo, na memória e reforço de aprendizagem, na produtividade no trabalho, no rendimento muscular e diversos ritmos internos (respiração, batimento cardíaco e etc.)
  
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Ela não tem o poder de curar as doenças, porém ameniza comportamentos agressivos, ajuda na recuperação da linguagem verbal, na coordenação motora, na integração social e etc.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Tudo isso sem falar nos efeitos que a música provoca em nossa alma. Independentemente de religião, qualquer um que acredite que temos uma alma ou um espírito que transcende nosso corpo físico, tem a certeza que somos afetados por efeitos musicais.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Num de seus livros, Léon Denis cita a seguinte frase:
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;i&gt;&#xD;
      
                      
                      
      “O som, o ritmo e a harmonia são forças criadoras. Se pudéssemos calcular o poder das vibrações sonoras, avaliar sua ação sobre a matéria fluídica, chegaríamos a um dos segredos da energia espiritual.
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/i&gt;&#xD;
    &lt;i&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Quando a música é sustentada por nobres palavras, a harmonia musical pode elevar as almas até as regiões celestes. Porém, unida a palavras imorais, a música torna-se um instrumento de perversão que precipita a alma na baixa sensualidade e é uma das causas da corrupção dos costumes da nossa época”.
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/i&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;i&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/i&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;i&gt;&#xD;
      
                      
                      
      do blog - 
      
                      
                      &#xD;
      &lt;a href="https://www.eusemfronteiras.com.br/musica-faz-bem-para-a-alma/"&gt;&#xD;
        
                        
                        
        https://www.eusemfronteiras.com.br/musica-faz-bem-para-a-alma/
      
                      
                      &#xD;
      &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;/i&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;!--EndFragment--&gt;  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/0f6052af-fcd8-44e0-8bf5-f3c069602e98.jpg" length="157210" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Mon, 20 Aug 2018 12:23:32 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.serenataecia.com.br/musica-faz-bem-para-a-alma</guid>
      <g-custom:tags type="string">musica,bemestar,saude,alma,serenata,serenataecia,espiritualidade,feliz,felicidade,amor,homenagem,antigo,tribos,musicoterapia</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/0f6052af-fcd8-44e0-8bf5-f3c069602e98.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Música acalma, estimula a memória, alivia dores e ajuda no exercício físico</title>
      <link>https://www.serenataecia.com.br/titulo-do-post</link>
      <description>Ouvir música pode trazer muitos benefícios para a saúde, corpo e mente.
Ela tem sido usada, inclusive, por médicos e terapeutas como tratamento</description>
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  
                  
                  
  Ouvir música pode trazer muitos benefícios para a saúde, corpo e mente.Ela tem sido usada, inclusive, por médicos e terapeutas como tratamento.

                
                &#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;a&gt;&#xD;
    &lt;img src="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/12122687_10205249214613835_758334369191435654_n.jpg" alt="" title=""/&gt;&#xD;
  &lt;/a&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;!--StartFragment--&gt;  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Ouvir música não é só um entretenimento e uma medida para acalmar e relaxar – ela pode trazer diversos benefícios para a saúde, como alívio de dores, melhora da memória e até mesmo um estímulo para a prática de atividade física.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Além disso, funciona como um “remédio” para vários problemas, como mostraram a pediatra 
    
                    
                    &#xD;
    &lt;a href="http://g1.globo.com/tudo-sobre/ana-escobar/"&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Ana Escobar
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    
                    
                    
     e a musicoterapeuta Marly Chagas no Bem Estar desta quinta-feira (6).
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Isso acontece porque a música ativa o centro de prazer do cérebro, assim como o sexo e o chocolate, por exemplo. Ela libera dopamina e causa uma sensação de bem-estar e, por isso, tem sido usada por médicos, terapeutas e preparados físicos como tratamento de diversos problemas – e tem trazido ótimos resultados.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;!--EndFragment--&gt;  &lt;!--StartFragment--&gt;  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    ótimos resultados.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;!--StartFragment--&gt;  &lt;!--EndFragment--&gt;  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Em relação à atividade física, a música pode ajudar a embalar o exercício e torná-lo mais fácil e mais prazeroso, como mostrou a reportagem da Marina Araújo.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Segundo o músico e empresário Alexandre Casa Nova, a música é um estímulo importante para quem se exercita porque disfarça a sensação de fadiga, dor e cansaço e, no lugar, traz um sentimento bom de alegria e motivação, deixando a pessoa mais confortável.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
        &lt;div&gt;&#xD;
        &lt;/div&gt;&#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
        &lt;div&gt;&#xD;
          &lt;div&gt;&#xD;
          &lt;/div&gt;&#xD;
          &lt;div&gt;&#xD;
          &lt;/div&gt;&#xD;
          &lt;div&gt;&#xD;
          &lt;/div&gt;&#xD;
        &lt;/div&gt;&#xD;
        &lt;div&gt;&#xD;
        &lt;/div&gt;&#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
        &lt;div&gt;&#xD;
        &lt;/div&gt;&#xD;
        &lt;div&gt;&#xD;
          &lt;div&gt;&#xD;
            &lt;div&gt;&#xD;
              &lt;div&gt;&#xD;
                &lt;div&gt;&#xD;
                  &lt;div&gt;&#xD;
                  &lt;/div&gt;&#xD;
                &lt;/div&gt;&#xD;
              &lt;/div&gt;&#xD;
              &lt;div&gt;&#xD;
              &lt;/div&gt;&#xD;
            &lt;/div&gt;&#xD;
            &lt;div&gt;&#xD;
            &lt;/div&gt;&#xD;
          &lt;/div&gt;&#xD;
          &lt;div&gt;&#xD;
            &lt;div&gt;&#xD;
            &lt;/div&gt;&#xD;
            &lt;div&gt;&#xD;
            &lt;/div&gt;&#xD;
            &lt;div&gt;&#xD;
            &lt;/div&gt;&#xD;
          &lt;/div&gt;&#xD;
          &lt;div&gt;&#xD;
            &lt;div&gt;&#xD;
              &lt;div&gt;&#xD;
                &lt;div&gt;&#xD;
                  &lt;div&gt;&#xD;
                  &lt;/div&gt;&#xD;
                  &lt;div&gt;&#xD;
                  &lt;/div&gt;&#xD;
                &lt;/div&gt;&#xD;
                &lt;div&gt;&#xD;
                  &lt;div&gt;&#xD;
                  &lt;/div&gt;&#xD;
                &lt;/div&gt;&#xD;
                &lt;div&gt;&#xD;
                  &lt;div&gt;&#xD;
                  &lt;/div&gt;&#xD;
                  &lt;div&gt;&#xD;
                  &lt;/div&gt;&#xD;
                &lt;/div&gt;&#xD;
              &lt;/div&gt;&#xD;
            &lt;/div&gt;&#xD;
            &lt;div&gt;&#xD;
              &lt;div&gt;&#xD;
                &lt;div&gt;&#xD;
                &lt;/div&gt;&#xD;
              &lt;/div&gt;&#xD;
              &lt;div&gt;&#xD;
                &lt;div&gt;&#xD;
                  &lt;div&gt;&#xD;
                  &lt;/div&gt;&#xD;
                  &lt;div&gt;&#xD;
                    &lt;div&gt;&#xD;
                      &lt;div&gt;&#xD;
                      &lt;/div&gt;&#xD;
                      &lt;div&gt;&#xD;
                      &lt;/div&gt;&#xD;
                    &lt;/div&gt;&#xD;
                    &lt;div&gt;&#xD;
                      &lt;div&gt;&#xD;
                      &lt;/div&gt;&#xD;
                    &lt;/div&gt;&#xD;
                  &lt;/div&gt;&#xD;
                &lt;/div&gt;&#xD;
              &lt;/div&gt;&#xD;
            &lt;/div&gt;&#xD;
          &lt;/div&gt;&#xD;
          &lt;div&gt;&#xD;
          &lt;/div&gt;&#xD;
        &lt;/div&gt;&#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    O mesmo acontece com a música para dormir ou acordar. Sons mais graves e lentos, por exemplo, ajudam a pessoa a se desligar das preocupações e, comprovadamente, facilitam o sono e combatem a insônia. Por outro lado, sons animados, energéticos e acelerados são bons durante a manhã para despertar e ajudar a acordar.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Há ainda o benefício da música durante o período de gestação – ela é capaz de acalmar os recém-nascidos e reduzir, por exemplo, em até dez dias a permanência deles na UTI neonatal, como mostrou a reportagem do Phelipe Siani 
    
                    
                    &#xD;
    &lt;em&gt;&#xD;
      
                      
                      
      (veja no vídeo abaixo)
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/em&gt;&#xD;
    
                    
                    
    .
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
        &lt;div&gt;&#xD;
        &lt;/div&gt;&#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
        &lt;div&gt;&#xD;
          &lt;div&gt;&#xD;
          &lt;/div&gt;&#xD;
          &lt;div&gt;&#xD;
          &lt;/div&gt;&#xD;
          &lt;div&gt;&#xD;
          &lt;/div&gt;&#xD;
        &lt;/div&gt;&#xD;
        &lt;div&gt;&#xD;
        &lt;/div&gt;&#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
        &lt;div&gt;&#xD;
        &lt;/div&gt;&#xD;
        &lt;div&gt;&#xD;
          &lt;div&gt;&#xD;
            &lt;div&gt;&#xD;
              &lt;div&gt;&#xD;
                &lt;div&gt;&#xD;
                  &lt;div&gt;&#xD;
                  &lt;/div&gt;&#xD;
                &lt;/div&gt;&#xD;
              &lt;/div&gt;&#xD;
              &lt;div&gt;&#xD;
              &lt;/div&gt;&#xD;
            &lt;/div&gt;&#xD;
            &lt;div&gt;&#xD;
            &lt;/div&gt;&#xD;
          &lt;/div&gt;&#xD;
          &lt;div&gt;&#xD;
            &lt;div&gt;&#xD;
            &lt;/div&gt;&#xD;
            &lt;div&gt;&#xD;
            &lt;/div&gt;&#xD;
            &lt;div&gt;&#xD;
            &lt;/div&gt;&#xD;
          &lt;/div&gt;&#xD;
          &lt;div&gt;&#xD;
            &lt;div&gt;&#xD;
              &lt;div&gt;&#xD;
                &lt;div&gt;&#xD;
                  &lt;div&gt;&#xD;
                  &lt;/div&gt;&#xD;
                  &lt;div&gt;&#xD;
                  &lt;/div&gt;&#xD;
                &lt;/div&gt;&#xD;
                &lt;div&gt;&#xD;
                  &lt;div&gt;&#xD;
                  &lt;/div&gt;&#xD;
                &lt;/div&gt;&#xD;
                &lt;div&gt;&#xD;
                  &lt;div&gt;&#xD;
                  &lt;/div&gt;&#xD;
                  &lt;div&gt;&#xD;
                  &lt;/div&gt;&#xD;
                &lt;/div&gt;&#xD;
              &lt;/div&gt;&#xD;
            &lt;/div&gt;&#xD;
            &lt;div&gt;&#xD;
              &lt;div&gt;&#xD;
                &lt;div&gt;&#xD;
                &lt;/div&gt;&#xD;
              &lt;/div&gt;&#xD;
              &lt;div&gt;&#xD;
                &lt;div&gt;&#xD;
                  &lt;div&gt;&#xD;
                  &lt;/div&gt;&#xD;
                  &lt;div&gt;&#xD;
                    &lt;div&gt;&#xD;
                      &lt;div&gt;&#xD;
                      &lt;/div&gt;&#xD;
                      &lt;div&gt;&#xD;
                      &lt;/div&gt;&#xD;
                    &lt;/div&gt;&#xD;
                    &lt;div&gt;&#xD;
                      &lt;div&gt;&#xD;
                      &lt;/div&gt;&#xD;
                    &lt;/div&gt;&#xD;
                  &lt;/div&gt;&#xD;
                &lt;/div&gt;&#xD;
              &lt;/div&gt;&#xD;
            &lt;/div&gt;&#xD;
          &lt;/div&gt;&#xD;
          &lt;div&gt;&#xD;
          &lt;/div&gt;&#xD;
        &lt;/div&gt;&#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Essa identificação dos pequenos com a música começa, no entanto, depois da 21ª semana de gestação, como explicou a pediatra Ana Escobar.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Isso porque, na 20ª semana, o aparelho auditivo do bebê, apesar de já estar pronto para receber vibrações sonoras, ainda tem o conduto auditivo externo bloqueado por um tecido de células que protege o desenvolvimento do tímpano. A partir da 21ª semana, essa parede se rompe, o tímpano entra em contato com o líquido amniótico e começa a receber e processar vibrações, fazendo com o que o bebê comece a ouvir.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;!--EndFragment--&gt;  &lt;!--StartFragment--&gt;  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Musicoterapia
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
                    
    O repórter Phelipe Siani mostrou a história do Edson, um garoto que foi diagnosticado com autismo aos 6 anos de idade. O menino tinha dificuldades para falar, mas na frente do videogame, costumava se soltar.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Por isso, os pais recorreram à musicoterapia, um tratamento que começou a deixar o Edson mais calmo, atento e com interesse pelo mundo em sua volta. Com o tempo, os resultados foram ainda melhores: ele começou a interagir com as pessoas, a cumprimentá-las e a procurá-las também – tudo reflexo da música dentro da vida do menino.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Matéria retirado do site - 
    
                    
                    &#xD;
    &lt;a href="http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2013/06/musica-acalma-ajuda-na-atividade-fisica-e-tambem-pode-aliviar-dores.html"&gt;&#xD;
      
                      
                      
      http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2013/06/musica-acalma-ajuda-na-atividade-fisica-e-tambem-pode-a...
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;!--EndFragment--&gt;  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/12122687_10205249214613835_758334369191435654_n.jpg" length="100632" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 10 Aug 2018 10:16:10 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.serenataecia.com.br/titulo-do-post</guid>
      <g-custom:tags type="string">saude,musica,alegria,amor,musicoterapia,terapia,bemestar,vida,debemcomavida,tudodebom,serenata,serenataecia</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/12122687_10205249214613835_758334369191435654_n.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>A Páscoa nas empresas</title>
      <link>https://www.serenataecia.com.br/a-pascoa-nas-empresas</link>
      <description>Os personagens aparecendo em todos os ambientes, mesmo em tempos de crise os filmes são vivos</description>
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  
                  
                  
  O coelho voltando pra cartola e chega os personagens múltiplos

                
                &#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;a&gt;&#xD;
    &lt;img src="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/10632639_10206158583787496_551059227883618573_n.jpg" alt="" title=""/&gt;&#xD;
  &lt;/a&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;!--StartFragment--&gt;  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
                    
    A criatividade associada aos momentos de crise enfrentados no Brasil tem buscado cada vez mais opções diferentes para atrair o grande público e proporcionar uma páscoa mais surpreendente.
    
                    
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Em vários ambientes de grande circulação como shoppings centers e praças, há aqueles que se mobilizam levando personagens das histórias infantis como Alice no país das maravilhas, Frozen, Visconde de Sabugosa entre outros numa caça ao ovo de páscoa reunindo dezenas de crianças.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Em algumas empresas a data proporciona uma atitude diferente e até mais carinhosa com os funcionários, como por exemplo levar música aos ambientes entregando rosas de chocolate durante o trajeto. Seja com um figurino de serenata, esporte fino ou até acompanhado de dançarinos temáticos, esta ideia tem um grande diferencial porque no conceito das empresas isto também é investimento em qualidade de vida.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
                    
    As criações não param enquanto o mercado busca por novidades cada vez mais diferenciadas e menos convencionais.
  
                  
                  &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;!--EndFragment--&gt;  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/10632639_10206158583787496_551059227883618573_n.jpg" length="52106" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Thu, 09 Aug 2018 15:00:53 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.serenataecia.com.br/a-pascoa-nas-empresas</guid>
      <g-custom:tags type="string">pascoa,personagens,reis,rainhas,cavaleiro,templario,criatividade,musica,shoppings,coelho,comercio</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/10632639_10206158583787496_551059227883618573_n.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>A serenata, sobrevivendo à era das relações afetivas virtuais</title>
      <link>https://www.serenataecia.com.br/a-serenata-sobrevivendo-a-era-das-relacoes-afetivas-virtuais</link>
      <description>A música se veste de serenata e atravessa as gerações sobrevivendo à tecnologia e aos caminhos da indiferença insana.</description>
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  
                  
                  
  As serenatas atravessando gerações

                
                &#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;a&gt;&#xD;
    &lt;img src="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/rT-MpnJ0uO_WqVlkrWi2iQ_r-7cacc55d.jpg" alt="" title=""/&gt;&#xD;
  &lt;/a&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;!--StartFragment--&gt;  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
                        
                        
        A serenata, sobrevivendo à era das relações afetivas virtuais
      
                      
                      &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
                    
                    
    Se pensarmos em algo realmente valioso com um conteúdo rico, isso estará ligado com certeza às emoções e sentimentos.... Por esse prisma, sabemos que ela com sua forma agregadora e libertadora, traz aos corações moradores de grandes metrópoles, a quebra das barreiras que isolam os seres humanos uns dos outros, também a forma fria quase robótica de interagirem, distantes do calor do olhar, do palpitar dos corações se emocionando por pequenas coisas que a vida nos dá de graça como presente todos os dias. A música em todas as suas épocas, desde tempos remotos à sua existência, traz os acordes do romance, acordando emoções e sentimentos adormecidos numa linguagem universalmente entendível, sem distinção de sexo, credo, idade, cor, raça ou nacionalidade.
    
                    
                    &#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Transpor a realidade dos sentimentos é tarefa nobre e nada melhor do que oferecer uma Seresta como demonstração de todo afeto que se possa expressar... As serenatas resistem aos tempos e hoje são porta vozes de todo o tipo de público e enredo. Interessante perceber as diferentes maneiras de se falar de amor aos moldes de antigamente, mas com roupagem tecnológica. O visual propriamente dito remete-nos aos anos 20 e 30 mas a maneira de capturar toda essa emoção já está nos pendrives, notebooks, tablets e celulares do século XXI. Assim o grupo Serenata &amp;amp; Cia, conhecido por levar serenatas à todos os ambientes (corporativo e social) descreve parte deste universo pouco conhecido, mas muito vivenciado das intimidades paulistas. Fredi Jon, responsável pelo grupo diz que, na visão do cliente, a urgência em atingir logo o objetivo sentimental soma-se hoje a criatividade e a possibilidade de um grupo de seresteiros serem porta-vozes de seu desespero. Se o contratante estiver presente, mas escondido ou não, fica fácil identificar os resultados de sua ação, caso esteja ausente sempre haverá um “cumplice do coração” para poder lhe enviar depois um arquivo digital de uma emoção real. Uma cidade grande esconde muitos corações solitários e cada vez mais ausentes de sí e do outro também.
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      
                      
                      
      Envelhecer na cidade significa perder as antigas referencias de lugares, pessoas e histórias vivenciadas por conta do dinamismo arquitetônico que caminha sempre em passos largos e definidos. O coração e o progresso sempre estão num descompasso muito evidente diante as opiniões de diferentes gerações. Resta agora aguardar o que a nova geração pode fazer com esse abismo que cresce entre uma relação amorosa de fato e as virtuais. A tecnologia, por um lado pode manter os jovens ocupados com robôs sexuais, ações virtuais eróticas em 3D e muitas novidades que o mercado do sexo digital está preparando, mas por outro lado ajuda manter essa memória afetiva que a serenata pode resgatar e multiplica isso em números infinitos diante às mídias sociais. A serenata por sí só cria elos através da música e parentescos quase surreais por conta dos resultados. São pessoas oferecendo aos músicos da serenata: dormitórios e refeições, suas histórias mais íntimas e impactantes, suas estranhas realidades e suas maiores ilusões e desilusões também. Algumas das frases de Fredi Jon neste universo das serenatas são: “É incrível perceber como as pessoas precisam de música, de serem ouvidas, de serem entendidas e principalmente de serem amadas. ” “A função da serenata é fazer essa fusão entre os sentimentos a serem resgatados, ou intensificados e a música sendo sua trilha sonora. ” “O preço da emoção é a condição de se expor e mostrar que tudo depende de quanto se acredita no amor pra sair da matrix emocional. ”
    
                    
                    &#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;!--EndFragment--&gt;  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/rT-MpnJ0uO_WqVlkrWi2iQ_r-7cacc55d.jpg" length="132322" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Tue, 07 Aug 2018 22:25:50 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.serenataecia.com.br/a-serenata-sobrevivendo-a-era-das-relacoes-afetivas-virtuais</guid>
      <g-custom:tags type="string">gerações,tecnologia,futuro,passado,serenata,tempo,vintage,emoções,saudade,alegria,sentimento,amor,casamento,vida,estrada,anos20,anos30,anos40,anos50,classicos,mpb,musica</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/rT-MpnJ0uO_WqVlkrWi2iQ_r-7cacc55d.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Qualidade de vida pela música</title>
      <link>https://www.serenataecia.com.br/qualidade-de-vida-pela-musica</link>
      <description>Música, emoção, serenata e tecnologia.  Como o mundo reage a tudo isso ?</description>
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  
                  
                  
  Como a música transforma você

                
                &#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;a&gt;&#xD;
    &lt;img src="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/46de5add-caf1-46bc-bc49-39b001526482.jpg" alt="" title=""/&gt;&#xD;
  &lt;/a&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;!--StartFragment--&gt;    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
                    
  Qualidade de vida na terceira idade depende mais do que boa alimentação e exercícios, depende também da preservação da boa memória, de nutrir a alma com os bons sentimentos.
  
                    
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
                    
  A serenata tem sido porta voz dessa atitude que para muitos não tem vínculo algum além do entretenimento, mas que para nós revelou-se essencial como forma de agregar valor emocional ao contexto humano de uma família ou grupo de amigos.
  
                    
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
                    
  Ao longo de nosso tempo de existência (20 anos) percebemos que o simples fato de alguém sentir que foi lembrado e reverenciado através da serenata já torna o seu dia muito diferente, e essa alegria e emoção pode fechar sua noite com um diferencial todo especial.
  
                    
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
                    
  Relatos nos chegam sempre através dos contratantes dizendo que seu pai ou sua mãe disse ter sido esse o presente mais especial e incrível que havia ganhado em toda a sua vida (referindo-se a serenata).
  
                    
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
                    
  Num trabalho de serenata não é só o fato das canções ressaltarem essa importância mas também a mensagem ser uma assinatura indelével no coração do homenageado.
  
                    
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
                    
  O resultado fica registrado em toda a tecnologia disponível no espaço digitalizando uma emoção que pode ser compartilhada sempre que possível.
  
                    
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
                    
  Em tempos em que percebemos a distância que existe entre as relações humanas pessoais e as virtuais, conseguimos assegurar que o elo através da serenata reforça os elos afetivos e cria novos tentáculos desta emoção, ramificando em redes sociais e se espalhando mundo a fora para parentes e amigos distantes.
  
                    
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
                    
  A prova de que a tecnologia está a nosso favor se mostra presente nessa parceria entre a emoção e a captura digital de todo este contexto rompendo fronteiras e eternizando o momento.
  
                    
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
                    
  O que fazemos com toda essa modernidade sim é preocupante porque estudos mostram que o ser humano se sente cada vez mais solitário, depressivo e dependente do celular e da tecnologia virtual a cada ano que passa e as relações afetivas estão passando do real para o virtual em escala assustadora.
  
                    
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
                    
  É importante se atentar que criamos a máquina para nosso benefício e não para nossa escravidão, para facilitar nossa vida e não a anular.
  
                    
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
                    
  Uma frase do poeta Drummond parece fechar este pensamento com sabedoria e síntese:
  
                    
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
                    
  "O mundo é do tamanho dos meus olhos."
  
                    
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
                    
  Portanto o que fazemos com nosso mundo está diretamente focado no nosso poder de olhar para ele.
  
                    
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
                    
  Fredi Jon - músico, escritor e produtor da Serenata e Cia
  
                    
                    &#xD;
    &lt;!--EndFragment--&gt;  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/32781384_1491004961028770_4532240462165049344_n-70a4408a.jpg" length="111589" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Tue, 07 Aug 2018 22:13:29 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.serenataecia.com.br/qualidade-de-vida-pela-musica</guid>
      <g-custom:tags type="string">tecnologia,serenata,musica,amor,alegria,saudade,qualidadedevida,saude,vintage,fredijon</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/d64739b6/dms3rep/multi/32781384_1491004961028770_4532240462165049344_n-70a4408a.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
    </item>
  </channel>
</rss>
